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BAMIN mobiliza mais de mil estudantes em ações de educação ambiental no entorno da FIOL1

Ação da BAMIN levou conhecimento, diálogo e reflexão a mais de 15 escolas no primeiro semestre de 2026, incentivando a formação de jovens multiplicadores de boas práticas socioambientais

Promover o diálogo e estimular mudanças de comportamento em relação às questões socioambientais tem sido um dos pilares das ações de Educação Ambiental desenvolvidas pela BAMIN nos territórios de proximidade da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL). No primeiro semestre de 2026, a companhia realizou uma série de rodas de conversa em mais de 15 escolas das redes municipal e estadual de ensino, através do Projeto PEA nas Escolas, alcançando mais de mil estudantes dos ensinos Fundamental, Médio e Técnico.

As atividades fazem parte do Programa de Educação Ambiental, previsto no Plano Básico Ambiental (PBA) do empreendimento, e têm como objetivo aproximar temas ambientais e sociais da realidade vivida pelas comunidades, incentivando a reflexão sobre práticas cotidianas que impactam diretamente a qualidade de vida e a preservação dos recursos naturais.

Durante os encontros, os estudantes participaram de dinâmicas interativas e debates sobre temas como resíduos sólidos, prevenção ao uso de álcool e drogas, empoderamento feminino, segurança no dia a dia e uso excessivo de telas. Os assuntos foram definidos a partir das demandas identificadas pelas equipes de campo e pelas próprias lideranças comunitárias, tornando as discussões ainda mais conectadas ao cotidiano das comunidades.

A metodologia adotada priorizou um ambiente participativo, acolhedor e colaborativo, estimulando a troca de experiências e a construção coletiva do conhecimento. Além de ampliar o acesso à informação, as rodas de conversa reforçaram o papel das crianças e dos adolescentes como agentes multiplicadores, capazes de levar os aprendizados para dentro de casa e contribuir para a formação de uma cultura de preservação ambiental em suas comunidades.

Segundo as equipes envolvidas, a iniciativa tem recebido avaliações positivas tanto dos estudantes quanto das gestões escolares, que destacam a relevância das atividades e demonstram interesse na continuidade das ações. O reconhecimento também tem sido percebido entre as lideranças comunitárias, que valorizam a presença da educação ambiental nos territórios e ressaltam a importância desse trabalho para o fortalecimento das comunidades.

Para a BAMIN, iniciativas como essa reforçam o compromisso da empresa com o desenvolvimento sustentável, promovendo a sensibilização ambiental e incentivando atitudes que contribuam para a conservação dos recursos naturais e para a melhoria da qualidade de vida das populações do entorno da FIOL.

De acordo com o coordenador de Relacionamento com Comunidades da BAMIN, Ramon Chalhoub, a educação ambiental é uma ferramenta essencial para fortalecer o vínculo entre as comunidades e o território onde vivem. “Ao proporcionar espaços de diálogo dentro das escolas, conseguimos estimular a reflexão sobre temas que fazem parte da realidade dessas famílias e incentivar mudanças de comportamento que geram impactos positivos para o meio ambiente e para a qualidade de vida”, afirma.

BAMIN fortalece a geração de renda feminina por meio da qualificação de mulheres no Projeto Transformar

Segunda etapa da formação reuniu mulheres da Associação de João Barroca e Adjacências para aprimorar técnicas de vendas, atendimento e relacionamento com clientes, ampliando oportunidades de geração de renda


A BAMIN deu continuidade às ações do Projeto Transformar com a realização da segunda etapa da capacitação na Associação de Mulheres de João Barroca e Adjacências, em Caetité. O encontro, realizado nesta terça, dia 7, teve como tema “Técnicas de Vendas, Atendimento e Encantamento” e reuniu oito participantes da comunidade para fortalecer competências essenciais à comercialização dos produtos desenvolvidos pelo grupo.

A formação faz parte de um processo iniciado em junho e foi estruturada em dois momentos complementares. Na primeira etapa, realizada no início de junho, foram trabalhados temas relacionados ao empreendedorismo, autoestima e coragem para vender. Já nesta segunda fase, as participantes aprofundaram conhecimentos práticos sobre atendimento ao cliente, comunicação, estratégias de vendas, técnicas para lidar com objeções, ações de encantamento e a importância do pós-venda para fidelização dos clientes.

