NOTÍCIAS

Sustentabilidade e pertencimento: Projeto “Biomas da Nossa Terra” chega à sua etapa final na Bahia

Promover a preservação ambiental por meio da valorização da cultura e do protagonismo juvenil. Esse foi o propósito do projeto “Biomas da Nossa Terra: da raiz à cultura”, desenvolvido pela área de Relacionamento com Comunidades da BAMIN, e que acaba de concluir seu ciclo de atividades nas comunidades anfitriãs dos quatro lotes das obras da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL I).

A etapa final do projeto foi marcada pelos eventos de culminância realizados nos municípios de Itagibá (Lote 1), Itagi (Lote 2), Contendas do Sincorá (Lote 3) e Lagoa Real (Lote 4). As apresentações reuniram estudantes, famílias e representantes das comunidades em momentos de celebração, aprendizado e troca de experiências, evidenciando como as manifestações culturais locais podem ser aliadas da conservação ambiental.

A iniciativa integra as ações previstas no Plano Básico Ambiental (PBA), por meio do Programa de Educação Ambiental, e foi construída a partir do Diagnóstico Socioambiental Participativo (DSAP), contemplando jovens entre 11 e 15 anos residentes nas áreas próximas da ferrovia.

Ao longo dos 537 quilômetros da FIOL I, que atravessam 24 municípios baianos, o projeto promoveu reflexões sobre a importância da preservação dos três biomas presentes no território: Mata Atlântica, Cerrado e Caatinga, sempre associando a proteção dos recursos naturais aos saberes, tradições e modos de vida das comunidades. A proposta dialoga diretamente com o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 4, da Organização das Nações Unidas (ONU), que incentiva uma educação inclusiva, de qualidade e voltada para o desenvolvimento sustentável e a valorização da diversidade cultural.

Educação ambiental construída com participação

Inspirado na pedagogia participativa de Paulo Freire, o projeto foi estruturado em um ciclo de quatro oficinas, estimulando os participantes a refletirem sobre o território em que vivem e a atuarem como agentes de transformação.

O percurso começou com atividades de integração e apresentação das ações do Programa de Educação Ambiental, fortalecendo o vínculo entre os jovens e o projeto. Em seguida, as comunidades elaboraram um Mapa Cultural Participativo, ferramenta de cartografia social que permitiu identificar potencialidades locais, como agricultura, culinária, artesanato, música e dança, além dos principais desafios socioambientais, entre eles a escassez de água, o saneamento básico e a gestão de resíduos.

Nas oficinas temáticas, dinâmicas lúdicas e atividades colaborativas estimularam discussões sobre a relação entre cultura e meio ambiente, demonstrando como a preservação dos recursos naturais também contribui para manter vivas as tradições de cada território.

Arte como expressão da identidade e da preservação

O encerramento do ciclo transformou o aprendizado em expressão artística. Durante as culminâncias, os jovens apresentaram produções culturais desenvolvidas ao longo do projeto, reunindo música, dança, teatro, poesia, artes visuais e outras manifestações inspiradas na riqueza dos biomas baianos e na identidade de suas comunidades.

Para viabilizar as apresentações, cada grupo recebeu apoio para a produção das atividades, fortalecendo o protagonismo juvenil e incentivando a participação coletiva.

Cada município destacou aspectos únicos de seu território: em Itagibá, as apresentações ressaltaram a transição entre a Mata Atlântica e o Cerrado e a força da identidade comunitária; em Itagi, ganharam espaço as tradições locais e a biodiversidade regional; em Contendas do Sincorá, a Caatinga foi retratada como símbolo de resistência e riqueza ambiental; e, em Lagoa Real, o encerramento do projeto reuniu os saberes e fazeres materiais e imateriais que caracterizam o território.

 

Projeto Transformar fortalece o empreendedorismo feminino com capacitação em vendas e comunicação na comunidade de João Barroca

Fortalecer o empreendedorismo feminino vai além de ensinar técnicas de vendas. Envolve desenvolver confiança, estimular o protagonismo e criar condições para que mulheres ampliem sua autonomia financeira. Com esse propósito, o Projeto Transformar promoveu, no dia 9 de junho, a capacitação “Empreendedorismo, Autoestima e Coragem para Vender”, voltada às integrantes da Associação de Mulheres de João Barroca, apoiadas pela BAMIN e responsáveis pela produção de sequilhos e outros alimentos na cozinha industrial da comunidade.

A iniciativa foi estruturada a partir de demandas identificadas pela equipe da Terceiro Setor Consultoria, responsável pelo acompanhamento do grupo no âmbito do Projeto Transformar. Embora a qualidade dos produtos seja um dos principais diferenciais da associação, foram identificados desafios relacionados à comunicação, à apresentação dos produtos e à segurança das participantes durante os processos de negociação e comercialização.

