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BAMIN revitaliza área de dreno de fundo para futura pilha de estéril da Mina Pedra de Ferro

A BAMIN acaba de revitalizar a área do dreno de fundo da Mina Pedra de Ferro, na região de Caetité. A estrutura é importante para o avanço da mina, uma vez que dará suporte à futura pilha de estéril do projeto integrado, fundamental para a sobrevida do empreendimento no longo prazo.

A intervenção incluiu melhorias nos acessos, sistemas de drenagem, leiras de proteção e enrocamentos, em uma área com presença de água, onde o curso hídrico foi preservado e passou a ser direcionado de forma mais adequada, favorecendo o escoamento e a filtragem. As medidas também ampliaram a proteção e a segurança do local durante os períodos de chuva.

A revitalização foi realizada em uma obra de escavação executada em 2023, que permaneceu pausada por cerca de dois anos e meio. Durante a escavação, foi formada uma pilha de material denominada ADME (Área de Depósito de Material Excedente), incorporada ao plano de care and maintenance da BAMIN e submetida a monitoramento periódico, com atenção às condições de drenagem. A água da chuva passou a ser conduzida de forma adequada, contribuindo para a estabilidade geotécnica e a conservação das estruturas, sem acúmulo ou infiltrações.

Melhorias garantem segurança e estabilidade da área

Antes da revitalização, o local apresentava necessidade de melhorias nos acessos, na drenagem e nas estruturas de proteção, além de processos erosivos. A intervenção reorganizou a área e ampliou as condições de segurança, funcionalidade e estabilidade.

Segundo o técnico especializado em Mineração da BAMIN, Saulo Cota, responsável por liderar as atividades, a revitalização deixou o local organizado e protegido para a retomada das operações. “A área passou a apresentar uma melhor organização, estabilidade e desempenho no escoamento de água, reduzindo riscos de erosão e garantindo maior confiabilidade para as futuras operações, fazendo mais com menos”.

O gerente de Operação de Mina da BAMIN, João Soares, destaca a execução segura da intervenção e a otimização dos recursos empregados. “Essa revitalização foi feita em total segurança, sem registro de acidentes, dentro dos recursos do care and maintenance, deixando o local apto para retomada da obra”.

 

 

BAMIN realiza Fórum de Acompanhamento Social com lideranças comunitárias em Uruçuca

A BAMIN realizou, na manhã da última quinta-feira (13), no Instituto Federal da Bahia (IFBA), em Uruçuca, a quinta edição do Fórum de Acompanhamento Social. O encontro reuniu 25 lideranças comunitárias de Ilhéus, Uruçuca, Aurelino Real, Barra do Rocha, Gongogi e Japomirim, municípios que integram o Lote 1 da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL 1). O objetivo foi apresentar, de forma detalhada, o progresso do projeto, com foco nas áreas de implantação das obras e nas iniciativas de relacionamento com as comunidades.

Na ocasião, as lideranças puderam esclarecer dúvidas, apresentar sugestões e discutir temas relacionados à implantação da Ferrovia diretamente com as equipes técnicas da empresa. “Parabéns à BAMIN pela iniciativa. É por meio desse diálogo com a comunidade que a empresa consegue compreender melhor seus anseios, especialmente em relação ao meio ambiente e à preservação da qualidade de vida”, afirmou o diretor-geral do Instituto Federal Baiano de Uruçuca, João Victor.

Realizado semestralmente, de forma alternada nos quatro lotes do projeto, o fórum mantém um canal de diálogo com moradores das regiões próximas ao empreendimento, facilitando o acesso a informações sobre a FIOL 1 e permitindo o encaminhamento de demandas às áreas responsáveis. Desde a sua primeira edição, em 2024, já passou por Uruçuca, Jequié, Tanhaçu e Caetité.

“É um espaço aberto para ouvir quem está nas comunidades, entender suas dúvidas e receber suas contribuições. Ter esse contato direto torna a comunicação mais próxima e acessível”, avalia o coordenador de Relacionamento com as Comunidades da BAMIN, Ramon Chalhoub.

 

 

 

Catálogo de empreendedores apoiados pela BAMIN fortalece negócios e amplia oportunidades

  O fortalecimento da economia solidária e circular ganhou um novo impulso com o lançamento do Catálogo RIOLESC 2026, realizado pela BAMIN. O evento marcou o reencontro de 51 microempreendedores que participaram das edições de 2024 e 2025 da Rede de Integração Oeste-Leste de Economia Solidária e Circular (RIOLESC), consolidando os resultados alcançados ao longo da iniciativa.

