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BAMIN amplia ações de segurança alimentar e nutricional nas comunidades com foco em educação ambiental

A BAMIN está intensificando, ao longo do mês de janeiro, ações voltadas à segurança alimentar e nutricional nas comunidades onde atua, integrando educação ambiental, diálogo social e práticas sustentáveis. Por meio de iniciativas porta a porta, reuniões comunitárias e do Programa de Comunicação com o Trabalhador, o time de Relacionamento com Comunidades vem promovendo reflexões sobre alimentação saudável, uso consciente dos alimentos e escolhas responsáveis, como parte das ações vinculadas ao Programa de Educação Ambiental com Comunidades da BAMIN.
As iniciativas fazem parte de um conjunto de ações apoiadas ou realizadas pela empresa entre 2023 e 2025 e reforçam que a segurança alimentar vai além de ter comida disponível. Envolve qualidade, diversidade, quantidade adequada, produção responsável e redução de desperdícios, fatores diretamente relacionados à saúde, ao bem-estar das pessoas e ao desenvolvimento sustentável das comunidades.

Hortas como instrumento de educação, saúde e sustentabilidade
Entre as principais frentes de atuação estão os projetos de hortas comunitárias e escolares. Na Mina, a BAMIN mantém a horta do Projeto Circuito do Lixo, além de iniciativas de agricultura alimentar em áreas de reassentamento e outros programas, como o Nossa Flora. No Porto Sul, a empresa apoia hortas em escolas, hortas implantadas por colaboradores e ações que estimulam o consumo local dos alimentos produzidos, fortalecendo a economia das comunidades.

Outra iniciativa de destaque é o Horta nas Escolas, desenvolvido com empresas parceiras, também vinculado ao Programa de Educação Ambiental com Comunidades da BAMIN. Em 2025, a ação beneficiou alunos da Escola Municipal de Sambaituba e da Escola Amotara, localizada na Aldeia Itapuã, na comunidade Tupinambá de Olivença, em Ilhéus, impactando diretamente 33 pessoas entre estudantes e professores.

Cada horta se torna um espaço vivo de aprendizado, onde educação ambiental e práticas sustentáveis passam a fazer parte do cotidiano escolar, fortalecendo valores como cuidado, pertencimento e respeito à natureza.

Sustentabilidade que gera alimento e reduz desperdícios
Em Caetité, o Projeto Circuito do Lixo, realizado desde 2023 em parceria com a Cooperativa de Coleta Seletiva de Caetité (Coopercicli), alia sustentabilidade e segurança alimentar. O material coletado é transformado em cerca de 2,5 toneladas mensais de composto orgânico, utilizado em uma horta 100% orgânica. A iniciativa evita desperdícios, promove a reutilização de resíduos e contribui para a produção de alimentos de forma ambientalmente responsável.

Ferrovia, biomas e conscientização
No trecho 1 da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL 1), a BAMIN desenvolve o Biomas da Nossa Terra, ação voltada para crianças e jovens, com foco nos biomas Caatinga, Cerrado e Mata Atlântica. O projeto já alcançou cerca de sete mil pessoas por meio de atividades educativas que valorizam as riquezas naturais e os alimentos presentes em cada bioma, estimulando o senso de pertencimento e cuidado com o território.

Segurança alimentar e desenvolvimento local
Ao tratar de segurança alimentar, a BAMIN também promove sustentabilidade e geração de renda. O programa RIOLESC fortalece comunidades ao apoiar microempreendedores, como produtores de alimentos e agricultores, incentivando o microempreendedorismo e a construção de uma cadeia produtiva mais resiliente e sustentável no interior da Bahia.
As ações de conscientização incluem rodas de conversa, visitas porta a porta e distribuição de materiais educativos nas comunidades. O conteúdo estimula reflexões sobre alimentação saudável, uso consciente dos alimentos, redução de desperdícios e escolhas sustentáveis.

De acordo com o coordenador de Relacionamento com Comunidades da BAMIN, Ramon Chalhoub, a segurança alimentar e nutricional está diretamente ligada à saúde, ao bem-estar e ao desenvolvimento sustentável das comunidades. “Por isso, nossas ações, integradas ao Programa de Educação Ambiental com Comunidades da BAMIN, buscam ir além da informação, promovendo práticas concretas que fortalecem o território, valorizam a produção local e estimulam escolhas mais conscientes no dia a dia”, celebra o gestor.

 

Estas ações são exigidas como condicionante do licenciamento ambiental do Projeto Integrado da BAMIN, conforme regulamentação ambiental vigente. Porto Sul, registro nº 02001.003031/2009-84 | Licença de Instalação n.º 1362/2020, gerenciado pelo IBAMA e registro nº 2020.001.004926/LIC-04926 – portaria Nº 22.102/2021 /ANO BASE 2023, registrado pelo INEMA. Ferrovia de Integração Oeste-Leste registro nº 02001.021803/2021-56, gerenciado pelo IBAMA. 

Janeiro Branco: saúde mental em foco

 

O início do ano é um momento propício para refletir sobre hábitos, sentimentos e relacionamentos, buscando equilíbrio e bem-estar diante dos desafios do cotidiano. Também é um período que convida à atenção às emoções, fundamentais para a saúde mental.

A BAMIN reforça a importância do Janeiro Branco e convida toda a comunidade a se engajar em práticas que promovam o cuidado com a saúde mental. Nesse sentido, conversas abertas sobre sentimentos, atenção aos sinais de sobrecarga emocional e a busca por apoio profissional são passos essenciais para manter a mente saudável.

Cuidar da saúde mental vai além da prevenção de doenças. Envolve atenção ao estresse, à ansiedade, à qualidade do sono e às relações interpessoais. Práticas simples, como manter atividades físicas, dedicar tempo a hobbies, fortalecer vínculos afetivos e reservar momentos de pausa, podem ter grande impacto na qualidade de vida.

O Janeiro Branco está aí para lembrar que cuidar da mente é essencial para o bem-estar. Mais do que atenção, é hora de transformar cuidado em ação, cultivando equilíbrio e fortalecendo a resiliência emocional no dia a dia.

