Empreender nem sempre começa com estrutura ou equipamentos adequados. Muitas vezes, nasce da necessidade, da criatividade e da coragem de dar o primeiro passo. Foi assim que a costureira Elânia Borges dos Santos, de Jequié, iniciou seu negócio na garagem de casa. Com o passar dos anos, dedicação, trabalho em família e acesso a capacitações, como as oferecidas pelo projeto de empreendedorismo RIOLESC, promovido pela BAMIN, ajudaram a transformar uma atividade simples em um empreendimento em crescimento.
No início, a estrutura era improvisada. Enquanto Elânia cuidava da costura, o esposo contribuía com a pintura das peças e a criação das artes. Como ele ainda trabalhava em outra empresa, a produção acontecia nos horários disponíveis, muitas vezes à noite e sem equipamentos adequados. “A gente pintava as camisas na cozinha mesmo, com o que tinha”, relembra a empreendedora.
Aos poucos, o negócio foi se estruturando. O casal passou a investir em equipamentos e adquiriu máquinas para personalização de camisas e canecas. O espaço também foi se transformando: primeiro na garagem da casa da mãe de Elânia, depois na própria residência do casal, onde parte da casa foi adaptada para atender clientes e instalar as máquinas.
Com o crescimento da demanda, vieram também novos investimentos. A compra de equipamentos mais modernos, como uma máquina de sublimação de maior capacidade, permitiu melhorar a qualidade dos produtos e ampliar a produção. Paralelamente, Elânia buscou cursos e capacitações para aperfeiçoar as técnicas e fortalecer a gestão do negócio.
Foi nesse processo que ela conheceu o projeto de empreendedorismo RIOLESC, promovido pela BAMIN na região da Ferrovia. O convite surgiu por meio da própria empresa, que já havia contratado alguns de seus serviços anteriormente. A participação no projeto marcou um novo momento para o empreendimento.
“Aprendi muito sobre precificação, gestão do tempo e valorização do meu trabalho. Antes eu tinha insegurança para colocar preço e muitas vezes vendia abaixo do valor justo”, conta Elânia. Com as orientações recebidas nas oficinas e formações, ela conseguiu reorganizar o negócio, entender melhor seus custos e identificar quais produtos realmente compensavam produzir.
O aprendizado trouxe mudanças importantes na forma de trabalhar. Hoje, o marido de Elânia deixou o antigo emprego para se dedicar integralmente ao empreendimento da família. O casal também passou a adotar parcerias com outros empresários do setor: em vez de produzir todo o uniforme, eles realizam principalmente a personalização e a pintura das peças, atendendo às demandas de outros fornecedores.
A estrutura da empresa também evoluiu. O espaço da casa foi reorganizado, separando a área de atendimento da loja, o setor de costura e o espaço destinado à pintura. Atualmente, o foco principal está na produção de uniformes, embora a empresa ainda trabalhe com brindes personalizados e itens para a pronta entrega.
Além do conhecimento adquirido, a participação no projeto também abriu portas para novas conexões. “Conheci muitas pessoas que se tornaram meus clientes. Isso ajudou a aumentar minha renda e entender melhor o meu próprio negócio”, afirma.
Assim como Elânia, outras mulheres da região vêm fortalecendo seus empreendimentos a partir das capacitações oferecidas pela BAMIN. Iniciativas como o projeto RIOLESC contribuem para ampliar conhecimentos, estimular o empreendedorismo local e gerar novas oportunidades de desenvolvimento para quem transforma talento e esforço em negócios que crescem junto com a comunidade.
Empreender nem sempre começa com estrutura ou equipamentos adequados. Muitas vezes, nasce da necessidade, da criatividade e da coragem de dar o primeiro passo. Foi assim que a costureira Elânia Borges dos Santos, de Jequié, iniciou seu negócio na garagem de casa. Com o passar dos anos, dedicação, trabalho em família e acesso a capacitações, como as oferecidas pelo projeto de empreendedorismo RIOLESC, promovido pela BAMIN, ajudaram a transformar uma atividade simples em um empreendimento em crescimento.
No início, a estrutura era improvisada. Enquanto Elânia cuidava da costura, o esposo contribuía com a pintura das peças e a criação das artes. Como ele ainda trabalhava em outra empresa, a produção acontecia nos horários disponíveis, muitas vezes à noite e sem equipamentos adequados. “A gente pintava as camisas na cozinha mesmo, com o que tinha”, relembra a empreendedora.
Aos poucos, o negócio foi se estruturando. O casal passou a investir em equipamentos e adquiriu máquinas para personalização de camisas e canecas. O espaço também foi se transformando: primeiro na garagem da casa da mãe de Elânia, depois na própria residência do casal, onde parte da casa foi adaptada para atender clientes e instalar as máquinas.
Com o crescimento da demanda, vieram também novos investimentos. A compra de equipamentos mais modernos, como uma máquina de sublimação de maior capacidade, permitiu melhorar a qualidade dos produtos e ampliar a produção. Paralelamente, Elânia buscou cursos e capacitações para aperfeiçoar as técnicas e fortalecer a gestão do negócio.
Foi nesse processo que ela conheceu o projeto de empreendedorismo RIOLESC, promovido pela BAMIN na região da Ferrovia. O convite surgiu por meio da própria empresa, que já havia contratado alguns de seus serviços anteriormente. A participação no projeto marcou um novo momento para o empreendimento.
“Aprendi muito sobre precificação, gestão do tempo e valorização do meu trabalho. Antes eu tinha insegurança para colocar preço e muitas vezes vendia abaixo do valor justo”, conta Elânia. Com as orientações recebidas nas oficinas e formações, ela conseguiu reorganizar o negócio, entender melhor seus custos e identificar quais produtos realmente compensavam produzir.
O aprendizado trouxe mudanças importantes na forma de trabalhar. Hoje, o marido de Elânia deixou o antigo emprego para se dedicar integralmente ao empreendimento da família. O casal também passou a adotar parcerias com outros empresários do setor: em vez de produzir todo o uniforme, eles realizam principalmente a personalização e a pintura das peças, atendendo às demandas de outros fornecedores.
A estrutura da empresa também evoluiu. O espaço da casa foi reorganizado, separando a área de atendimento da loja, o setor de costura e o espaço destinado à pintura. Atualmente, o foco principal está na produção de uniformes, embora a empresa ainda trabalhe com brindes personalizados e itens para a pronta entrega.
Além do conhecimento adquirido, a participação no projeto também abriu portas para novas conexões. “Conheci muitas pessoas que se tornaram meus clientes. Isso ajudou a aumentar minha renda e entender melhor o meu próprio negócio”, afirma.
Assim como Elânia, outras mulheres da região vêm fortalecendo seus empreendimentos a partir das capacitações oferecidas pela BAMIN. Iniciativas como o projeto RIOLESC contribuem para ampliar conhecimentos, estimular o empreendedorismo local e gerar novas oportunidades de desenvolvimento para quem transforma talento e esforço em negócios que crescem junto com a comunidade.