Para o diretor de Sustentabilidade da BAMIN, Marcelo Dultra, a ação reforça o papel da empresa no desenvolvimento regional. “A RIOLESC consolida o apoio à agricultura familiar, pesca, cultura popular e inovação, contribuindo para uma economia mais justa, circular e conectada aos territórios. O catálogo contribuirá para que esses empreendedores se posicionem de maneira a ampliar a possibilidade de novos negócios e a conquista de novos clientes”, afirma Marcelo Dultra, diretor de Sustentabilidade da BAMIN, presente no encontro ao lado da equipe de Relacionamento com Comunidades da empresa.

Durante a cerimônia de entrega dos catálogos, cada empreendedor compartilhou experiências sobre a trajetória construída com o apoio da BAMIN, através da RIOLESC. A publicação apresenta o conceito do projeto, as ações de acompanhamento técnico, mentorias e capacitações oferecidas aos empreendedores dos quatro lotes por onde a FIOL 1 irá passar, contemplando municípios como Jequié, Ilhéus, Uruçuca, Brumado, Tanhaçu, Caetité, Itagibá e Ibiassucê.

Além de reunir os contatos e produtos dos 51 empreendedores pioneiros, o catálogo evidencia iniciativas ligadas à agricultura familiar, pesca, cultura popular e inovação, destacando avanços como a formalização dos negócios, o fortalecimento do associativismo, o uso do marketing digital e o amadurecimento da produção.

Para o empreendedor José Rômulo da Silva Santos, de 56 anos, produtor de licores artesanais, o catálogo representa uma importante ferramenta para ampliar a presença dos pequenos negócios no mercado.

“Reunir os produtos e os empreendimentos em um único catálogo tem uma importância muito grande, porque fortalece nossas marcas, amplia a divulgação dos produtos e possibilita a chegada de novos clientes. No próprio evento conquistei um novo parceiro comercial, que conheceu meus licores, aprovou a qualidade e levou algumas unidades para testar no seu estabelecimento. Agora estou aguardando esse retorno com muita expectativa.”

A personal organizer Guiomar Vieira Gomes, de 41 anos, também destaca os resultados obtidos após integrar a publicação. “O catálogo facilita o acesso aos serviços e produtos dos empreendedores e dá mais visibilidade à economia solidária, que tem um papel importante no desenvolvimento social. Desde que passei a fazer parte da iniciativa, percebi aumento na visibilidade das minhas redes sociais e nas vendas dos organizadores. Agora estou preparando uma nova turma de aulas virtuais para ampliar ainda mais esse alcance”, celebrou a profissional.

Com a edição do catálogo, a RIOLESC amplia a divulgação dos empreendimentos apoiados pela BAMIN e fortalece a conexão entre produtores, consumidores e parceiros. A iniciativa consolida uma rede regional de economia solidária e circular, valorizando os negócios locais e criando possibilidades de comercialização e desenvolvimento para os participantes.

 

Programa da BAMIN promove diálogo entre saberes tradicionais e novas tecnologias em escolas de Contendas do Sincorá

Os estudantes do 9º ano da Escola Municipal Santa Luzia, em Contendas do Sincorá, e alunos da Escola Municipal Santa Maria do Distrito Ilha Grande, em Iramaia, participaram, nos dias 29 e 30 de julho, de mais uma edição do PEA nas Escolas, iniciativa do Programa de Educação Ambiental (PEA) da BAMIN. Com a temática “Múltiplos Saberes, Cultura Ancestral e Novas Tecnologias: quando diferentes formas de conhecimento se encontram”, a atividade reuniu 40 participantes em uma programação voltada à valorização dos conhecimentos tradicionais e ao diálogo entre diferentes formas de aprender e compartilhar experiências.

A programação contou com uma apresentação institucional sobre o Programa e uma dinâmica participativa que estimulou os estudantes a refletirem sobre as histórias e os conhecimentos presentes em suas famílias e comunidades. Durante a atividade, os jovens compartilharam saberes transmitidos entre gerações, especialmente relacionados à agricultura, além de experiências adquiridas ao longo da vida e ensinamentos que também já repassaram a outras pessoas.