Ao longo da capacitação, as produtoras participaram de atividades voltadas ao desenvolvimento de competências empreendedoras e ao fortalecimento da autoestima, abordando temas como comunicação assertiva, valorização do próprio trabalho, protagonismo feminino, geração de renda e estratégias para superar a timidez e o receio de falar em público.

A oficina foi conduzida por Rodrigo Leão Brasileiro, palestrante e consultor com 18 anos de experiência no desenvolvimento de líderes e equipes. Especialista em comportamento humano, comunicação e marketing, o profissional compartilhou ferramentas práticas para aprimorar o relacionamento com clientes, fortalecer a autoconfiança e potencializar a apresentação dos produtos ao mercado.

Por meio de dinâmicas e reflexões, as participantes foram incentivadas a reconhecer o valor de sua produção e compreender que vender não significa apenas oferecer um produto, mas também transmitir confiança, contar sua história e valorizar o trabalho desenvolvido coletivamente.

Para além de uma capacitação técnica, o encontro representou um espaço de fortalecimento pessoal e coletivo, estimulando as mulheres a assumirem uma postura mais segura diante dos desafios do mercado e ampliando as perspectivas de crescimento dos empreendimentos comunitários.

Realizado pela BAMIN, o Projeto Transformar promove o fortalecimento de grupos produtivos e organizações comunitárias por meio de ações voltadas ao desenvolvimento socioeconômico, à geração de renda e ao fortalecimento das capacidades locais. Em João Barroca, a iniciativa reforça o compromisso com a autonomia das mulheres, impulsiona o empreendedorismo feminino e contribui para o desenvolvimento sustentável da comunidade.

 

Oficina fortalece conhecimento sobre políticas públicas e amplia participação social no território do Porto Sul

Com o objetivo de ampliar o conhecimento sobre direitos, serviços públicos e mecanismos de participação social, a BAMIN promoveu uma Oficina de Políticas Públicas voltada para estudantes do ensino médio da rede pública e representantes dos Comitês Comunitários vinculados aos projetos do Programa de Educação Ambiental no território do Porto Sul. A atividade apresentou as principais políticas públicas vigentes nas esferas federal e estadual, além dos equipamentos públicos de referência disponíveis no território e os serviços oferecidos à população.

Conduzida pela especialista em políticas públicas Marcella Gavinho, a oficina proporcionou um espaço de diálogo e troca de experiências, abordando temas relacionados às áreas de educação, saúde, assistência social, infraestrutura e demais políticas essenciais para a garantia de direitos e o fortalecimento da cidadania. Ao reunir participantes de diferentes contextos, a iniciativa também contribuiu para ampliar o conhecimento sobre os canais de participação cidadã, incentivando uma atuação mais qualificada em conselhos, fóruns, audiências públicas e outros espaços de decisão.

A ação integra a estratégia de relacionamento da BAMIN com as comunidades do território, que busca compartilhar conhecimento, fortalecer o desenvolvimento local e ampliar o acesso à informação. Durante o encontro, os participantes tiveram a oportunidade de conhecer melhor os serviços públicos disponíveis, compreender o papel do Estado na garantia de direitos e refletir sobre formas de atuação coletiva para atender às demandas das comunidades.

Participaram da oficina dez pessoas, entre estudantes e representantes dos Comitês Comunitários, além de integrantes da BAMIN, do CIEDS e do ISUS. Entre as principais contribuições apresentadas pelos participantes, destacou-se a necessidade de dar continuidade às ações formativas sobre políticas públicas, fortalecendo o conhecimento das lideranças locais sobre direitos, serviços e canais institucionais para encaminhamento de demandas comunitárias.

As percepções e demandas levantadas durante a atividade também servirão de referência para aprimorar as ações do Programa de Comunicação e Interação Social (PCIS), orientando futuras iniciativas de relacionamento e ampliando a disseminação de informações de interesse público para outras lideranças e comunidades do território.

De acordo com a analista de Relacionamento com Comunidades da BAMIN, Sandra Argolo, iniciativas como essa fortalecem o protagonismo comunitário e contribuem para o desenvolvimento local. “Ao ampliar o acesso à informação sobre direitos, políticas públicas e mecanismos de participação social, fortalecemos a autonomia das lideranças e criamos condições para que as comunidades participem de forma mais ativa e qualificada das discussões sobre o desenvolvimento do território. Esse processo contribui para a construção de relações mais transparentes, colaborativas e sustentáveis entre todos os atores envolvidos”, destaca.

 

 

 

BAMIN celebra o Dia Mundial do Meio Ambiente com ações em Caetité e Ilhéus

O Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado em 5 de junho, reuniu colaboradores, comunidades e iniciativas socioambientais ligadas ao Projeto Integrado da BAMIN. Em Caetité e Ilhéus, a data foi marcada por atividades que aproximaram o público de ações voltadas à conservação da biodiversidade, à valorização da cultura local e ao fortalecimento de práticas sustentáveis nos territórios próximos à Mina Pedra de Ferro, ao Porto Sul e à FIOL 1.