As participantes, com idades entre 30 e 60 anos, conciliam as atividades domésticas com a produção de alimentos, como sequilhos e outros produtos da culinária local, elaborados na cozinha industrial da associação. A capacitação buscou fortalecer as habilidades comerciais do grupo, ampliando as possibilidades de comercialização e geração de renda.

O treinamento foi conduzido pelo consultor e palestrante Rodrigo Leão Brasileiro, especialista em comportamento humano, comunicação e marketing, com 18 anos de experiência no desenvolvimento de líderes e equipes. A escolha do profissional considerou sua atuação na formação de competências comportamentais e comerciais, alinhadas às demandas identificadas pela equipe técnica do Projeto Transformar.

Durante o encontro, as mulheres participaram de atividades práticas e dinâmicas, incluindo simulações de atendimento e situações reais de venda. As atividades permitiram exercitar a apresentação dos produtos, desenvolver técnicas de negociação e aumentar a confiança durante o contato com os clientes. O grupo participou de forma ativa, compartilhando experiências e demonstrando interesse em aplicar os novos conhecimentos na rotina da associação.

A capacitação integra as ações do Projeto Transformar, iniciativa da BAMIN voltada ao fortalecimento de associações, cooperativas e grupos produtivos nas comunidades da área de influência da empresa. A proposta é promover o desenvolvimento socioeconômico por meio da qualificação profissional, do fortalecimento das capacidades locais, do empreendedorismo e da geração de trabalho e renda.

A realização desta segunda etapa consolida um processo de formação construído a partir do acompanhamento técnico realizado pela 3º Setor Consultoria e Projetos Socioambientais, responsável pela assessoria do projeto. O diagnóstico identificou a necessidade de desenvolver competências relacionadas à comunicação, comercialização e atendimento ao cliente entre as mulheres da associação. Ao integrar diagnóstico, assessoria técnica e capacitação, o Projeto Transformar fortalece a autonomia das participantes, impulsiona o empreendedorismo feminino e contribui para a sustentabilidade dos empreendimentos comunitários.

BAMIN encerra ciclo do Trilhos do Desenvolvimento em Lagoa Real com debate sobre os impactos de grandes empreendimentos

Ação reuniu 42 estudantes do curso técnico em Meio Ambiente para discutir desenvolvimento regional, sustentabilidade e protagonismo juvenil no âmbito do Programa de Educação Ambiental da FIOL 1


O projeto Trilhos do Desenvolvimento concluiu, nesta quarta, 8, o ciclo de atividades de 2026 no município de Lagoa Real (Lote 4). A última ação reuniu 42 estudantes do curso técnico em Meio Ambiente da Escola Estadual Luiz Prisco Viana em uma palestra voltada à educação ambiental e ao fortalecimento do diálogo entre os jovens e os temas que impactam diretamente o território onde vivem.

A atividade foi conduzida pelo biólogo Lander Alves, profissional com experiência em licenciamento ambiental, que abordou o tema “Impactos de grandes empreendimentos na região”. Durante o encontro, os participantes discutiram os desafios, as oportunidades e as responsabilidades relacionadas à implantação de grandes projetos, além da importância do equilíbrio entre desenvolvimento econômico e preservação ambiental.

O assunto foi definido pelos próprios estudantes, a partir de uma consulta realizada em maio deste ano. A escolha evidencia o protagonismo juvenil na construção da programação do projeto, garantindo que as atividades dialoguem com os interesses e as demandas das comunidades atendidas.

Desenvolvido desde 2024, o Trilhos do Desenvolvimento promove espaços de formação e diálogo com estudantes, incentivando o pensamento crítico e ampliando o acesso à informação sobre sustentabilidade, desenvolvimento regional e cidadania.

Para a coordenadora de Relacionamento com Comunidades da BAMIN, Ana Paula Dias, a iniciativa contribui para fortalecer o protagonismo das novas gerações na construção de um futuro mais sustentável. “Acreditamos que investir na formação dos jovens é investir no desenvolvimento dos territórios. Ao promover espaços de diálogo e aprendizado sobre temas que fazem parte da realidade dessas comunidades, contribuímos para formar cidadãos mais conscientes, preparados para participar das decisões que impactam seu presente e seu futuro”, destaca a profissional.