A ação integra as iniciativas de relacionamento comunitário da BAMIN e é executada pelo CIEDS, parceiro técnico responsável pela implementação do Programa de Educação Ambiental. O objetivo é fortalecer a identidade cultural local, incentivar o diálogo intercultural e contribuir para a preservação do patrimônio imaterial e dos conhecimentos tradicionais existentes nos territórios de atuação do empreendimento.

Ao longo de 2026, o PEA nas Escolas vem promovendo encontros em diferentes comunidades, trazendo temas relevantes para a formação dos estudantes, como o uso excessivo de telas, a prevenção ao uso de álcool e outras drogas, agricultura familiar e educação ambiental, sempre estimulando o protagonismo juvenil e a reflexão sobre questões que fazem parte da realidade das comunidades.

Para o coordenador de Relacionamento com as Comunidades da BAMIN, Ramon Chalhoub, iniciativas como essa contribuem para aproximar diferentes gerações e ampliar a percepção dos jovens sobre o valor do conhecimento local. “O PEA nas Escolas cria espaços de diálogo onde os estudantes reconhecem a riqueza dos saberes presentes em suas famílias e comunidades, ao mesmo tempo em que refletem sobre os desafios e as oportunidades trazidos pelas novas tecnologias. Valorizar essas diferentes formas de conhecimento é fortalecer a identidade cultural e incentivar o protagonismo dos jovens na construção de um futuro mais sustentável.”

A valorização dos saberes tradicionais foi também abordada pela BAMIN em outros programas da empresa, como o Programa de Educação Ambiental com Trabalhadores, com a divulgação de um vídeo educativo e palestras de letramento.

 

Murais educativos reforçam conscientização ambiental em Carobeira e Castelo Novo

As comunidades de Carobeira e Castelo Novo receberam mais uma ação de manutenção dos Murais Educativos, iniciativa desenvolvida pelo Programa de Educação Ambiental com as Comunidades, que fortalece a conscientização socioambiental e o diálogo permanente com as comunidades próximas à BAMIN.

A ação tem como principal objetivo garantir que estudantes, educadores e moradores tenham acesso a temas atuais e relevantes sobre preservação ambiental, cidadania, saúde, cultura, diversidade e qualidade de vida.

Além da renovação dos cards informativos, a programação incluiu dinâmicas educativas com os alunos, estimulando a participação ativa e o aprendizado por meio de atividades lúdicas. Os professores também recebem guias pedagógicos com sugestões de práticas para trabalhar as temáticas apresentadas nos murais em sala de aula, de forma interdisciplinar, crítica e alinhada ao cotidiano das comunidades.

A iniciativa integra a estratégia contínua de educação ambiental da BAMIN com as comunidades e utiliza recursos visuais e educativos para aproximar assuntos socioambientais da realidade local, fortalecendo o papel da escola como espaço de formação cidadã e multiplicação de conhecimento. De acordo com o coordenador de Relacionamento com Comunidades da BAMIN, Ramon Chalhoub, a ação representa um importante instrumento de aproximação.

“Os Murais Educativos vão além da divulgação de informações. Eles promovem o diálogo sobre temas que fazem parte da realidade das comunidades e incentivam a participação de estudantes, professores e moradores na construção de uma cultura de cuidado com o meio ambiente e com o território. A atualização permanente dos conteúdos reforça esse compromisso e contribui para que a educação ambiental aconteça de forma contínua e participativa.”

A manutenção dos murais acontece mensalmente nos 12 equipamentos instalados em escolas públicas e espaços coletivos das comunidades próximas da BAMIN. A cada mês, os conteúdos são renovados com base no Calendário Socioambiental, garantindo que temas ambientais e sociais relevantes permaneçam presentes no cotidiano das comunidades ao longo de todo o ano.

BAMIN recebe representantes do Ministério de Portos e Aeroportos e da Codeba em visita ao Porto Sul

A BAMIN recebeu representantes da Secretaria Nacional de Portos e Aeroportos do Ministério de Portos e Aeroportos e da Companhia das Docas do Estado da Bahia (Codeba) para uma visita institucional ao Projeto Porto Sul, em Ilhéus. A comitiva foi liderada pelo coordenador-geral de Autorizações Portuárias, Pedro Pena, e contou ainda com a participação do gerente do Porto de Ilhéus, João Batista dos Santos, e do chefe da Área do Porto de Ilhéus, Gilberto Rodrigues de Oliveira.