As atividades ocorreram simultaneamente nas duas cidades. Na Mina, cerca de 60 pessoas participaram de uma programação especial no Centro de Conservação Pedra de Ferro. Em Ilhéus, aproximadamente 50 colaboradores acompanharam as ações promovidas pelas equipes do Porto Sul e da FIOL 1 no Centro Ambiental Porto Sul.

Em Caetité, a agenda começou com uma visita guiada por espaços dedicados à conservação da biodiversidade. Durante o percurso, os participantes passaram pelo Museu Pedra de Ferro, orquidário, banco de germoplasma, Centro de Atendimento Veterinário Emergencial, viveiro de mudas e meliponário, onde são criadas abelhas nativas sem ferrão.

O roteiro incluiu ainda a apresentação de equipamentos utilizados no monitoramento de fauna e flora, além de explicações sobre o trabalho de recuperação ambiental realizado na região.

O encontro também abriu espaço para experiências construídas nas comunidades vizinhas. Integrantes da Associação de Mulheres de João Barroca, da cooperativa de reciclagem COOPERCICLI e da cooperativa de meliponicultores COOPMEL, apoiados por iniciativas da BAMIN, apresentaram seus produtos e compartilharam os desafios e conquistas de suas trajetórias.

Para o gerente de Gestão Fundiária da BAMIN, Luis Eduardo Maccarini, a participação no evento foi “uma oportunidade de reforçar nosso compromisso com a agenda de sustentabilidade e com a geração de valor compartilhado, evidenciando iniciativas ambientais e sociais que contribuem para o desenvolvimento sustentável, o fortalecimento das comunidades e a promoção de impactos positivos duradouros”.

Para muitos participantes, a visita também revelou aspectos pouco conhecidos do trabalho realizado no local. “Apesar de já ter estado diversas vezes no Centro de Conservação para atender demandas rotineiras, nunca havia tido a oportunidade de conhecer de perto as ações desenvolvidas pela equipe de Meio Ambiente. Fiquei impressionado com a quantidade de informações e com o cuidado dedicado à preservação dos recursos naturais”, contou o analista de Facilities da BAMIN, Lucas Coutinho.

Encarregada da empresa terceirizada Prumo Engenharia, Michele Santos destacou a diversidade das experiências apresentadas durante o evento. “Foi muito interessante conhecer a produção de mudas, entender como acontece o reflorestamento e acompanhar os projetos desenvolvidos junto às comunidades. É um trabalho que muitas vezes não vemos no dia a dia e que faz diferença para a região”, relatou.

 

 

Do sertão ao litoral, experiências compartilhadas

Em Ilhéus, colaboradores do Porto Sul e da FIOL 1 participaram de uma agenda voltada às questões ambientais do litoral sul baiano. Pela manhã, especialistas apresentaram os principais programas ambientais e sociais do Projeto Integrado durante um Diálogo Semanal de Segurança realizado no escritório da BAMIN.

À tarde, o grupo visitou o Viveiro de Mudas e o Centro de Triagem e Reabilitação de Animais Silvestres, estruturas que integram o centro ambiental da companhia. No local, os visitantes acompanharam de perto ações de recuperação da vegetação nativa e atendimento à fauna silvestre.

O espaço também recebeu microempreendedores apoiados pelo Programa de Apoio ao Empreendedorismo. Entre eles estava o técnico ambiental e produtor de chocolate artesanal orgânico Ailton Jesus Bevenuto, integrante da Incubadora Social.

“Quando a empresa reúne os colaboradores para discutir meio ambiente, esse conhecimento acompanha as pessoas para além do trabalho. Para mim, também foi uma oportunidade de apresentar meu produto, ampliar contatos e fortalecer meu negócio”, ressaltou Ailton.

A programação contou ainda com a presença do Escritório Itinerante, unidade móvel utilizada para levar informações sobre o empreendimento e ouvir demandas, dúvidas e sugestões de moradores das comunidades vizinhas. O encerramento ficou por conta de uma apresentação de Bumba Meu Boi, manifestação cultural que mantém viva uma das tradições populares do litoral sul baiano, apoiada pelo Programa de Valorização da Cultura da BAMIN.

Para a assistente de Meio Ambiente da BAMIN, Bárbara Buss, um dos aspectos mais relevantes do encontro foi evidenciar a relação entre conservação ambiental e desenvolvimento local. “Quando falamos de meio ambiente, falamos de florestas, animais e rios, mas também de pessoas, de cultura, de conhecimento compartilhado e de oportunidades construídas coletivamente”, observou.