Ações da BAMIN promovem educação ambiental no interior da Bahia

O Dia Mundial da Educação Ambiental, comemorado em 26 de janeiro, reforça a importância de refletir sobre o impacto das escolhas dos humanos em relação ao planeta e o que isso representa para o futuro das próximas gerações. Para a BAMIN, esse compromisso está presente em sua forma de atuar, ao promover transformações e impulsionar um desenvolvimento mais sustentável por meio de investimentos contínuos em iniciativas educacionais.

Esse entendimento se materializou, ao longo de 2025, em ações concretas de educação ambiental que mobilizaram colaboradores e comunidades para uma atuação cada vez mais ativa na preservação do meio ambiente. Na região da Mina Pedra de Ferro, 94 comunidades de Caetité, Pindaí, Guanambi e Licínio de Almeida participaram de ações permanentes de sensibilização, como visitas porta a porta, rodas de conversa e campanhas educativas. Foram iniciativas que resultaram no engajamento direto de 3.830 participantes e no alcance de mais de 13 mil pessoas.

Além das ações desenvolvidas no entorno da Mina, o compromisso com a educação ambiental se estende ao longo da FIOL I, onde projetos estruturantes dialogam com diferentes realidades locais. Ano passado, o Programa de Educação Ambiental nas Escolas levou cinco temáticas a diversas escolas públicas, beneficiando mais de mil estudantes de áreas urbanas, rurais e de assentamento. De forma complementar, o projeto “Biomas da Nossa Terra” incentivou crianças e adolescentes a reconhecer e valorizar os biomas Caatinga, Cerrado e Mata Atlântica, fortalecendo o vínculo com o território e o senso de responsabilidade socioambiental. Conjuntamente, as ações do Programa de Educação Ambiental na FIOL I alcançaram 137 comunidades, promovendo oficinas, seminários e atividades educativas ao longo de todo o ano.

Essa atuação integrada também se reflete no litoral sul da Bahia. Em Ilhéus, a BAMIN desenvolve iniciativas que aproximam a comunidade do ambiente marinho e destacam seu papel essencial para a vida no planeta. Em parceria com a Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), por exemplo, o projeto Cultura Oceânica alcançou, apenas em 2025, mais de 300 estudantes da rede pública, por meio de experiências interativas sobre a biodiversidade marinha e a conservação dos ecossistemas costeiros.

Cada iniciativa educativa gera impactos duradouros e multiplicadores, como destaca o diretor de Sustentabilidade da BAMIN, Marcelo Dultra. “Investindo em programas que valorizam o conhecimento local e envolvem as comunidades, a empresa reafirma o seu compromisso com o desenvolvimento territorial sustentável, contribuindo para a formação de cidadãos conscientes, capazes de disseminar boas práticas ambientais em seus próprios contextos”, conclui o gestor.

 

Estas ações são exigidas como condicionante do licenciamento ambiental do Projeto Integrado da BAMIN, conforme regulamentação ambiental vigente. Porto Sul, registro nº 02001.003031/2009-84 | Licença de Instalação n.º 1362/2020, gerenciado pelo IBAMA e registro nº 2020.001.004926/LIC-04926 – portaria Nº 22.102/2021 /ANO BASE 2023, registrado pelo INEMA. Ferrovia de Integração Oeste-Leste registro nº 02001.021803/2021-56, gerenciado pelo IBAMA. 

Encontro dos Bumbas 2026 celebrou mais de 100 anos de tradição, resistência e identidade cultural em Ilhéus no último sábado (10)

O Encontro dos Bumbas chegou à edição de 2026 consolidado como um dos mais importantes espaços de celebração, memória e resistência da cultura popular da zona rural de Ilhéus. O movimento conta com o apoio da BAMIN há três anos, por meio do PVC – Programa de Valorização da Cultura, e foi realizado no último sábado, dia 10, na comunidade de Sambaituba, reunindo dois grupos centenários que simbolizam a força cultural do território: o Bumba Meu Boi do Seu Oreco, de Urucutuca, e o Reisado de Vila Juerana.

O Terceiro Encontro de Bumbas de Ilhéus teve como objetivo celebrar e fortalecer mais de 100 anos de tradição cultural mantida por esses grupos, promovendo a integração entre comunidades, o fortalecimento da identidade coletiva e a preservação do patrimônio cultural imaterial. Sambaituba é uma das maiores comunidades rurais do município, onde o evento também buscou estimular a economia criativa local e ampliar o reconhecimento das manifestações culturais tradicionais de Ilhéus.

O Encontro dos Bumbas se consolidou no calendário cultural do município como um espaço que vai além da celebração. A iniciativa se configurou como uma estratégia de valorização cultural e comunitária, colocando as comunidades como protagonistas de suas próprias histórias e saberes. Desde 2023, quando o apoio da BAMIN possibilitou o reencontro histórico dos dois bois após mais de três décadas sem se apresentarem juntos, o projeto vem contribuindo para a retomada, a visibilidade e a continuidade dessas expressões culturais.

Para a BAMIN, apoiar essa iniciativa representa um compromisso com a preservação de tradições centenárias e com o fortalecimento social e cultural das comunidades de Juerana e Urucutuca. A iniciativa destaca Ilhéus como um território de riqueza cultural, onde manifestações populares atravessam gerações e seguem vivas por meio da arte, da memória e do sentimento de pertencimento.

A edição de 2026 teve como principal diferencial a valorização da raiz comunitária. Neste ano, a proposta foi ampliar a conexão com os moradores locais, fortalecer os vínculos comunitários e proporcionar ao público uma vivência cultural mais profunda, diretamente no espaço de origem dessas tradições.

O Reisado de Vila Juerana, tradicionalmente celebrado no Dia de Reis, apresentou personagens como o Vaqueiro, a Mulinha e a Jaraguaia, ao som de ritmos como samba, valsa e marchinha, convidando moradores e visitantes a participarem ativamente do cortejo. Já o Bumba Meu Boi de Urucutuca, criado em 1940 por Aurelino Alves Galdino, o Seu Oreco, preservou uma narrativa rica em personagens, danças e simbolismos, marcada por um forte vínculo comunitário e pela transmissão de saberes entre gerações.