Os visitantes foram recepcionados pelo diretor de Sustentabilidade da BAMIN, Marcelo Dultra, e acompanharam uma apresentação sobre as obras de engenharia já executadas, além das iniciativas socioambientais implementadas pela empresa.

Para a gerente de Relações Institucionais e Governamentais da BAMIN, Larissa Souza, a agenda evidencia a importância do diálogo permanente com instituições estratégicas para o desenvolvimento do empreendimento. “Receber representantes do Ministério de Portos e Aeroportos e da Codeba é uma oportunidade de apresentar, com transparência, os avanços do Projeto Porto Sul e fortalecer uma parceria construída com base no diálogo, na confiança e no compromisso com o desenvolvimento sustentável da região”, destacou.

 

Empreendedora da Incubadora Social leva sabores da agricultura familiar ao festival de chocolate em Ilhéus

 A empreendedora Cleide Santos, da comunidade do Valão, marcou presença no Festival do Chocolat Bahia 2026, um dos maiores eventos dedicados ao setor de cacau e chocolate do país. Com um estande próprio, ela apresentou e comercializou os produtos da Cleidelícias, empreendimento fortalecido por meio da Incubadora Social, iniciativa apoiada pela BAMIN, em Ilhéus, que promove o desenvolvimento do empreendedorismo local.

A participação no festival é mais um resultado das ações desenvolvidas pela iniciativa, que oferece capacitações, orientação técnica e acompanhamento aos empreendedores da região, contribuindo para o fortalecimento dos negócios e a ampliação das oportunidades de mercado.

Integrante da Incubadora Social há cerca de dois anos, Cleide destaca que o apoio recebido foi fundamental para a evolução do empreendimento. Nesse período, ela aprimorou a gestão do negócio, investiu no fortalecimento da marca e aperfeiçoou a apresentação dos produtos, conquistando mais segurança para participar de eventos de grande porte.

Durante o festival, a empreendedora levou ao público geleias artesanais nos sabores cacau, araçá-roxo, cupuaçu e manga com maracujá e pimenta, além de cocadas de cacau, banana e maracujá, jenipapo cristalizado e chocolate artesanal. Entre os produtos, a geleia de cacau foi o grande destaque, recebendo elogios dos visitantes pelo sabor diferenciado e pela valorização da produção regional.

Além das vendas, a participação no evento possibilitou novos contatos, a troca de experiências com outros empreendedores e a ampliação da visibilidade da marca, abrindo perspectivas para futuras parcerias e oportunidades de negócios. “Participar do Festival do Chocolat Bahia 2026 foi uma experiência muito especial e enriquecedora. Estar em um dos maiores eventos do setor representou um importante reconhecimento do trabalho que venho

Desenvolvendo, além da oportunidade de apresentar a nova identidade da Cleidelícias. A Incubadora Social Porto Sul foi fundamental para essa trajetória, pois me ajudou a fortalecer a gestão do negócio, a marca e a apresentação dos produtos. Saio desse evento ainda mais motivada, com novas perspectivas de crescimento e de valorização dos ingredientes da nossa região”, afirma Cleide Santos.

 

Com apoio da BAMIN, Associação de Mulheres de João Barroca é um dos destaques na Festa de Senhora Santana

A Associação de Mulheres de João Barroca, apoiada pela BAMIN por meio de ações voltadas ao fortalecimento do empreendedorismo comunitário, foi um dos destaques da Vila Gastronômica da Festa de Senhora Santana 2026, em Caetité. A participação da entidade no evento representa mais um resultado das iniciativas desenvolvidas para impulsionar negócios locais liderados por mulheres e promover o desenvolvimento socioeconômico das comunidades.

A associação conquistou uma vaga na Vila Gastronômica após participar de um processo seletivo que reuniu mais de 100 empreendimentos culinários da região. Entre os diferenciais que garantiram sua seleção estiveram a qualidade dos produtos oferecidos e o fato de ser formada exclusivamente por mulheres, promovendo o protagonismo feminino, a economia solidária e a valorização da produção local.