BAMIN participa de encontro nacional em Brasília sobre licenciamento ambiental e fortalecimento da gestão portuária

Representantes da companhia compartilharam experiências e acompanharam debates sobre modernização do licenciamento ambiental, sustentabilidade e integração de programas socioambientais no setor portuário

A BAMIN esteve representada em um importante encontro realizado no Ministério de Portos e Aeroportos (MPor), em Brasília, que reuniu autoridades portuárias, órgãos reguladores, especialistas e representantes dos setores público e privado para discutir os desafios e as perspectivas do licenciamento ambiental no setor portuário brasileiro. A companhia foi representada pela analista de Meio Ambiente, Bárbara Buss, e pela analista de Relacionamento com Comunidades, Sandra Argolo.

Promovido pelo Grupo Ambipar, o evento teve como foco a modernização e a desburocratização do licenciamento ambiental, além do fortalecimento da infraestrutura aquaviária por meio de investimentos sustentáveis e da integração de programas socioambientais. Durante a programação, foram debatidos temas como os impactos do licenciamento ambiental no planejamento dos investimentos portuários, perspectivas regionais para o setor e estratégias para otimizar processos, com a participação de especialistas, entre eles o coordenador-geral de Licenciamento de Empreendimentos Marinhos e Costeiros do IBAMA, Itagyba Alvarenga Neto.

Durante o momento de networking, as representantes da BAMIN apresentaram iniciativas desenvolvidas pela empresa nas áreas de relacionamento com comunidades e meio ambiente, destacando ações já implementadas nos territórios de atuação e os desafios que seguem sendo enfrentados para fortalecer o desenvolvimento sustentável e o diálogo com as comunidades.

As discussões também reforçaram a importância da simplificação regulatória, da digitalização dos processos de licenciamento, da gestão baseada em riscos e da adoção de boas práticas já consolidadas em outros setores e países. Para a equipe da BAMIN, os debates evidenciaram que muitas dessas diretrizes já fazem parte da atuação da empresa, que trata o licenciamento ambiental como um processo contínuo, pautado na prevenção de impactos, na gestão responsável e no relacionamento permanente com os diferentes públicos dos territórios onde atua.

Para Sandra, participar deste encontro foi uma experiência extremamente enriquecedora. “Tivemos a oportunidade de trocar conhecimentos com representantes de grandes empresas, autoridades portuárias e órgãos ambientais, além de apresentar o trabalho que a BAMIN já desenvolve nas áreas social e ambiental. Foi um momento importante de networking e aprendizado, que reforçou a importância de integrar boas práticas e fortalecer o diálogo com as comunidades e demais stakeholders”, afirmou a analista, destacando ainda que, representar a BAMIN em um evento desse porte foi muito gratificante. “Reafirma o compromisso da empresa com uma atuação cada vez mais sustentável e responsável”, finalizou.

Já Bárbara, analista de Meio Ambiente da BAMIN, o encontro reforçou a importância de compreender o licenciamento ambiental como instrumento estratégico de planejamento e gestão dos empreendimentos portuários. “Um dos principais pontos destacados foi que a efetividade do licenciamento ambiental está diretamente associada à qualidade da base técnica, à atuação integrada entre as diversas frentes do empreendimento e ao diálogo contínuo com órgãos ambientais e demais stakeholders para antecipação de riscos e construção de soluções. Também foi muito importante conhecer experiências de outros projetos portuários, refletir sobre alternativas para tornar os processos mais eficientes e previsíveis e identificar boas práticas que possam contribuir para a gestão socioambiental da BAMIN, especialmente no contexto do Porto Sul e de suas futuras atividades offshore, com uma visão mais técnica, integrada e de longo prazo”

BAMIN promove Comitê de Comunicação Social e fortalece a integração entre as equipes da Ferrovia e da Mina Pedra de Ferro

Primeira reunião de 2026 reuniu colaboradores da BAMIN e empresas parceiras para compartilhar avanços do projeto e alinhar ações entre diferentes áreas

Como parte das ações do Programa de Comunicação Social (PCS) da FIOL 1, a BAMIN realizou, nesta terça (30), a primeira reunião de 2026 do Comitê Interno de Comunicação Social (CICS). Promovido em formato online, o encontro reuniu colaboradores da Ferrovia, da Mina Pedra de Ferro e representantes de empresas parceiras para fortalecer a comunicação interna e promover a integração entre as equipes envolvidas no empreendimento.