Além do aspecto cultural, o Encontro dos Bumbas também se consolidou como uma importante estratégia de fortalecimento comunitário e econômico, viabilizada pelo apoio da BAMIN. A realização do evento gerou visibilidade para os grupos culturais envolvidos e contribuiu para a sustentabilidade de suas atividades. O suporte técnico e artístico oferecido, incluindo qualificação de figurinos, instrumentos e logística, agregou valor às apresentações, profissionalizou os grupos e ampliou oportunidades futuras de circulação artística e geração de renda.

De acordo com a Analista de Relacionamento com Comunidade da BAMIN, Sandra Argolo (foto), a edição de 2026 foi marcada por uma grande celebração, com ampla participação da comunidade de Sambaituba e das localidades vizinhas. “O evento fortaleceu os laços de vizinhança, estimulou o orgulho local e reafirmou a cultura popular como um ativo fundamental de desenvolvimento social, identidade e alegria para o território de Ilhéus”, afirmou.

 

Festival de Reisado e Encontro de Violeiros marcam o calendário cultural de Caetité, região da Mina Pedra de Ferro

Fotos: Divulgação | Prefeitura de Caetité

No território onde se insere a Mina Pedra de Ferro da BAMIN, Caetité sediou, no último dia 11, a 38ª edição do Festival de Reisado e o 8º Encontro de Violeiros. A Praça da Catedral, no centro da cidade, se transformou em um espaço de celebração da memória, da fé e da tradição popular, reunindo grupos culturais, músicos e moradores para reafirmar a força de uma das mais antigas manifestações do interior baiano, consolidada como parte da identidade cultural do município.

A programação começou às 8h com cortejos pelas ruas da cidade e seguiu ao longo do dia com apresentações no palco principal. O encerramento contou com shows de violeiros, que mantêm viva a tradição musical ligada ao ciclo dos Santos Reis. O Festival também encerra o Terno de Reis, iniciado na última semana de dezembro, sendo considerado o ponto alto da manifestação popular. Além de celebrar a cultura local, o encontro valorizou grupos e artistas que cultivam essas práticas ao longo do ano, garantindo a continuidade da tradição.

A tradição do Terno de Reis tem origem nas celebrações europeias trazidas ao Brasil por colonizadores portugueses, espanhóis e missionários jesuítas, inicialmente como instrumento de catequização. As primeiras companhias de Folias ou Confrarias surgiram junto às primeiras povoações, especialmente na Bahia, e se espalharam por outras regiões. Com o tempo, a manifestação incorporou influências africanas e indígenas, originando expressões próprias.

Com quase quatro décadas de história, o Festival de Reisado de Caetité vem se consolidando como um dos mais importantes do gênero na Bahia, atraindo participantes de diversas regiões e fortalecendo a circulação cultural no território.

Para Caetité, o evento reforça a cultura como elemento estruturante do território. Para a BAMIN, o orgulho de fazer parte de uma região onde cultura, memória e identidade seguem vivas e fortalecidas pelas próprias comunidades.

Tradição, fé e diversidade marcam o mês de janeiro em Ilhéus

Janeiro é um mês simbólico para Ilhéus e distritos da região Sul da Bahia, quando fé, cultura e tradição ocupam ruas, praias e escadarias históricas. As celebrações em homenagem a São Sebastião, padroeiro do município, reforçam a riqueza cultural dos territórios onde está inserido o Corredor Logístico FIOL 1–Porto Sul. Comprometida com o desenvolvimento sustentável e com a valorização das identidades locais, a BAMIN reconhece e valoriza as festas populares como expressões vivas da diversidade cultural dos territórios onde está presente. Conheça mais sobre algumas delas a seguir:

Foto: Nadson Carvalho e Nadson Stolze / Sucom Ilhéus

Puxada do Mastro de São Sebastião – Olivença (10 a 12 de janeiro)

No distrito de Olivença, a tradicional Puxada do Mastro de São Sebastião abre o calendário festivo de janeiro. Mais do que uma celebração religiosa, o ritual simboliza devoção, resistência cultural e o sincretismo entre matrizes indígenas e católicas. A tradição remonta aos costumes dos povos originários, que derrubavam árvores para a construção de totens e símbolos sagrados — prática que, ao longo do tempo, se integrou à fé católica.
A árvore escolhida para se tornar o mastro é cuidadosamente selecionada, e sua derrubada acontece em clima de respeito e reverência, marcando o início da festa. Após a bênção, o mastro é conduzido até a praia em meio a desfiles cívicos, apresentações culturais e shows populares. O evento mobiliza moradores e visitantes, consolidando-se como um marco da resistência cultural e da continuidade das tradições em Olivença.

Foto: Clodoaldo Ribeiro

Cortejo e Lavagem das Escadarias da Catedral de São Sebastião – Ilhéus (18 e 20 de janeiro)

As homenagens ao padroeiro também se estendem ao Centro Histórico de Ilhéus. Inspiradas na Lavagem do Bonfim, em Salvador, as celebrações locais surgiram na primeira metade do século XX, quando estivadores ilheenses, após participarem da festa na capital, decidiram criar uma homenagem a São Sebastião, padroeiro do Sindicato da Estiva de Ilhéus.

Em um período marcado pela prosperidade do ciclo do cacau, os trabalhadores do Porto convidaram a yalorixá Dona Roxa, do Terreiro Matamba Tombenci Neto — um dos mais antigos da Bahia, com cerca de 140 anos — e lideranças como o pai de santo Pedro Farias para organizar a celebração. Desde então, a festa se consolidou como um exemplo de convivência harmoniosa entre diferentes expressões religiosas.

No dia 18 de janeiro, acontece o cortejo, reunindo centenas de pessoas, baianas de terreiros, blocos afros, grupos de capoeira e o tradicional “Guarda Embaixo”, bloco da Estiva com marchinhas e instrumentos de sopro. Já no dia 20, data dedicada a São Sebastião, a Lavagem das Escadarias da Catedral reafirma o respeito à diversidade religiosa, em um ato simbólico que une fé, memória e cultura popular.