Realizada entre os dias 19 e 26 de julho, a Vila Gastronômica se firmou como um dos espaços mais movimentados da programação da Festa de Senhora Santana, recebendo cerca de 10 mil visitantes ao longo dos sete dias de funcionamento. Na barraca da associação, o público encontrou um cardápio variado, com caldos, mini pizzas, salgados, tortas, chocolates quentes e outras receitas preparadas artesanalmente.

Ao longo da programação, a barraca recebeu centenas de visitantes, entre eles o prefeito de Caetité, Valtécio Aguiar, que esteve acompanhado da família para prestigiar o espaço e experimentar os produtos comercializados pela associação.

A receptividade do público foi um dos pontos altos da participação. A aposentada Dona Luci destacou a qualidade dos alimentos e a organização da barraca. “Parei aqui na barraca e adorei. Encontrei algo que gosto muito, que é o caldo, acompanhado de um pão delicioso. O que mais me chamou atenção foi a higienização, a organização e a limpeza da barraca. As meninas estão todas uniformizadas e oferecem um atendimento excelente. Estão de parabéns. Voltarei nos próximos dias.”

A cliente Mariane Vilane também elogiou os produtos e o atendimento. “Adorei o pastel. Já vim aqui três vezes e estou retornando pela quarta. O pastel é delicioso, servido quentinho na hora, e o atendimento é maravilhoso. Sem dúvidas estarei por aqui nos próximos dias.”

Além do reconhecimento do público, a participação na Vila Gastronômica trouxe resultados concretos para a associação. Em sua primeira participação no evento, o empreendimento registrou um bom desempenho no faturamento, o que demonstra o potencial da iniciativa para ampliar a geração de renda, fortalecer o empreendedorismo feminino e incentivar a comercialização da produção local.

A trajetória da Associação de Mulheres de João Barroca destaca o impacto do apoio da BAMIN ao fortalecimento de empreendimentos comunitários. Ao incentivar iniciativas lideradas por mulheres, a empresa contribui para ampliar oportunidades de trabalho e renda, fortalecer a economia local e promover o desenvolvimento sustentável nas comunidades onde atua.

 

Fórum de Acompanhamento Social do Porto Sul visita Observatório Social e amplia diálogo sobre monitoramento ambiental

Os integrantes do Fórum de Acompanhamento Social do Porto Sul participaram, na última quarta, dia 15, de uma visita técnica ao Observatório Social do Parque Científico Tecnológico do Sul da Bahia (PCTSul), instalado na Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), em Ilhéus. A atividade integra as ações do Programa de Comunicação e Interação Social, condicionante ambiental conduzida pela BAMIN e executada pelo CIEDS. A visita foi escolhida pelos próprios membros do Fórum como tema prioritário para 2026, durante votação realizada no primeiro semestre, reforçando o caráter participativo da iniciativa.

Criado a partir do Termo de Compromisso Socioambiental (TCSA), firmado em 2019 entre o Ministério Público da Bahia, o Ministério Público Federal, o Governo da Bahia, por meio da Secretaria do Meio Ambiente (SEMA) e do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (INEMA), a BAMIN e a Prefeitura de Ilhéus, o Observatório Social tem como objetivo acompanhar os resultados dos monitoramentos ambientais, apoiar pesquisas e estudos acadêmicos e disponibilizar informações de interesse público.

Durante a visita, os participantes conheceram a estrutura física do Observatório, seus sistemas de organização de dados e as ferramentas utilizadas para armazenar e disponibilizar informações ambientais de forma acessível e transparente. A programação também permitiu compreender como a iniciativa aproxima a produção científica da sociedade, fortalecendo o acompanhamento social e o diálogo entre o empreendimento, instituições de pesquisa, órgãos públicos e comunidades.

Para o diretor de Sustentabilidade da BAMIN, Marcelo Dultra, iniciativas como essa fortalecem a transparência e ampliam o acesso da sociedade às informações relacionadas ao empreendimento. “O Observatório Social representa um importante legado para o território, pois transforma informações técnicas em conhecimento acessível para a sociedade. Apoiar a ida dos membros do Fórum a este espaço reforça nosso compromisso com a transparência, com o diálogo e com a participação social no acompanhamento das ações ambientais relacionadas ao Porto Sul.”