O Comitê Interno de Comunicação Social é uma condicionante do licenciamento ambiental vinculada ao Programa de Comunicação Social e tem como principal objetivo ampliar o fluxo de informações entre as diversas áreas da BAMIN. Além de manter um canal permanente de comunicação por meio de um grupo no WhatsApp, o comitê promove encontros semestrais para apresentação de atualizações do projeto, compartilhamento de experiências e alinhamento das principais ações em andamento.

A reunião desta terça marcou mais um passo na integração entre os empreendimentos da Ferrovia e da Mina Pedra de Ferro. Durante o encontro, representantes de áreas como Implantação, Meio Ambiente, Relacionamento com Comunidades, Saúde, Segurança Ocupacional (SSO) e demais equipes técnicas apresentaram o andamento de suas atividades, além de discutir desafios, perspectivas e oportunidades de atuação conjunta.

O evento também contou com a participação de representantes das empresas Arcadis, PRUMO, CIEDS, EGIS, PROGEN e TECSAN, reforçando a importância da comunicação integrada entre a BAMIN e seus parceiros para o desenvolvimento das atividades do projeto. Ao promover o diálogo entre diferentes equipes e especialidades, o Comitê Interno de Comunicação Social contribui para o alinhamento das ações, fortalece a disseminação de informações estratégicas e amplia a integração entre os profissionais envolvidos na implantação da FIOL 1 e da Mina Pedra de Ferro.

BAMIN promove oficina de salvamento aquático para moradores de Juerana

Capacitação fortaleceu a cultura da prevenção e preparou pescadores, marisqueiras e moradores para agir com mais segurança em situações de risco em rios e praias

Promover conhecimento que pode salvar vidas. Com esse propósito, a BAMIN realizou, na comunidade de Vila Juerana, uma Oficina de Capacitação em Salvamento Aquático, iniciativa voltada ao fortalecimento da prevenção de acidentes e da segurança em ambientes aquáticos. A atividade reuniu pescadores, marisqueiras, trabalhadores locais e demais moradores que convivem diariamente com rios, praias e outras áreas naturais da região.

A capacitação foi desenvolvida a partir da importância de ampliar o acesso da comunidade a informações sobre segurança aquática, reconhecendo a estreita relação dos moradores com esses ambientes em suas atividades de trabalho, lazer e deslocamento. A temática também dialoga com as demandas acompanhadas pelo Comitê de Acompanhamento do Programa de Compensação para Atividade Pesqueira, que identifica necessidades e oportunidades para fortalecer a qualidade de vida nas comunidades do território.

Durante a oficina, os participantes receberam orientações sobre identificação de situações de risco, prevenção de acidentes, cuidados necessários em rios e praias, procedimentos iniciais em casos de emergência e condutas adequadas até a chegada de atendimento especializado. Além dos conteúdos teóricos, a atividade estimulou o desenvolvimento de habilidades voltadas à percepção de riscos, à adoção de comportamentos preventivos e à atuação segura diante de possíveis ocorrências envolvendo afogamentos e outros incidentes aquáticos.

O conhecimento compartilhado contribui para fortalecer uma rede local de prevenção, ampliando a capacidade da comunidade de responder de forma mais segura a emergências. A iniciativa beneficia não apenas os participantes da capacitação, mas também familiares, visitantes e todos que utilizam os ambientes aquáticos da região.

De acordo com o coordenador de Relacionamento com Comunidades da BAMIN, Ramon Chalhoub, investir em ações educativas voltadas à segurança representa um compromisso com o desenvolvimento sustentável dos territórios. “Quando fortalecemos o conhecimento da comunidade, fortalecemos também sua capacidade de prevenir acidentes e proteger vidas. Essa oficina vai além da transmissão de técnicas; ela contribui para criar uma cultura de prevenção, autonomia e responsabilidade coletiva, valorizando quem vive e trabalha diariamente em contato com rios e praias. Esse é um compromisso da BAMIN com a segurança, a cidadania e o desenvolvimento sustentável das comunidades.”