Após o cortejo, a celebração segue com samba de roda nas imediações do Sindicato da Estiva, mantendo viva uma tradição que passou por períodos de interrupção, mas vem sendo resgatada com o envolvimento de fazedores de cultura e lideranças religiosas locais.
Ao reconhecer e valorizar essas manifestações, a BAMIN reafirma seu compromisso com os territórios do Sul da Bahia, respeitando suas histórias, promovendo a diversidade cultural e fortalecendo as relações com as comunidades que fazem parte da região onde a empresa atua.

BAMIN fortalece integração e impactos positivos em reunião do Comitê Interno de Comunicação Social

O Comitê Interno de Comunicação Social (CICS) da BAMIN se reuniu em dezembro, em Ilhéus, para aprofundar a integração entre os programas e projetos do Porto Sul e da FIOL 1. Com o tema “BAMIN – cuidando de quem importa e cuidando do que importa”, o encontro contou com a participação de parceiros estratégicos como CIEDS, BIOTA, EGIS, ISUS, PROGEN, ARCADIS, EXXPONENCIAL e MARRIKÁH. A reunião teve como objetivo fortalecer o fluxo informacional, alinhando ações e estratégias de comunicação para gerar impactos positivos nos territórios.

Durante a abertura, foram reafirmados os princípios que orientam a atuação da BAMIN: transparência, diálogo contínuo, escuta ativa, redes de confiança, consolidação de parcerias, proatividade e sensibilidade. Esses elementos, segundo os organizadores, são fundamentais para que os projetos não apenas cumpram exigências legais, mas também gerem benefícios reais e duradouros para as comunidades e para a sociedade local.

O encontro também levantou desafios estratégicos e provocou reflexões sobre práticas de governança e inclusão: como garantir equipes mais diversas e representativas dos territórios? Como ampliar a contratação de fornecedores locais? Como transformar as comunidades em protagonistas da cocriação e ampliar os impactos positivos das ações nos territórios? Essas questões reforçam o compromisso da empresa em envolver os públicos locais de forma ativa, além de atender às condicionantes dos projetos.

Os resultados apresentados durante a reunião demonstraram a efetividade da integração entre os parceiros do ecossistema BAMIN. Em 2025, milhares de pessoas foram impactadas, com acesso ampliado à renda, desenvolvimento de competências socioemocionais, valorização de culturas tradicionais, incubação e aceleração de negócios locais, além da preservação da fauna e flora da região. Comunidades indígenas, quilombolas e pesqueiras também foram reconhecidas e envolvidas em ações de educação ambiental, diálogo e desenvolvimento sustentável.

A agenda do CICS evidenciou que atuar em rede é essencial para gerar impactos positivos e duradouros. “Alinhar estratégia e sensibilidade, técnica e presença, rigor e afeto permite à BAMIN construir uma relação madura e responsável com os territórios, baseada na escuta, na proximidade e na soma de saberes”, concluiu  o Coordenador de Relacionamento com Comunidades da BAMIN, Ramon Chalhoub.

 

Esta ação é exigida como condicionante do licenciamento ambiental do Projeto Integrado da BAMIN, conforme regulamentação ambiental vigente. Porto Sul, registro nº 02001.003031/2009-84 | Licença de Instalação n.º 1362/2020, gerenciado pelo IBAMA e registro nº 2020.001.004926/LIC-04926 – portaria Nº 22.102/2021 /ANO BASE 2023, registrado pelo INEMA. Ferrovia de Integração Oeste-Leste registro nº 02001.021803/2021-56, gerenciado pelo IBAMA. 

BAMIN realiza monitoramentos semestrais sobre presença de animais silvestres no entorno da Mina Pedra de Ferro

A BAMIN realizou, no final de novembro, uma pesquisa voltada à identificação da presença de fauna silvestre nas comunidades rurais localizadas nos municípios de Caetité e Pindaí. A iniciativa teve como objetivo compreender se a incidência ou a frequência de animais silvestres tem gerado impactos no cotidiano das populações que vivem no perímetro mais próximo da Mina Pedra de Ferro.

Esta atividade faz parte de Condicionantes Socioambientais estabelecidas pelo INEMA da LI nº 17.973/2019 – XLVIII, atuando em uma malha amostral correspondente a 30% do número populacional da área de abrangência do Projeto Pedra de Ferro. Ao todo, foram visitadas 54 residências distribuídas em 12 comunidades. Em Caetité, a pesquisa contemplou as localidades de Açoita Cavalo I, Açoita Cavalo II, Mata dos Moreiras, Chácara e Canabrava. Já no município de Pindaí, participaram as comunidades de Brejo, Cachoeira de Baixo, Cachoeira de Cima, Pedro Antônio, Poço Dantas, Barra e Olho D’Água.

Durante as entrevistas, os moradores foram questionados sobre a percepção e a presença de animais silvestres, possíveis fatores relacionados ao aumento da incidência observados em suas propriedades. O monitoramento apontou que o animal mais citado foi o Callithrix penicillata, conhecido popularmente como sagui-do-tufo-preto, seguido pela Galea spixii (preá) e pelo Ramphastos (tucano).

A pesquisa, liderada pela TECSAN com apoio da equipe de Relacionamento com Comunidades do CIEDS, integra a abordagem participativa adotada pela BAMIN na conservação ambiental, que prioriza o envolvimento por participação direta das comunidades locais e integração social como pilares para a sustentabilidade do território. O questionário aplicado permitiu não apenas mapear a ocorrência das espécies, mas também identificar os nomes populares dos animais, possíveis práticas de caça e relatos de ataques ou conflitos com moradores da região.

 

Esta ação é exigida como condicionante do licenciamento ambiental do Projeto Integrado da BAMIN, conforme regulamentação ambiental vigente. Porto Sul, registro nº 02001.003031/2009-84 | Licença de Instalação n.º 1362/2020, gerenciado pelo IBAMA e registro nº 2020.001.004926/LIC-04926 – portaria Nº 22.102/2021 /ANO BASE 2023, registrado pelo INEMA. Ferrovia de Integração Oeste-Leste registro nº 02001.021803/2021-56, gerenciado pelo IBAMA. 