Em Caetité e Ilhéus, as atividades permitiram que trabalhadores conhecessem de perto projetos ligados à proteção da biodiversidade, à geração de renda e à valorização das tradições locais. “Encontros assim permitem que as pessoas conheçam de perto o que está sendo construído pela BAMIN ao longo do tempo e compreendam como cada ação contribui para a conservação ambiental e para o fortalecimento dos territórios”, concluiu o diretor de Sustentabilidade da empresa, Marcelo Dultra.

 

 

Literatura de cordel dá voz a estudantes no encerramento do Biomas da Nossa Terra em Itagi

Os versos escritos por 28 estudantes do 6º ano da Escola Professora Ana Silva, em Itagi, região da FIOL 1, deram o tom da celebração que marcou, na última segunda-feira (01), o encerramento do projeto Biomas da Nossa Terra, realizado pela BAMIN em parceria com o CIEDS. Depois de quatro oficinas dedicadas à educação ambiental e à literatura de cordel em maio, os jovens apresentaram suas produções autorais diante de uma plateia formada por familiares, professores e representantes da comunidade.

A programação deu visibilidade ao percurso desenvolvido pelo projeto em um total de 14 horas de formação com estudantes de 11 a 15 anos. Durante as oficinas, a turma explorou os biomas brasileiros, com atenção especial às paisagens e características presentes na Bahia, refletindo sobre biodiversidade, conservação e a relação das comunidades com o território.

Ao longo do processo, os estudantes pesquisaram características dos biomas brasileiros, debateram questões ambientais e transformaram as reflexões em textos poéticos. A partir daí, a natureza ganhou versos e nasceram os cordéis apresentados no evento, revelando diferentes formas de olhar para o meio ambiente.

Em rimas construídas pelos próprios estudantes, surgiram referências à Caatinga, às nascentes, aos animais nativos e aos desafios relacionados à preservação dos recursos naturais. O conteúdo trabalhado nas oficinas encontrou na poesia popular uma linguagem acessível e próxima da realidade dos participantes em uma metodologia baseada na educação ambiental crítica e participativa.

Escola aberta à comunidade

O encerramento do ciclo teve clima de festa cultural. A cada apresentação, os estudantes demonstravam segurança ao compartilhar os textos produzidos durante as oficinas. Entre declamações, músicas e intervenções teatrais, o público acompanhou uma sequência de atividades construída pelos próprios participantes. A presença das famílias deu um significado especial ao evento. Pais, mães e responsáveis puderam acompanhar de perto o resultado de semanas de dedicação dos estudantes, fortalecendo o vínculo entre escola e comunidade.

Para o professor das oficinas do Biomas da Nossa Terra, Jean Sarmento, a experiência evidenciou o potencial da arte como instrumento de aprendizagem e reflexão. “Foi gratificante acompanhar momentos de aprendizado, troca de conhecimentos e valorização da nossa cultura por meio da literatura de cordel. Os estudantes abraçaram a proposta com entusiasmo e produziram trabalhos que demonstram sensibilidade e compreensão sobre a importância dos nossos biomas”, avalia.

O educador destaca que o envolvimento dos alunos foi perceptível desde os primeiros encontros. Segundo ele, a combinação entre conteúdo ambiental e manifestações culturais contribuiu para despertar interesse e participação ao longo de todo o processo.

Cultura popular como ferramenta educativa

A iniciativa da BAMIN demonstrou que temas relacionados à sustentabilidade podem ser abordados por caminhos diversos, capazes de despertar identificação e engajamento. Em vez de restringir o debate ambiental a conceitos técnicos, as oficinas estimularam os estudantes a interpretar o mundo ao seu redor e expressar suas percepções por meio da arte.

Ao escrever sobre os biomas, a fauna, a vegetação e as características do território, os participantes passaram a observar elementos muitas vezes presentes em seu cotidiano sob uma nova perspectiva, como pertencentes a essa realidade.

Ao final da celebração, o coordenador de Relacionamento com Comunidades da BAMIN, Ramon Chaloub, destacou o significado da experiência para as comunidades envolvidas. “Testemunhar a tradição, a natureza e a voz desses estudantes se entrelaçando de forma tão genuína nos dá a certeza de que estamos contribuindo para a formação de uma nova geração comprometida com a valorização do território e dos recursos naturais”..

Projetos apoiados pela BAMIN promovem ações ambientais durante a Semana do Meio Ambiente na região da Mina Pedra de Ferro

A Semana do Meio Ambiente foi marcada por ações de educação ambiental e mobilização comunitária na região da Mina Pedra de Ferro. Em Licínio de Almeida e Caetité, iniciativas desenvolvidas por projetos da BAMIN, com a execução da Terceiro Setor, promoveram atividades voltadas à preservação da biodiversidade, à reciclagem e ao engajamento da população por meio de práticas sustentáveis.