A oficina integra o conjunto de ações socioambientais desenvolvidas pela BAMIN para incentivar o protagonismo comunitário, ampliar o acesso à informação e promover iniciativas que gerem benefícios duradouros para as populações dos territórios onde a empresa atua.

Programa de Educação Ambiental da BAMIN promove reflexão sobre o uso consciente da tecnologia entre estudantes da FIOL I

A BAMIN, por meio do Programa de Educação Ambiental, executado em parceria com o CIEDS, promoveu mais uma edição do projeto PEA nas Escolas, iniciativa que leva temas socioambientais e de cidadania para estudantes de escolas públicas localizadas nos quatro lotes da FIOL I. As atividades aconteceram na Escola Municipal Santa Irene, no Assentamento Santa Irene, e na Escola Municipal Roberto Figueira Santos, na sede de Gongogi, reunindo crianças e adolescentes para uma reflexão sobre um tema cada vez mais presente no cotidiano: o uso excessivo de telas.

As atividades foram realizadas em duas unidades de ensino do município de Gongogi, contemplando alunos de uma escola do Assentamento Santa Irene e da sede municipal. De forma participativa e dinâmica, os estudantes foram convidados a refletir sobre os impactos do tempo excessivo diante de celulares, tablets e computadores na saúde mental, no rendimento escolar e nas relações sociais.

Por meio de diálogos, dinâmicas e momentos de interação, a equipe do Programa de Educação Ambiental estimulou as crianças e os adolescentes a reconhecerem a importância de estabelecer uma relação equilibrada com a tecnologia. A proposta também incentivou hábitos que contribuem para uma melhor qualidade de vida, como a convivência presencial com amigos e familiares, a prática de atividades ao ar livre e o cuidado com o bem-estar físico e emocional.

A ação reforça o compromisso da BAMIN com a promoção da educação ambiental e da formação cidadã nas comunidades de sua área de atuação. Ao ampliar o debate sobre temas atuais que impactam diretamente o desenvolvimento de crianças e jovens, o projeto PEA nas Escolas fortalece a construção de uma consciência crítica e incentiva escolhas mais saudáveis e responsáveis para o presente e o futuro.

BAMIN promove diálogo sobre prevenção às drogas em escola estadual de Sussuarana

O compromisso com o desenvolvimento das comunidades vai além da implantação de grandes obras de infraestrutura. Pensando nisso, a BAMIN realizou mais uma edição do Trilhos do Desenvolvimento, desta vez com a temática “Uso de drogas: dialogar, compreender, prevenir e cuidar”, reunindo 35 estudantes do Ensino Médio do Colégio Estadual de Tempo Integral João Teixeira de Novaes, em Sussuarana, distrito de Tanhaçu, localizado na área próxima do trecho 1 da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL 1).

A atividade teve como objetivo conscientizar os jovens sobre os impactos sociais, físicos e emocionais provocados pelo uso abusivo de substâncias, incentivando reflexões sobre escolhas conscientes, autonomia e construção de projetos de vida. Durante o encontro, os participantes também conheceram os serviços públicos de acolhimento e assistência disponíveis para quem precisa de orientação ou apoio.

Conduzida pela assistente social e educadora Izabela Prado, a ação utilizou uma metodologia participativa, combinando informações técnicas sobre drogas lícitas e ilícitas com atividades dinâmicas que estimularam o protagonismo dos estudantes. Um dos destaques foi o “Quiz Relâmpago”, ferramenta lúdica que reforçou a importância de analisar cada decisão com responsabilidade e senso crítico.

Além de esclarecer dúvidas sobre os efeitos das substâncias no organismo, a atividade abordou temas como pressão de grupo, fortalecimento da autoestima, pensamento crítico e prevenção. Também chamou atenção para o crescimento do uso de cigarros eletrônicos entre adolescentes, desmistificando a falsa percepção de que os dispositivos são inofensivos e apresentando informações sobre os riscos associados ao consumo.