A experiência também foi destacada pelos representantes da sociedade civil e do poder público que integram o Fórum. Para Juvenal Alberto Santos Oliveira Júnior, representante da Aliança LGBTI+ da Bahia, a visita proporcionou uma compreensão mais ampla sobre o trabalho desenvolvido pelo Observatório. “A visita ao Observatório foi muito boa, pois conhecemos a importância das informações que a equipe vem produzindo por meio das pesquisas sobre o ecossistema da região cacaueira. Também foi apresentado o Termo de Compromisso Socioambiental de monitoramento de dados, reforçando o compromisso do Observatório com a sociedade civil organizada, as empresas e o poder público”, destacou.

Já Jonaldo Goes, representante do Poder Público de Uruçuca, ressaltou o papel da iniciativa na promoção da transparência e no acompanhamento das ações relacionadas ao Porto Sul. “Conhecer o Observatório Social do Sul da Bahia é compreender como ciência, inovação e transparência podem caminhar juntas para promover o desenvolvimento sustentável da nossa região. O Observatório é um importante legado do Termo de Compromisso Socioambiental do Porto Sul e fortalece o controle social, a pesquisa científica e o planejamento territorial. Essa ligação com o empreendimento demonstra que sua gestão busca conciliar o desenvolvimento econômico com a preservação ambiental e o bem-estar das comunidades.”

O Fórum de Acompanhamento Social integra o Programa de Comunicação e Interação Social (PCIS) e tem como objetivo promover o diálogo permanente entre a BAMIN e representantes da sociedade civil, incentivando a participação social e o acesso qualificado às informações sobre o empreendimento e suas condicionantes ambientais.

 

Roda de conversa orienta famílias reassentadas sobre regularização documental dos lotes

A BAMIN realizou, no último dia 17, uma roda de conversa com famílias reassentadas para apresentar e esclarecer as etapas do processo de regularização documental dos lotes. A iniciativa proporcionou um espaço de diálogo para que os participantes compreendessem a importância da organização fundiária e os benefícios que a documentação definitiva trará para cada família.

Durante o encontro, conduzido por uma técnica agrícola do município com apoio técnico da Marrikah Consultoria e Gestão Social, foram apresentados os principais documentos que integram o processo de regularização dos imóveis rurais, entre eles a Matrícula Individual, que formaliza juridicamente a propriedade do lote; o Cadastro Ambiental Rural (CAR), essencial para a regularização ambiental e o acesso a políticas públicas; o Certificado de Cadastro de Imóvel Rural (CCIR), emitido pelo INCRA; e o Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR), que comprova a regularidade fiscal do imóvel perante a Receita Federal.

Além das orientações sobre cada documento, os participantes puderam esclarecer dúvidas e compreender como a regularização fortalece a segurança jurídica das propriedades e amplia o acesso a direitos e oportunidades. Também foram repassadas informações sobre o Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF), cuja realização ocorrerá em uma etapa posterior, após a conclusão da regularização e a entrega da documentação definitiva dos lotes.

Para a diretora técnica da Marrikah Consultoria e Gestão Social, Lorena Ramos, iniciativas como essa fortalecem a relação de confiança entre a empresa e as comunidades. “A regularização documental vai muito além da entrega de documentos. Ela representa segurança, autonomia e reconhecimento dos direitos das famílias. Ao promover espaços permanentes de diálogo, garantimos uma comunicação transparente, valorizamos as vivências dos reassentados e fortalecemos o protagonismo das comunidades em cada etapa do processo.”

A iniciativa integra as ações desenvolvidas pela BAMIN para garantir que as famílias reassentadas tenham acesso às informações necessárias sobre o processo de regularização fundiária, promovendo um diálogo contínuo e o acompanhamento das etapas que envolvem a formalização dos imóveis.

Comitê Interno de Comunicação Social fortalece integração e compartilha boas práticas de relacionamento

A manhã da última quinta, 16, foi marcada por um momento de integração, aprendizado e compartilhamento de experiências entre as equipes envolvidas no Projeto Integrado Pedra de Ferro. Realizado em formato on-line, o encontro do Comitê Interno de Comunicação Social se reuniu com o objetivo de fortalecer a comunicação entre as áreas, alinhar informações sobre o projeto e promover a atuação integrada das equipes, em atendimento às condicionantes ambientais.

Na abertura do encontro, o coordenador de Relacionamento com Comunidades da BAMIN, Ramon Chalhoub, destacou a importância do espaço para ampliar o diálogo entre os profissionais e aperfeiçoar, de forma coletiva, as entregas desenvolvidas no território. “Esse é um momento importante para que as áreas compartilhem suas experiências, identifiquem oportunidades de apoio mútuo e fortaleçam a atuação integrada do projeto. É um espaço de amadurecimento, troca e construção coletiva”, ressaltou.