 

BAMIN realiza estudo de mapa mental na comunidade do Rio Almada para diagnóstico socioambiental

A BAMIN realizou um estudo de mapa mental colaborativo na comunidade do Rio Almada, como parte das ações do Programa de Compensação para Atividade Pesqueira, com o objetivo de promover o diálogo direto com as comunidades ribeirinhas e identificar, de forma participativa, os principais desafios enfrentados nas quatro comunidades do território: Aritaguá, Juerana, Sambaituba e Urucutuca. A iniciativa integrou o processo de diagnóstico socioambiental com foco no tema “Natureza em Transformação: Erosão e Clima”, priorizando a escuta ativa de lideranças, pescadores, pescadoras e marisqueiras.

Nesta primeira etapa, a equipe técnica da BAMIN, com o suporte de especialistas e o acompanhamento das lideranças locais, buscou identificar pontos críticos de erosão e assoreamento ao longo do rio. Para auxiliar na visualização das áreas indicadas pelos participantes, a atividade contou com a captura de imagens aéreas por meio do uso de drone, ampliando a compreensão espacial das mudanças observadas no território.

O mapa mental colaborativo foi a principal ferramenta metodológica utilizada durante a Visita de Reconhecimento. Construído em campo com a participação direta dos representantes das comunidades, o instrumento permitiu registrar percepções, observações e conhecimentos tradicionais, sistematizando o saber local de forma ativa e integrada à análise técnica. Essa abordagem possibilita compreender a dinâmica do Rio Almada a partir da vivência cotidiana de quem depende diretamente do ecossistema para sua subsistência.

Segundo a analista de Relacionamento com a Comunidade da BAMIN, Sandra Argolo, o estudo representa um passo fundamental para o planejamento das próximas ações. “O mapa mental é um instrumento essencial porque valoriza o conhecimento tradicional das comunidades e o integra à análise técnica. Esse diálogo nos permite estruturar oficinas e ações futuras que estejam realmente alinhadas às dinâmicas do território e às percepções de quem vivencia diariamente as transformações do Rio Almada”, destaca.

A participação da comunidade pesqueira foi central em todo o processo, fortalecendo o diagnóstico socioambiental e garantindo que as discussões refletissem as reais necessidades e desafios enfrentados no dia a dia. A integração entre o conhecimento técnico da BAMIN e o saber tradicional dos pescadores e marisqueiras reforça o compromisso da empresa com uma atuação responsável, baseada no diálogo e na construção conjunta de soluções.

Após a fase de identificação e mapeamento, estão previstas etapas de diálogos formativos, por meio de oficinas voltadas ao intercâmbio de conhecimentos, educação ambiental e conscientização sobre as causas e efeitos da erosão, do assoreamento e das mudanças climáticas. Na sequência, será elaborado um relatório executivo que sistematizará os resultados do estudo e subsidiará o planejamento de futuras iniciativas estratégicas do Programa de Compensação para Atividade Pesqueira, culminando na devolutiva às comunidades durante as reuniões dos Comitês do programa, assegurando o ciclo completo de ação, acompanhamento e transparência.

 

Esta ação é exigida como condicionante do licenciamento ambiental do Projeto Integrado da BAMIN, conforme regulamentação ambiental vigente. Porto Sul, registro nº 02001.003031/2009-84 | Licença de Instalação n.º 1362/2020, gerenciado pelo IBAMA e registro nº 2020.001.004926/LIC-04926 – portaria Nº 22.102/2021 /ANO BASE 2023, registrado pelo INEMA. Ferrovia de Integração Oeste-Leste registro nº 02001.021803/2021-56, gerenciado pelo IBAMA. 

Retrospectiva BAMIN 2025: um ano de entregas consistentes, diálogo com os territórios e fortalecimento da reputação

O ano de 2025 trouxe grandes desafios para a BAMIN. Mesmo em um cenário de reestruturação,  a empresa registrou resultados expressivos, mostrando que períodos de reorganização e “espera” podem se transformar em oportunidades para importantes entregas.

Enquanto o cronograma das grandes obras aguarda definições, as equipes dos três empreendimentos que compõem o Projeto Integrado — Mina Pedra de Ferro, FIOL 1 e Porto Sul — mantiveram suas atividades de forma consistente. Essas iniciativas reforçaram o compromisso da BAMIN com a segurança, a integridade, a transparência, o cuidado com o meio ambiente e, principalmente, o desenvolvimento social das comunidades onde atua.

O BAMIN em Ação desta semana apresenta a retrospectiva de 2025, lembrando que é sempre tempo de realizar. E, com esta mensagem, aproveitamos para desejar a todos boas festas e um novo ano de boas conquistas!

Confira os principais fatos que marcaram a BAMIN em 2025:

BAMIN fortalece diálogo e ações socioambientais em 2025: projetos em comunidades, educação ambiental e conservação reforçam o compromisso da BAMIN com desenvolvimento sustentável

Diálogo permanente com comunidades

As iniciativas socioambientais seguiram intensamente nas áreas próximas do Projeto Integrado ao longo de 2025:

Na Mina Pedra de Ferro, as ações de Relacionamento com Comunidades alcançaram ampla abrangência territorial e social, com 94 comunidades assistidas em Caetité, Pindaí, Guanambi e Licínio de Almeida. Ao longo do período, foram 3.830 pessoas engajadas diretamente e 13.313 alcançadas, por meio de campanhas de comunicação, prevenção e educação socioambiental. Destacam-se as ações relacionadas à venda de minério (2.468 pessoas), à prevenção de acidentes domésticos (2.692), às queimadas e à educação ambiental, além da realização de sete reuniões comunitárias, duas reuniões da Comissão de Acompanhamento do Empreendimento e atividades contínuas de porta a porta e inspeções em campo.