Na última terça-feira (2), o Grupo Abelhas Nativas de Licínio de Almeida, vinculado à Coopmel e apoiado pelo Projeto Transformar, promoveu uma programação especial no meliponário da comunidade Brejo Fazenda Tabuleiro. A atividade, em parceria com a prefeitura da cidade, reuniu cerca de 250 participantes, entre estudantes, educadores, representantes de comunidades rurais e parceiros institucionais. Na ocasião, foram distribuídas gratuitamente mais de 300 mudas doadas pelo viveiro do Centro de Conservação da BAMIN, estimulando a recuperação de áreas verdes e a conservação dos recursos naturais da região.

A programação foi dividida em dois momentos. Durante a manhã, o meliponário recebeu estudantes da Escola Estadual Duque de Caxias e da Escola Família Agrícola de Licínio de Almeida (EFA). Já no período da tarde, participaram alunos da Educação de Pessoas Jovens, Adultas e Idosas (EPJAI), além de moradores de comunidades vizinhas, parceiros e demais visitantes interessados na temática ambiental.

Para a coordenadora do EPJAI, Ana Carolina Silva, a visita foi uma tarde especial de aprendizado, conscientização e encantamento com a natureza. “Tivemos a oportunidade de conhecer mais sobre a importância das abelhas sem ferrão para o meio ambiente, sua organização e seu papel fundamental na preservação da vida. Foi um momento enriquecedor, repleto de conhecimento, troca de experiências e conexão com a natureza, fortalecendo ainda mais nosso olhar para o cuidado e o respeito ao meio ambiente”, destacou.

Ação da Coopercicli

Já na manhã da quarta-feira (3), a Coopercicli, apoiada pelo projeto Circuito do Lixo da BAMIN, realizou uma ação na feira livre de Caetité em parceria com a Prefeitura Municipal. A iniciativa levou orientações sobre coleta seletiva e destinação correta de resíduos, além de promover a troca de garrafas plásticas por mudas provenientes do viveiro da BAMIN.

A programação também contou com jogos educativos voltados para diferentes faixas etárias, aproximando crianças, jovens e adultos de temas relacionados ao consumo consciente e ao cuidado com o meio ambiente. Ao ocupar um dos espaços mais movimentados da cidade, a ação buscou estimular práticas sustentáveis no dia a dia e ampliar o diálogo com a população sobre a importância da reciclagem e da redução de resíduos.

“Essas ações reforçam a importância de envolver as comunidades na preservação ambiental e de estimular práticas sustentáveis no dia a dia. Acreditamos que a educação ambiental e o cuidado com os recursos naturais geram resultados concretos quando são construídos de forma coletiva”, destacou a coordenadora de Relações com as Comunidades da BAMIN,  Ana Paula Dias.

 

Dinâmica da Fauna Silvestre aproxima estudantes de Serra Grande da biodiversidade marinha

  A BAMIN realizou, na comunidade de Serra Grande, a ação “Dinâmica da Fauna Silvestre”, iniciativa voltada à conscientização ambiental e ao fortalecimento da conexão dos estudantes com a biodiversidade marinha da região. A atividade contemplou cerca de 100 alunos do Ensino Fundamental da Escola Municipal de Serra Grande, que participaram de palestras educativas e de uma exposição de animais marinhos, em uma experiência interativa sobre preservação ambiental e convivência responsável com a fauna silvestre.

Durante a programação, os estudantes puderam ampliar os conhecimentos sobre biodiversidade oceânica, conservação dos ecossistemas e a importância de atitudes conscientes para reduzir impactos ambientais. A receptividade e o engajamento dos jovens chamaram a atenção da equipe responsável pela atividade, que destacou o interesse e a participação ativa dos alunos ao longo das ações propostas.

A iniciativa foi realizada por meio do Programa de Educação Ambiental com Comunidades (PEACOM), em sinergia com o Programa de Compensação para a Atividade Pesqueira (PCAP), reforçando o compromisso da BAMIN com o desenvolvimento de ações socioambientais permanentes junto às comunidades onde atua. A proposta busca estimular, desde cedo, a conscientização ambiental e contribuir para a formação de cidadãos mais comprometidos com a preservação do meio ambiente.

“O envolvimento e a curiosidade demonstrados pelos estudantes durante toda a atividade fortalecem a importância de promover ações educativas voltadas à preservação ambiental. Acreditamos que iniciativas como essa fortalecem a conexão das comunidades com o território onde vivem e contribuem para a formação de novas gerações mais conscientes e engajadas com a conservação da biodiversidade”, destacou Ramon Chalhoub, coordenador de Relacionamento com Comunidades da BAMIN.