Workshop aborda estratégias para fortalecer a relação com as comunidades

Um dos destaques do encontro foi o workshop “Boas Práticas de Relacionamento com Comunidades”, conduzido por José Cláudio, profissional formado em Comunicação Social, mestre em Ciência da Informação e com mais de 33 anos de experiência no terceiro setor, sendo 11 deles no CIEDS.

Durante a apresentação, José Cláudio destacou que o relacionamento comunitário vai além de ações pontuais ou de caráter assistencialista. Segundo ele, trata-se de uma estratégia estruturada para construir vínculos de confiança, diálogo permanente e benefícios mútuos entre empresa e comunidades.

O especialista abordou ferramentas essenciais para uma atuação consistente, como diálogo social estruturado, transparência, mapeamento de percepções, canais de escuta e ouvidoria, parcerias intersetoriais e investimento social privado. Também chamou atenção para fatores críticos de sucesso, entre eles a continuidade das ações, a escuta ativa, a governança clara e o alinhamento estratégico entre as equipes.

Durante o debate, Ramon Chalhoub compartilhou a experiência da BAMIN na construção dessa relação com os territórios. “A forma transparente e respeitosa como a BAMIN atua nos territórios gera confiança das comunidades vizinhas no projeto. Muitas vezes encontramos pessoas que tinham uma visão contrária ao empreendimento, mas, ao estarmos presentes no dia a dia, compartilhando os avanços, os desafios e mantendo o diálogo aberto, conseguimos construir confiança e transformar percepções”, afirmou.

Para José, a experiência apresentada evidencia dois pilares fundamentais do relacionamento comunitário: a construção da confiança como propósito estratégico e a presença constante da empresa junto às comunidades.

Escuta ativa fortalece o diálogo

A importância da escuta ativa também foi reforçada durante o encontro pela analista de Relacionamento com Comunidades da BAMIN, Sandra Argolo. Segundo ela, ouvir as comunidades com atenção, respeito e empatia tem sido fundamental para fortalecer o diálogo e construir projetos alinhados às necessidades locais. “Todos os projetos desenvolvidos foram construídos junto com as comunidades. Nada foi criado sem ouvir as pessoas. A escuta ativa, a transparência e o diálogo permanente são fundamentais para esclarecer dúvidas, antecipar informações e fortalecer a relação de confiança com as lideranças e moradores”, destacou.

Ao longo da programação, representantes das diferentes áreas e parceiros da BAMIN apresentaram suas frentes de atuação no Projeto Integrado Pedra de Ferro, compartilhando resultados alcançados no primeiro semestre de 2026, desafios enfrentados e oportunidades identificadas para fortalecer as ações desenvolvidas nos territórios. Ao final do encontro, os participantes reforçaram a importância do Comitê Interno de Comunicação Social como um espaço permanente de integração entre as áreas, troca de conhecimentos e alinhamento de estratégias, contribuindo para fortalecer a comunicação e o relacionamento da BAMIN com os territórios onde atua.

 

BAMIN promove a 3ª edição da Feira RIOLESC em Caetité

A Praça da Juventude, em Caetité, sediou mais uma edição da Feira RIOLESC (Rede de Integração Oeste-Leste de Economia Solidária e Circular), iniciativa promovida pela BAMIN, por meio do Programa de Educação Ambiental da FIOL 1. O evento reuniu 21 microempreendedores dos municípios que integram as áreas próximas da ferrovia, fortalecendo a comercialização de produtos regionais e estimulando o empreendedorismo local.

Ao longo da feira, os visitantes encontraram uma ampla variedade de produtos desenvolvidos por empreendedores capacitados pela RIOLESC, entre eles alimentos típicos, chocolates artesanais, geleias, produtos orgânicos, artesanato e itens de limpeza ecoeficientes. A programação também contou com apresentações culturais e espaço de convivência para toda a comunidade.

Criada em 2023, a RIOLESC promove capacitação, assistência técnica e acompanhamento aos pequenos negócios, incentivando práticas de economia solidária e circular. A iniciativa reforça o compromisso da BAMIN com o desenvolvimento socioeconômico das comunidades situadas ao longo da FIOL 1.

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