A equipe de Meio Ambiente da Mina Pedra de Ferro consolidou uma atuação robusta em monitoramento, conservação e recuperação ambiental. Foram realizadas duas campanhas de monitoramento de fauna, nas quais foram registrados 2.822 indivíduos e resgatados 214. Para além das campanhas, 662 indivíduos foram resgatados. Na flora, duas campanhas monitoraram 4.000 m² de área, identificando 3.378 indivíduos distribuídos em 266 espécies vegetais, além de ações contínuas de recuperação de áreas degradadas e monitoramento de áreas já recuperadas. O trabalho foi fortalecido pela manutenção do viveiro de mudas, Centro de Conservação e do Banco de Germoplasma, com a coleta de 126.381 sementes, a produção de 15.087 mudas e a expedição de 16.450 mudas para plantio e doação.

O monitoramento dos recursos hídricos na região da Mina incluiu duas campanhas, abrangendo 30 pontos de água superficial e sedimentos, cinco de água subterrânea e dois de efluentes, com centenas de coletas de dados de vazão hídrica nos vertedouros, réguas, piezômetros e poços. As ações foram complementadas por uma campanha de monitoramento de ruído ambiental, com medições diurnas e noturnas em 16 pontos, além de quatro visitas técnicas e uma vistoria ambiental, reforçando o compromisso da BAMIN com uma gestão ambiental responsável e integrada.

Já ao longo da FIOL 1, as iniciativas de engajamento social e educação ambiental abrangeram 137 comunidades, com ações permanentes de sensibilização e diálogo. Programas estruturantes impactaram públicos diversos, como o Programa de Educação Ambiental nas Escolas, que beneficiou mais de 1.000 alunos em mais de 10 escolas, e o Biomas da Nossa Terra, com cerca de 120 crianças participantes. O Trilhos do Desenvolvimento promoveu quatro seminários temáticos, mobilizando aproximadamente 80 lideranças comunitárias, enquanto o Programa de Educação Ambiental com Trabalhadores abordou 12 temas ao longo do ano, apoiado pela produção e distribuição de 12 vídeos e 12 materiais educativos. A RIOLESC (Rede de Integração Oeste-Leste de Economia Solidária e Circular) envolveu 60 empreendedores, fortalecendo a inclusão, a geração de renda e o desenvolvimento local.

Dentro das ações de Meio Ambiente da BAMIN na região da FIOL 1, foram resgatados 64 animais, incluindo o tiriba-de-orelha-branca (Pyrrhura leucotis), espécie vulnerável segundo a International Union for Conservation of Nature (IUCN). Na flora, a gestão florestal resultou na geração de 48,74 m³ de toras e 6,38 m³ de lenha, além do resgate de 1.408 indivíduos entre plântulas, sementes, epífitas e hemiepífitas. O monitoramento da qualidade da água somou 32 coletas em oito pontos ao longo do trecho em obra. As ações incluíram ainda 18 vistorias ambientais, reforçando o compromisso da BAMIN com a gestão ambiental responsável na FIOL 1.

O Porto Sul também apresentou resultados expressivos em suas ações socioambientais, com destaque para os programas de Educação Ambiental, Comunicação e Desenvolvimento Local. Foram realizadas 18 reuniões com comunidades pesqueiras, entregues 40 embarcações e retirados cerca de 700 kg de resíduos do oceano. As ações educativas alcançaram diretamente 725 estudantes da rede pública e resultaram na coleta de 1.735 kg de resíduos em praias e rios. No eixo de geração de renda, a Incubadora Social Porto Sul completou um ano apoiando 14 empreendedores comunitários, com oficinas que impactaram 196 pessoas e a participação de 19 mulheres nas Feirinhas do Empreendedor, além da elaboração de um Roteiro Turístico para o Litoral Norte de Ilhéus a partir de mais de 10 campanhas de pesquisa.

A atuação comunitária, social e cultural também foi marcada por ampla mobilização. Ao longo do ano, foram realizadas mais de 40 ações porta a porta, quatro rodas de conversa temáticas e dois Fóruns de Acompanhamento Social, além do acompanhamento contínuo de 25 famílias reassentadas. No campo cultural, o Programa de Valorização da Cultura distribuiu 737 livros, jogos e materiais escolares, beneficiando mais de 400 pessoas, e promoveu 14 ações de apoio a grupos culturais, culminando no II Encontro de Bumbas, em Ilhéus, fortalecendo o diálogo comunitário e o protagonismo local.

Na área ambiental, o Porto Sul manteve em execução 29 dos 31 programas previstos em licença, além de uma rotina de inspeções ambientais semanais e 12 campanhas de monitoramento da qualidade do ar, das águas e dos sedimentos. Foram acompanhados cerca de 29 hectares de áreas reflorestadas e registrados indicadores relevantes de biodiversidade, como mais de 25,4 mil indivíduos de entomofauna, 11,5 mil aves de 245 espécies — o maior índice da série histórica — e cerca de 330 primatas de 23 espécies endêmicas da Mata Atlântica. O CETRAS BAMIN/Porto Sul atendeu 253 animais silvestres ao longo do ano, com taxa de reabilitação e alta clínica de 71,5%, reforçando o compromisso com a proteção ambiental e a transparência institucional.

Resgate micos-leões-da-cara-dourada

Em 2025, a BAMIN também reforçou sua atuação ambiental com o resgate, reabilitação e integração de três micos-leões-da-cara-dourada, espécie símbolo de Ilhéus e ameaçada de extinção, ao programa nacional de conservação genética do Zoológico de São Paulo.

Os animais foram recuperados pelo CETRAS BAMIN, em parceria com o INEMA, ICMBio e AZAB, e transferidos com apoio logístico da LATAM. A iniciativa evidenciou a importância da cooperação institucional e reafirmou o compromisso da empresa com a preservação da biodiversidade da Mata Atlântica na região do Porto Sul.

Da Comunicação ao fortalecimento da Governança: empresa consolidou integridade, inovação e eficiência em todas as frentes do Projeto Integrado

Comunicação ativa

Em 2025 a BAMIN foi destaque na mídia. Até novembro, foram registradas 1.051 matérias positivas citando diretamente a empresa, sendo 296 provocadas pela própria área de Comunicação, por meio da assessoria de imprensa. Um dos projetos da BAMIN, a RIOLESC, chegou a ser página inteira no Caderno de Economia de domingo do jornal A Tarde, destacando a importância da ação para o desenvolvimento do empreendedorismo ao longo da FIOL 1.