BAMIN inicia nova campanha de monitoramento de fauna na Mina Pedra de Ferro

 A BAMIN iniciou, em maio, a primeira campanha de monitoramento de fauna de 2026 nas proximidades da Mina Pedra de Ferro, localizada no município de Caetité. A ação dá continuidade a um programa executado desde o início da operação da mina e integra as condicionantes previstas no processo de licenciamento ambiental, reforçando o compromisso da empresa com a gestão responsável da biodiversidade.

O trabalho é conduzido por uma equipe multidisciplinar formada por biólogos, veterinários, engenheiros e auxiliares de campo. O monitoramento contempla diferentes grupos da fauna nativa, incluindo anfíbios, répteis, mamíferos e aves, por meio de metodologias específicas, como buscas ativas em campo, instalação de armadilhas e registros fotográficos e acústicos.

Segundo dados acumulados ao longo das campanhas já realizadas, o programa registrou 30 espécies de anfíbios, 52 espécies de répteis, 43 espécies de mamíferos e 198 espécies de aves. O levantamento evidencia a diversidade biológica da região, situada em uma área de transição entre biomas, característica que favorece a ocorrência de diferentes espécies.

Além das atividades de campo, o programa inclui entrevistas estruturadas com moradores de 12 comunidades próximas à mina. As conversas são realizadas em conjunto com a equipe de Relacionamento com Comunidades da BAMIN e buscam integrar o conhecimento local às informações técnicas levantadas pelos especialistas.

Do ponto de vista técnico, é importante destacar que os resultados refletem o esforço amostral acumulado ao longo dos anos, não representando necessariamente variações populacionais diretas, mas sim o avanço contínuo do conhecimento sobre a fauna local.

Desde o início do monitoramento, mais de 14 mil indivíduos da fauna nativa já foram registrados, considerando todos os grupos amostrados. As informações reunidas ao longo dos anos ajudam a consolidar uma base de dados sobre a biodiversidade local e subsidiam o acompanhamento ambiental das atividades minerárias.

“A continuidade das campanhas ao longo de 2026 permitirá aprofundar esse diagnóstico, identificar tendências ecológicas e subsidiar medidas de conservação, garantindo que a operação siga alinhada às melhores práticas ambientais e a uma atuação cada vez mais sustentável”, afirma a coordenadora de Meio Ambiente da BAMIN, Marcela Dias.

 

Workshop promovido pela BAMIN aproxima estudantes de Jequié da realidade da mineração

A BAMIN promoveu, na noite da última segunda-feira (25), um workshop para estudantes da primeira turma do Curso Técnico de Mineração do Colégio Estadual de Tempo Integral Luiz Navarro de Brito, em Jequié. Realizado por meio do Trilhos do Desenvolvimento, o encontro reuniu 25 alunos para uma discussão sobre mercado de trabalho, funcionamento de minas, processos de extração mineral e perspectivas profissionais ligadas à expansão da mineração e da logística ferroviária na região do trecho 1 da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL 1).

O encontro promovido pela equipe da BAMIN funcionou como uma aproximação entre o ambiente escolar e o setor que deve crescer no interior do estado nos próximos anos. Na ocasião, os estudantes aprenderam sobre cadeia produtiva mineral, licenciamento, operação de minas, controle de qualidade e possibilidades de atuação profissional.

O workshop, com duração de cerca de duas horas, foi conduzido pela coordenadora de Geologia e Controle de Qualidade da Mina Pedra de Ferro, Marta Ormond, e pelo coordenador de Relacionamento com Comunidades da BAMIN, Ramon Chalhoub. Ao longo da atividade, os alunos esclareceram dúvidas sobre rotina de trabalho, formação acadêmica, salários, segurança operacional e perspectivas de contratação na região.

Entre os participantes estava o estudante Yan Assis Lozado, de 30 anos, que vê no curso uma possibilidade de reposicionamento profissional. Para ele, o workshop realizado pela BAMIN ajudou a ampliar a percepção sobre as diferentes áreas ligadas à mineração. “Com o depoimento dos profissionais e suas carreiras, podemos ver que a mineração é uma área muito rica para várias vertentes profissionais, o que nos dá muitas opções para trilharmos caminhos diversos na profissão”.

Formação e mercado

Para a coordenadora pedagógica do Colégio Estadual Luiz Navarro de Brito, Natalia Keller Trajber, a presença de profissionais que atuam diretamente no setor chamou a atenção dos estudantes por trazer situações concretas para dentro da sala de aula. Segundo a educadora, para muitos dos alunos, o contato com a mineração ainda estava restrito ao conteúdo introdutório do primeiro semestre.

“Foi um momento importante para entender qual é o profissional que eles estão começando a se preparar para ser. Esse encontro diminui a distância entre sala de aula e as exigências do mercado. Os alunos conseguem visualizar possibilidades reais de atuação e começam a construir relações dentro desse ecossistema profissional”, avalia Natália.