Outro ponto importante foi a apresentação da Rede de Proteção Social, mostrando aos estudantes onde buscar acolhimento e atendimento gratuito em casos de necessidade, por meio de equipamentos como o CAPS AD, CRAS, CREAS, escolas e Conselho Tutelar. Dessa forma, a iniciativa amplia o acesso à informação e incentiva os próprios jovens a atuarem como multiplicadores desse conhecimento em suas comunidades.

Para o coordenador de Relacionamento com Comunidades da BAMIN, Ramon Chalhoub, promover esse diálogo é uma forma de fortalecer o desenvolvimento social dos territórios atendidos pela empresa. “Falar sobre prevenção ao uso de drogas é investir no futuro das comunidades. Quando oferecemos informação de qualidade, abrimos espaço para que os jovens façam escolhas mais conscientes, conheçam seus direitos e saibam onde buscar apoio sempre que necessário”, declara.

Segurança, prevenção e integração fortalecem encontro com famílias reassentadas

Com o compromisso de promover qualidade de vida e fortalecer o relacionamento com as famílias reassentadas, a BAMIN realizou mais um encontro voltado ao acompanhamento pós-reassentamento. Desta vez, a atividade teve como tema “Segurança e boas práticas para primeiros socorros”, reunindo participantes em um momento de aprendizado, integração e diálogo sobre cuidados essenciais para o dia a dia.

A programação contou com uma oficina ministrada por um bombeiro civil, que compartilhou orientações práticas sobre prevenção de acidentes, identificação de situações de risco e procedimentos básicos de primeiros socorros. Durante o encontro, foram abordados temas relacionados à segurança no ambiente doméstico e nas atividades rurais, realidade presente na rotina de muitas das famílias, reforçando medidas simples que podem prevenir acidentes e contribuir para a proteção da vida.

Além do conteúdo técnico, o evento proporcionou um ambiente de convivência e troca de experiências entre os participantes. As famílias tiveram a oportunidade de esclarecer dúvidas, compartilhar vivências e dialogar diretamente com a equipe da BAMIN, fortalecendo a confiança e a proximidade construídas ao longo do processo de reassentamento.

 

A iniciativa integra o conjunto de ações permanentes desenvolvidas pela empresa para acompanhar as famílias após o reassentamento. Por meio de visitas periódicas, oficinas temáticas, atividades educativas e canais permanentes de diálogo, a BAMIN busca compreender as necessidades do território, apoiar a adaptação à nova realidade e incentivar a participação ativa da comunidade nas ações promovidas.

Segundo o coordenador de Relacionamento com Comunidades da BAMIN, Ramon Chalhoub, encontros como esse vão além da transmissão de conhecimento e contribuem para consolidar uma comunidade mais preparada e conectada.

“Nosso objetivo é manter um relacionamento próximo e contínuo com as famílias, promovendo ações que façam sentido para sua realidade e contribuam para o bem-estar coletivo. Ao abordar temas como segurança e primeiros socorros, oferecemos conhecimentos que podem fazer a diferença no cotidiano, ao mesmo tempo em que fortalecemos os vínculos comunitários, o diálogo e a confiança entre a BAMIN e os moradores”, afirma o profissional, reforçando que a ação também fortaleceu valores como colaboração, solidariedade e pertencimento. “A atividade contribuiu para ampliar as redes de apoio entre vizinhos, estimular a convivência e fortalecer uma cultura de prevenção, cuidado e participação comunitária”, finalizou Chalhoub.

Sustentabilidade e pertencimento: Projeto “Biomas da Nossa Terra” chega à sua etapa final na Bahia

Promover a preservação ambiental por meio da valorização da cultura e do protagonismo juvenil. Esse foi o propósito do projeto “Biomas da Nossa Terra: da raiz à cultura”, desenvolvido pela área de Relacionamento com Comunidades da BAMIN, e que acaba de concluir seu ciclo de atividades nas comunidades anfitriãs dos quatro lotes das obras da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL I).

A etapa final do projeto foi marcada pelos eventos de culminância realizados nos municípios de Itagibá (Lote 1), Itagi (Lote 2), Contendas do Sincorá (Lote 3) e Lagoa Real (Lote 4). As apresentações reuniram estudantes, famílias e representantes das comunidades em momentos de celebração, aprendizado e troca de experiências, evidenciando como as manifestações culturais locais podem ser aliadas da conservação ambiental.