A atuação estratégica da Comunicação também se refletiu na participação da BAMIN na Exposibram 2025, no mês de outubro, com um estande que recebeu milhares de visitantes. Mais de 600 pessoas responderam aos questionários institucionais, e a empresa marcou presença em três painéis oficiais: com o CEO da companhia, Eduardo Ledsham, na abertura, com o diretor técnico, estratégia e planejamento integrado, Lucas Araújo debatendo inovação e a gerente de comunicação corporativa, Sandra Barroca abordando reputação. O evento também rendeu entrevistas para a Reuters, Bloomberg e Brasil Mineral, ampliando a visibilidade internacional do Projeto Integrado.

Venda de minério

Na Mina Pedra de Ferro, o ano de 2025 foi marcado pela comercialização dos estoques remanescentes de minério, com a venda de quase 100 mil toneladas estocadas no terminal de Licínio de Almeida e na Mina Pedra de Ferro. A operação da mina trouxe um desafio inédito: a abertura de uma nova rota logística, utilizando a “Estrada da Renova”, uma via não pavimentada com 22 quilômetros de extensão, localizada na região de Caetité.

Foi a primeira vez que esse trecho foi utilizado para o transporte de minério, o que exigiu articulação com as autoridades locais, além de uma revitalização completa da estrada para torná-la apta ao tráfego de carretas.

As operações de venda do estoque demandaram alto nível de engajamento em etapas críticas como a blendagem do minério, a pesagem, manutenções na via,  e o monitoramento logístico. O êxito da operação refletiu a atuação integrada de várias áreas da empresa.

Paralelamente, a Mina encerra o ano com cerca de 400 ações de manutenção e preservação do ativo, incluindo 95 iniciativas voltadas ao plano de drenagem — fundamental para o período chuvoso —, além da entrega de documentos mandatórios para o atendimento aos quesitos legais e regulatórios.

Racional da repactuação da FIOL1

Em 2025, a BAMIN apresentou à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) a necessidade de repactuação da FIOL 1, com base no reconhecimento de um desequilíbrio contratual comprovado por dados objetivos e análises técnicas. O processo foi conduzido com transparência junto à Agência e ao Governo, preservando a credibilidade da empresa.

Sustentada por indicadores econômicos, cotações e projeções de mercado de instituições especializadas, a iniciativa foi bem recebida pelas autoridades e possibilitou o ajuste de prazos, obrigações e responsabilidades à realidade do projeto. Com isso, a repactuação fortaleceu a segurança jurídica, aumentou a previsibilidade para investidores e criou as condições para a retomada sustentável das obras e a integração da ferrovia ao corredor logístico da BAMIN.

Conclusão das Medidas Protetivas da Pedreira Aninga – área fundamental para o empreendimento em Ilhéus

As intervenções garantiram segurança e estabilidade estrutural, com zero acidentes registrados e uma otimização de 32% nos custos. Executado dentro do prazo, o trabalho envolveu melhorias de sinalização, implantação de bacias de contenção, leiras de proteção e adequações gerais que permitiram manter a área temporariamente inativa de forma segura. A ação foi marcada pela forte integração entre equipes da Mina e do Porto, consolidando aprendizados importantes em gestão, colaboração técnica e eficiência operacional.

Escuta, segurança e integridade

Internamente, 2025 foi marcado pela execução do Plano de Estabilização, após período de ajuste operacional. A retomada do Integra e as rodadas de conversa com lideranças em todos os sites reforçaram o diálogo, a escuta ativa e a coesão organizacional em um período sensível. Até novembro, o canal Alô BAMIN registrou 560 manifestações atendidas, todas dentro do prazo, com um SLA médio de 7,8 dias, mesmo diante da redução de equipes.

Na área de Saúde e Segurança Operacional, a aderência aos desvios críticos identificados em inspeções se manteve em 100%, resultado que contribuiu diretamente para um ambiente mais seguro, sem registro de acidentes com ou sem afastamento. Ao longo do ano, foram realizadas 50 campanhas de SSO, além de treinamentos com foco comportamental e no protagonismo de cada colaborador como líder em segurança.

Ética, compliance e governança fortalecidas

O ano também foi significativo para a agenda de integridade e compliance. Foram realizadas três rodadas de treinamentos, totalizando 12 encontros presenciais, com 818 participações entre empregados próprios e terceiros. No período, 31 denúncias foram recebidas e tratadas.

O grande marco foi a adesão ao Pacto Brasil pela Integridade Empresarial, em setembro de 2025, reforçando publicamente o compromisso da BAMIN com ética, transparência e boas práticas.

CAPEX 2025

Em 2025, a BAMIN realizou a atualização do Capex do Projeto Integrado como um movimento estratégico essencial para garantir um planejamento mais seguro, eficiente e alinhado às expectativas de investidores e acionistas. Ao revisar a estimativa de investimentos ao longo do ano, a empresa não apenas converteu todos os trabalhos realizados em valores monetários, mas traduziu os montantes necessários para a materialização do empreendimento em uma linguagem universal, clara e compreensível para todos os envolvidos.

Mais do que um exercício numérico, o processo exigiu esforço coletivo, compromisso e rigor técnico para assegurar que a proposição do projeto permanecesse consistente, sustentável, defensável e permanentemente apta à auditoria. Mesmo sem o avanço físico das obras, manter uma base de valores atualizada gerou ganhos institucionais relevantes, reforçando a transparência da companhia e oferecendo uma base realista e confiável que orienta decisões estratégicas futuras de acionistas e potenciais investidores.

Reconhecimento
Em agosto, a empresa recebeu o Selo Pacto pela Mulher, concedido pela Prefeitura de Salvador, em reconhecimento às práticas de equidade de gênero e inclusão, com destaque para programas como Laço Materno, Espaço Mãe e Elas por Elas. Em dezembro, pela sexta vez consecutiva, a BAMIN conquistou a certificação Great Place to Work (GPTW), reforçando uma cultura organizacional baseada em confiança, respeito e valorização das pessoas.