Para Marta Ormond, esse workshop realizado pela BAMIN ilustra um modelo em que empresas participam da formação profissional não apenas como futuras contratantes, mas como agentes que ajudam a aproximar estudantes das exigências técnicas do mercado. “Foi uma grande honra, pois tive a oportunidade de demonstrar a relevância do potencial da mineração para a economia, tecnologia, inovação, transição energética e o desenvolvimento da sociedade como um todo”, afirma.

A Ramon Chalhoub saltou aos olhos o entusiasmo da turma. “Encontramos alunos extremamente interessados e participativos. Foi uma troca com muitas perguntas e discussões sobre o setor mineral e as oportunidades da região. Ao final, fomos surpreendidos por aplausos de pé, o que mostra o envolvimento dessa primeira turma”, observa.

Fortalecimento do empreendedorismo local

O workshop também foi uma oportunidade para o fortalecimento do empreendedorismo local. É que o coffee break da ocasião foi elaborado pela empresa da técnica em gastronomia Tailane Felicio, de 29 anos. Desde 2024, a empreendedora participa de iniciativas da BAMIN como a RIOLESC, o Biomas da Nossa Terra e o próprio Trilhos do Desenvolvimento.

“Participar como fornecedora de alimentos em um projeto voltado para alunos foi uma experiência muito especial e significativa para mim. Poder contribuir com meu trabalho em um evento tão importante para o desenvolvimento e incentivo dos estudantes foi motivo de muita gratidão e orgulho”, comemora.

Ações educativas do Maio Amarelo fortalecem cultura de segurança na BAMIN

Com o compromisso contínuo de promover um ambiente cada vez mais seguro e consciente, a BAMIN realizou uma série de ações em alusão ao Maio Amarelo, movimento internacional de conscientização para redução de acidentes de trânsito. A campanha teve como principal objetivo reforçar a importância da segurança no trânsito, incentivando atitudes mais responsáveis e preventivas entre colaboradores e parceiros da companhia.

Coordenadas pela área de Saúde e Segurança do Trabalho (SSO), com apoio das equipes de Comunicação da empresa e contratadas, as atividades buscaram estimular a reflexão sobre o papel de cada pessoa na construção de um trânsito mais seguro. A iniciativa também reforçou a mensagem da campanha nacional de 2026: “No trânsito, enxergar o outro é salvar vidas”.

Ao longo da programação, os colaboradores participaram de palestras educativas conduzidas por especialistas e representantes de órgãos como Superintendência de Trânsito e Transporte (Sutran), Polícia Rodoviária e Polícia Militar. Durante os encontros, foram abordados temas relacionados à direção segura, direção defensiva, causas de acidentes e responsabilidade individual no trânsito.

Além das palestras, a campanha contou com dinâmicas interativas que ajudaram a traduzir, de forma prática, os riscos presentes no dia a dia do trânsito. Entre elas, a dinâmica do Jenga chamou atenção ao demonstrar que acidentes raramente acontecem por um único fator isolado, mas sim como consequência de pequenas falhas acumuladas. Já a atividade da torre de copos trabalhou aspectos como foco, coordenação motora e os impactos do estresse e do cansaço na capacidade de reação.

Outra dinâmica, realizada com caminhada entre cones e olhos vendados, reforçou a importância da sinalização e da comunicação no trânsito, evidenciando como motoristas dependem das orientações e regras para conduzir com segurança.

De acordo com Alexandre Umemura, gerente de Saúde e Segurança do Trabalho da BAMIN, promover debates sobre segurança viária dentro do ambiente corporativo é uma forma de ampliar o cuidado com as pessoas para além das operações da empresa. “A segurança no trânsito é uma responsabilidade coletiva e faz parte da rotina de todos nós. As ações do Maio Amarelo reforçam a importância de escolhas conscientes e da adoção de comportamentos seguros, contribuindo para a preservação da vida dos colaboradores, de suas famílias e de toda a sociedade”, destacou Umemura.

As ações tiveram participação ativa dos colaboradores, que se engajaram nas palestras, DDS e dinâmicas propostas ao longo da campanha. A expectativa da companhia é que a conscientização gerada durante o Maio Amarelo fortaleça ainda mais a cultura de segurança e responsabilidade, refletindo em atitudes preventivas dentro e fora do ambiente de trabalho.

 

 

 

Ações educativas e mobilizações sociais marcam atuação da BAMIN no combate à violência infantil

Durante o mês de maio, marcado nacionalmente pela campanha Maio Laranja de combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes, a BAMIN intensificou sua atuação na região do Porto Sul com uma série de ações de conscientização, educação e mobilização social. As iniciativas envolveram trabalhadores, comunidades do entorno do empreendimento, instituições públicas, lideranças comunitárias e profissionais da rede de proteção, reforçando o compromisso da companhia com a garantia dos direitos de crianças e adolescentes.