A iniciativa integra as ações previstas no Plano Básico Ambiental (PBA), por meio do Programa de Educação Ambiental, e foi construída a partir do Diagnóstico Socioambiental Participativo (DSAP), contemplando jovens entre 11 e 15 anos residentes nas áreas próximas da ferrovia.

Ao longo dos 537 quilômetros da FIOL I, que atravessam 24 municípios baianos, o projeto promoveu reflexões sobre a importância da preservação dos três biomas presentes no território: Mata Atlântica, Cerrado e Caatinga, sempre associando a proteção dos recursos naturais aos saberes, tradições e modos de vida das comunidades. A proposta dialoga diretamente com o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 4, da Organização das Nações Unidas (ONU), que incentiva uma educação inclusiva, de qualidade e voltada para o desenvolvimento sustentável e a valorização da diversidade cultural.

Educação ambiental construída com participação

Inspirado na pedagogia participativa de Paulo Freire, o projeto foi estruturado em um ciclo de quatro oficinas, estimulando os participantes a refletirem sobre o território em que vivem e a atuarem como agentes de transformação.

O percurso começou com atividades de integração e apresentação das ações do Programa de Educação Ambiental, fortalecendo o vínculo entre os jovens e o projeto. Em seguida, as comunidades elaboraram um Mapa Cultural Participativo, ferramenta de cartografia social que permitiu identificar potencialidades locais, como agricultura, culinária, artesanato, música e dança, além dos principais desafios socioambientais, entre eles a escassez de água, o saneamento básico e a gestão de resíduos.

Nas oficinas temáticas, dinâmicas lúdicas e atividades colaborativas estimularam discussões sobre a relação entre cultura e meio ambiente, demonstrando como a preservação dos recursos naturais também contribui para manter vivas as tradições de cada território.

Arte como expressão da identidade e da preservação

O encerramento do ciclo transformou o aprendizado em expressão artística. Durante as culminâncias, os jovens apresentaram produções culturais desenvolvidas ao longo do projeto, reunindo música, dança, teatro, poesia, artes visuais e outras manifestações inspiradas na riqueza dos biomas baianos e na identidade de suas comunidades.

Para viabilizar as apresentações, cada grupo recebeu apoio para a produção das atividades, fortalecendo o protagonismo juvenil e incentivando a participação coletiva.

Cada município destacou aspectos únicos de seu território: em Itagibá, as apresentações ressaltaram a transição entre a Mata Atlântica e o Cerrado e a força da identidade comunitária; em Itagi, ganharam espaço as tradições locais e a biodiversidade regional; em Contendas do Sincorá, a Caatinga foi retratada como símbolo de resistência e riqueza ambiental; e, em Lagoa Real, o encerramento do projeto reuniu os saberes e fazeres materiais e imateriais que caracterizam o território.

 

Projeto Transformar fortalece o empreendedorismo feminino com capacitação em vendas e comunicação na comunidade de João Barroca

Fortalecer o empreendedorismo feminino vai além de ensinar técnicas de vendas. Envolve desenvolver confiança, estimular o protagonismo e criar condições para que mulheres ampliem sua autonomia financeira. Com esse propósito, o Projeto Transformar promoveu, no dia 9 de junho, a capacitação “Empreendedorismo, Autoestima e Coragem para Vender”, voltada às integrantes da Associação de Mulheres de João Barroca, apoiadas pela BAMIN e responsáveis pela produção de sequilhos e outros alimentos na cozinha industrial da comunidade.

A iniciativa foi estruturada a partir de demandas identificadas pela equipe da Terceiro Setor Consultoria, responsável pelo acompanhamento do grupo no âmbito do Projeto Transformar. Embora a qualidade dos produtos seja um dos principais diferenciais da associação, foram identificados desafios relacionados à comunicação, à apresentação dos produtos e à segurança das participantes durante os processos de negociação e comercialização.

Ao longo da capacitação, as produtoras participaram de atividades voltadas ao desenvolvimento de competências empreendedoras e ao fortalecimento da autoestima, abordando temas como comunicação assertiva, valorização do próprio trabalho, protagonismo feminino, geração de renda e estratégias para superar a timidez e o receio de falar em público.