A retrospectiva de 2025 mostra que, mesmo em um contexto desafiador, a BAMIN manteve-se presente, ativa e conectada aos seus públicos. Entre segurança, integridade, meio ambiente, pessoas e comunidades, o ano reafirmou que o Projeto Integrado seguiu vivo no território e nas relações, preparado para avançar quando o próximo ciclo se iniciar.

BAMIN reforça compromisso socioambiental com entrega de Lixeira Rural e equipamentos para artesãs indígenas em comunidades de Ilhéus

Em dezembro, a BAMIN avança em mais um ciclo de ações dedicadas ao fortalecimento socioambiental de comunidades indígenas de Ilhéus. As entregas, acompanhadas pelo Programa de Educação Ambiental com Comunidades, contemplam a instalação de uma Lixeira Rural na Aldeia Igalha e o fornecimento de equipamentos para o grupo de artesãs locais, em iniciativas planejadas a partir de demandas identificadas junto às lideranças tradicionais.

A implantação da Lixeira Rural na Aldeia Igalha tem como propósito contribuir para a gestão adequada de resíduos, reforçando uma cultura de educação ambiental alinhada às práticas e valores da própria comunidade. Fruto de um processo construído coletivamente, a estrutura, formada por três lixeiras de 2,20 m de comprimento, 1,5 m de largura e 1 m de altura cada, foi posicionada a partir de diálogo direto com as lideranças, que revisitaram, junto à equipe da BAMIN, os resultados do Diagnóstico Rápido Participativo realizado em 2023. As ações foram organizadas respeitando a disponibilidade e o interesse das famílias envolvidas. A entrega aconteceu na tarde do dia 2.

Com essa iniciativa, a BAMIN espera gerar benefícios imediatos e duradouros. A Lixeira Rural contribui para ampliar a conscientização sobre separação e descarte adequado de resíduos, estimular o consumo consciente, fortalecer práticas de reaproveitamento de materiais e consolidar uma cultura de responsabilidade socioambiental. A integração entre desenvolvimento comunitário e preservação ambiental é um dos pilares centrais da ação.

Além da instalação da estrutura, a Aldeia Igalha também foi beneficiada com a entrega de equipamentos destinados às artesãs da comunidade, na tarde do dia 5. A iniciativa foi estruturada após escuta ativa das necessidades locais, seguida do planejamento de um workshop sobre o uso de materiais naturais e recicláveis na produção artesanal. A proposta busca incentivar práticas sustentáveis, promover a inovação criativa e fortalecer a geração de renda por meio do artesanato, garantindo melhores condições de trabalho e ampliando a qualidade e a diversidade das peças produzidas.

“A cada etapa desse processo, reafirmamos nosso compromisso em atuar de forma respeitosa, participativa e alinhada às tradições das comunidades indígenas”, destaca Sandra Argolo, analista de Relacionamento com Comunidades da BAMIN. “As entregas representam não apenas apoio estrutural, mas oportunidades de promover educação ambiental, valorizar saberes ancestrais e contribuir para o fortalecimento produtivo e cultural das famílias da região”, afirma.

 

Esta ação é exigida como condicionante do licenciamento ambiental do Projeto Integrado da BAMIN, conforme regulamentação ambiental vigente. Porto Sul, registro nº 02001.003031/2009-84 | Licença de Instalação n.º 1362/2020, gerenciado pelo IBAMA e registro nº 2020.001.004926/LIC-04926 – portaria Nº 22.102/2021 /ANO BASE 2023, registrado pelo INEMA. Ferrovia de Integração Oeste-Leste registro nº 02001.021803/2021-56, gerenciado pelo IBAMA. 

 

Estudantes de Geologia do IFBA realizam visita técnica à Mina Pedra de Ferro

A Mina Pedra de Ferro recebeu, no dia 4 de dezembro, a visita de 13 estudantes do último semestre do curso Técnico Integrado em Geologia do Instituto Federal da Bahia (IFBA), campus Salvador. A atividade teve como objetivo aproximar os futuros profissionais do ambiente da mineração, permitindo que conhecessem de perto todas as etapas das operações — da exploração ao beneficiamento do minério —, além das práticas de controle ambiental que integram o processo.

Ao longo de um dia de imersão, os visitantes, acompanhados da professora Renilda Fátima de Lima e com o apoio da monitora docente Flávia Mendes, percorreram a mina, a usina, o Centro de Conservação Socioambiental e o Galpão de Testemunhos Paulo Varella. Na ocasião, foram recepcionados pelos gerentes da Mina, Ana Paula Moreira e João Soares, e contaram com o acompanhamento em campo do coordenador de Pesquisa Mineral, Firmino Lima, do técnico de Controle e Processos, Lindomar Junqueira, e do técnico especializado em Mineração, Saulo Cota.

Renilda Fátima ressaltou a importância da atividade para a formação da turma. “Estar na BAMIN com os formandos do curso Técnico em Geologia do IFBA garantiu uma experiência única, que uniu profissionalismo, competência e cuidado com o meio ambiente. Ficamos muito satisfeitos com toda a atenção dispensada”, comentou a professora.

Para Ana Paula Moreira, a participação dos alunos demonstrou maturidade e interesse. “Foi um grupo muito atento e detalhista. Eles queriam ter uma visão clara da atuação técnica, estavam bem preparados na parte teórica e conseguiram compreender todo o fluxo operacional. Mostraram grande empenho e aproveitaram ao máximo a experiência”, afirmou.

Com iniciativas como essa, a BAMIN reforça seu compromisso com a formação de novos profissionais e com o desenvolvimento do setor mineral, promovendo a integração entre estudantes e especialistas e incentivando uma mineração responsável, sustentável e alinhada às melhores práticas do mercado.

Instituições de ensino da região podem agendar visitas à Mina Pedra de Ferro através do telefone (77) 3454–8542 ou do e-mail visitas@bamin.com.br.

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