Entre as atividades realizadas esteve a promoção de Diálogos Semanais de Segurança (DSS) com colaboradores da BAMIN e empresas terceirizadas, abordando o tema do combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes. A ação contou com a participação da assistente social Adriana Paula Montenegro Cintra, especialista em Saúde Pública e Direito Previdenciário, que atua na coordenação da Unidade de Acolhimento Renascer e no Hospital Costa do Cacau. A programação também incluiu participação no Seminário de Sexualidade da Escola de Sambaituba, em Ilhéus, reunindo adolescentes, professores, gestores e funcionários da unidade escolar para debates sobre prevenção de violências, saúde sexual, autoestima e autocuidado.

As equipes da companhia também realizaram ações porta a porta em comunidades de áreas próximas do Porto, incluindo comunidades tradicionais, levando informações sobre a campanha Faça Bonito e distribuindo materiais educativos. Outro destaque foi a participação da empresa em audiência pública na Câmara de Vereadores de Ilhéus com o tema “Proteção de Crianças e Adolescentes: Responsabilidade de Todos”, ocasião em que foram lançados programas municipais voltados à proteção da infância e adolescência, como o “Ilhéus Protege – Rede Municipal de Proteção à Criança e ao Adolescente”, além da criação do Selo Empresa Amiga da Infância e da posse do Observatório Municipal de Proteção à Criança e ao Adolescente.

A programação do mês ainda contemplou rodas de conversa com integrantes do Programa de Reassentamento sobre prevenção à violência sexual contra crianças e adolescentes, além da participação da BAMIN na Caminhada Faça Bonito, realizada em alusão ao Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. Na ocasião, a companhia distribuiu panfletos bilíngues sobre a campanha. As mobilizações também serão ampliadas para equipamentos turísticos estratégicos, como rodoviária, porto, aeroporto, hotéis, pousadas, restaurantes, táxis e cabanas de praia da região.

As ações integram o Programa de Prevenção à Exploração Sexual, vinculado ao Plano Básico Ambiental do licenciamento do Porto Sul, e são desenvolvidas em parceria com instituições como o Conselho Tutelar, CREAS, CRAS, Secretaria Municipal de Educação, Secretaria de Promoção Social, Observatório contra a Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, sindicatos, associações comunitárias e lideranças locais.

Para a analista de relacionamento com comunidades da BAMIN, Sandra Argolo, a continuidade das ações é fundamental para fortalecer a rede de proteção nas comunidades. “Manter iniciativas contínuas de educação e prevenção é essencial para romper ciclos de violência e transformar moradores em agentes de proteção. Nosso objetivo é fortalecer uma rede coletiva de prevenção, monitoramento e cuidado, envolvendo instituições, famílias, lideranças comunitárias e toda a sociedade na defesa dos direitos das crianças e adolescentes”, destacou.

 

 

 

BAMIN fortalece campanha de proteção à infância durante mobilização em Caetité

A mobilização em defesa da infância e da adolescência ganhou as ruas de Caetité na última segunda-feira (18), durante a realização da 3ª Caminhada Faça Bonito, promovida em alusão à campanha nacional de enfrentamento à violência sexual contra crianças e adolescentes. A iniciativa contou com o apoio da BAMIN, por meio do Programa de Comunicação Social, e reuniu centenas de participantes em um ato coletivo de conscientização, prevenção e incentivo à denúncia.

A programação teve início às 8h, na Praça da Catedral, onde estudantes, educadores, representantes de instituições e moradores acompanharam a apresentação da peça educativa “Semáforo do Toque”. De forma lúdica e interativa, a atividade abordou a importância da proteção do corpo, dos limites e da identificação de situações de violência. Em seguida, os participantes seguiram em caminhada até o Parque das Árvores, levando mensagens de conscientização e defesa dos direitos das crianças e adolescentes. Ao todo, cerca de 300 pessoas participaram diretamente da ação.

Parceira ativa das iniciativas desenvolvidas no município, a BAMIN vem contribuindo para o fortalecimento da rede de proteção à infância por meio do apoio a atividades educativas e de sensibilização realizadas em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Social de Caetité.

Entre as ações incentivadas pela empresa estão a produção e disseminação de materiais informativos voltados ao combate ao abuso e à exploração sexual infantojuvenil. “Acreditamos que a transformação social também passa pelo cuidado com as crianças e adolescentes. Apoiar ações de conscientização e fortalecimento da rede de proteção é contribuir para a construção de uma sociedade mais segura, humana e preparada para enfrentar qualquer tipo de violência contra a infância”, afirmou o diretor de Sustentabilidade da BAMIN, Marcelo Dultra.

 

 

Pular para o conteúdo