A oficina foi conduzida por Rodrigo Leão Brasileiro, palestrante e consultor com 18 anos de experiência no desenvolvimento de líderes e equipes. Especialista em comportamento humano, comunicação e marketing, o profissional compartilhou ferramentas práticas para aprimorar o relacionamento com clientes, fortalecer a autoconfiança e potencializar a apresentação dos produtos ao mercado.

Por meio de dinâmicas e reflexões, as participantes foram incentivadas a reconhecer o valor de sua produção e compreender que vender não significa apenas oferecer um produto, mas também transmitir confiança, contar sua história e valorizar o trabalho desenvolvido coletivamente.

Para além de uma capacitação técnica, o encontro representou um espaço de fortalecimento pessoal e coletivo, estimulando as mulheres a assumirem uma postura mais segura diante dos desafios do mercado e ampliando as perspectivas de crescimento dos empreendimentos comunitários.

Realizado pela BAMIN, o Projeto Transformar promove o fortalecimento de grupos produtivos e organizações comunitárias por meio de ações voltadas ao desenvolvimento socioeconômico, à geração de renda e ao fortalecimento das capacidades locais. Em João Barroca, a iniciativa reforça o compromisso com a autonomia das mulheres, impulsiona o empreendedorismo feminino e contribui para o desenvolvimento sustentável da comunidade.

 

Oficina fortalece conhecimento sobre políticas públicas e amplia participação social no território do Porto Sul

Com o objetivo de ampliar o conhecimento sobre direitos, serviços públicos e mecanismos de participação social, a BAMIN promoveu uma Oficina de Políticas Públicas voltada para estudantes do ensino médio da rede pública e representantes dos Comitês Comunitários vinculados aos projetos do Programa de Educação Ambiental no território do Porto Sul. A atividade apresentou as principais políticas públicas vigentes nas esferas federal e estadual, além dos equipamentos públicos de referência disponíveis no território e os serviços oferecidos à população.

Conduzida pela especialista em políticas públicas Marcella Gavinho, a oficina proporcionou um espaço de diálogo e troca de experiências, abordando temas relacionados às áreas de educação, saúde, assistência social, infraestrutura e demais políticas essenciais para a garantia de direitos e o fortalecimento da cidadania. Ao reunir participantes de diferentes contextos, a iniciativa também contribuiu para ampliar o conhecimento sobre os canais de participação cidadã, incentivando uma atuação mais qualificada em conselhos, fóruns, audiências públicas e outros espaços de decisão.

A ação integra a estratégia de relacionamento da BAMIN com as comunidades do território, que busca compartilhar conhecimento, fortalecer o desenvolvimento local e ampliar o acesso à informação. Durante o encontro, os participantes tiveram a oportunidade de conhecer melhor os serviços públicos disponíveis, compreender o papel do Estado na garantia de direitos e refletir sobre formas de atuação coletiva para atender às demandas das comunidades.

Participaram da oficina dez pessoas, entre estudantes e representantes dos Comitês Comunitários, além de integrantes da BAMIN, do CIEDS e do ISUS. Entre as principais contribuições apresentadas pelos participantes, destacou-se a necessidade de dar continuidade às ações formativas sobre políticas públicas, fortalecendo o conhecimento das lideranças locais sobre direitos, serviços e canais institucionais para encaminhamento de demandas comunitárias.

As percepções e demandas levantadas durante a atividade também servirão de referência para aprimorar as ações do Programa de Comunicação e Interação Social (PCIS), orientando futuras iniciativas de relacionamento e ampliando a disseminação de informações de interesse público para outras lideranças e comunidades do território.

De acordo com a analista de Relacionamento com Comunidades da BAMIN, Sandra Argolo, iniciativas como essa fortalecem o protagonismo comunitário e contribuem para o desenvolvimento local. “Ao ampliar o acesso à informação sobre direitos, políticas públicas e mecanismos de participação social, fortalecemos a autonomia das lideranças e criamos condições para que as comunidades participem de forma mais ativa e qualificada das discussões sobre o desenvolvimento do território. Esse processo contribui para a construção de relações mais transparentes, colaborativas e sustentáveis entre todos os atores envolvidos”, destaca.

 

 

 

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