A comunidade pesqueira de Joia do Atlântico participou, na sexta-feira (18), de um mutirão de limpeza de praia realizado na Cabana Virou Mania. A iniciativa promoveu ações educativas sobre o descarte de resíduos sólidos e a destinação adequada do lixo, além de estimular a participação coletiva na conservação dos ecossistemas locais. A iniciativa foi realizada pelo Programa de Educação Ambiental com Comunidades, em sinergia com o Programa de Compensação para a Atividade Pesqueira da BAMIN.
A ação contou com a parceria do Grupo Amigos da Praia Joia do Atlântico e a participação de alunos da Escola de Ponta da Tulha. A programação começou com uma roda de conversa voltada à sensibilização dos participantes sobre a importância da separação e da destinação ambientalmente adequada dos resíduos sólidos. Na sequência, os envolvidos receberam materiais para a realização do mutirão, como luvas, sacos de lixo e camisas com proteção UV.
A atividade também contou com uma dinâmica educativa promovida em parceria com o projeto de extensão Coleções UESC, da Universidade Estadual de Santa Cruz, que apresentou uma exposição de animais da fauna silvestre aquática. A ação buscou aproximar os participantes da biodiversidade local e destacar a importância da conservação das espécies para o equilíbrio ambiental.
Para Sandra Argolo, analista de Relacionamento com Comunidades da BAMIN, ações como essa contribuem para ampliar o conhecimento e fortalecer a participação das comunidades na conservação ambiental. “Quando a comunidade participa ativamente de ações de educação ambiental, ela amplia seu conhecimento sobre os impactos do descarte inadequado de resíduos e fortalece seu papel na conservação dos espaços onde vive. O apoio às iniciativas locais busca justamente estimular esse protagonismo e a construção coletiva de soluções”, afirma.
A atuação da BAMIN na iniciativa envolveu o apoio técnico e o fornecimento dos insumos necessários para a realização do mutirão. A proposta integra as ações de educação ambiental desenvolvidas junto às comunidades e busca fortalecer uma rede de cooperação voltada à sustentabilidade e à conservação dos ambientes naturais.
A BAMIN realizou duas Oficinas de Oportunidades em comunidades próximas ao trecho 1 da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL1). As atividades, realizadas em Itagi no dia 18 e em Maracás na última terça-feira (23), reuniram mais de 50 participantes e abordaram temas relacionados à produção artesanal e às práticas agrícolas.
Em Itagi, a atividade ocorreu no acampamento Joares Araújo, vinculado ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), e reuniu 29 pessoas para uma capacitação sobre produção de sabão artesanal. A oficina foi conduzida por Maria Sinair Matos, que já havia participado da feira RIOLESC nas edições de 2025 e 2026. Agora como instrutora, compartilhou os conhecimentos adquiridos, apresentando técnicas de produção e possibilidades de aproveitamento de materiais.
“Poder compartilhar conhecimento é sempre bom e a gente se sente útil para a humanidade, contribuindo para, de alguma forma, melhorar a vida das pessoas. Isso acontece, principalmente, quando a gente percebe o interesse e o brilho nos olhos, como foi o caso dessa oficina, vi muitos atentos às explicações, alguns ficaram de pé ao redor da mesa para ver o processo de transformação dos produtos, participaram ativamente”, declarou Maria Sinair.
Em Maracás, 22 moradores da comunidade Porto Alegre participaram da atividade sobre uso de bioinsumos na agricultura. O conteúdo foi apresentado pelo biólogo e mestre em Agronomia Elzivan Ferreira, que abordou práticas agrícolas sustentáveis e o uso de bioinsumos no campo, com orientações relacionadas à produção e à preservação ambiental.
Da escuta à capacitação
As Oficinas de Oportunidades surgiram como uma evolução das tradicionais Rodas de Conversa realizadas pela BAMIN. Os temas são definidos a partir da escuta dos moradores e das características de cada localidade, priorizando conhecimentos práticos de interesse das comunidades.
“A proposta é ouvir o que as comunidades consideram relevante e, a partir dessas demandas, trazer conhecimentos que possam ser utilizados no dia a dia. Quando o conteúdo nasce dessa troca, a atividade ganha sentido para quem participa”, afirma Ramon Chalhoub, coordenador de Relacionamento com Comunidades da BAMIN.
Empreendedores turísticos, lideranças comunitárias e agentes culturais de comunidades da área do entorno do Porto Sul e do Litoral Norte de Ilhéus participaram, na quinta-feira (17), de uma oficina de capacitação sobre o uso estratégico do Google Meu Negócio. A atividade apresentou conhecimentos teóricos e práticos sobre a ferramenta gratuita do Google, com foco na ampliação da presença digital e na divulgação de produtos e serviços locais.
A iniciativa surgiu a partir de uma demanda identificada junto às comunidades e buscou apoiar empreendedores que ainda não utilizam a ferramenta de forma estratégica, contribuindo para fortalecer a presença online dos negócios e ampliar suas possibilidades de conexão com novos clientes.
Durante a oficina, os participantes tiveram contato com estratégias digitais e atividades práticas de configuração e otimização de perfis, aprendendo como apresentar seus produtos e serviços nas buscas do Google. A proposta também busca aproximar iniciativas de cultura, turismo e empreendedorismo, fortalecendo a divulgação dos negócios locais.
“Essa capacitação parte de uma necessidade identificada junto às comunidades e busca oferecer ferramentas que possam ser utilizadas no dia a dia pelos empreendedores. O acesso a recursos digitais pode contribuir para que produtos, serviços e iniciativas locais sejam encontrados por mais pessoas, fortalecendo as atividades econômicas e a integração entre turismo, cultura e empreendedorismo”, afirma Ramon Chalhoub, coordenador de Relacionamento com Comunidades da BAMIN.
Para Fátima Pessoa, empreendedora do São Domingos, a formação trouxe conhecimentos importantes para quem encontra dificuldades no uso das ferramentas digitais. “Participei dessa oficina maravilhosa, achei o assunto bem pertinente e a atuação do professor maravilhosa. Gostei muito do material que foi oferecido e considero de suma importância, porque hoje o mundo da internet é muito importante para os nossos negócios e para quem tem uma certa dificuldade de lidar com as informações da internet. É importante que a gente procure se manter informada para que possa melhorar a nossa atuação no mercado e se manter ativo”, relata.
O encontro contou com a participação da comunidade e trouxe grandes números das ações socioambientais realizadas pela BAMIN
Ocorreu na manhã do dia 15 de setembro a 40ª reunião ordinária da Comissão de Acompanhamento do Empreendimento (CAE) da Mina Pedra de Ferro, na Casa Anísio Teixeira, em Caetité. A CAE é um espaço permanente de diálogo entre a BAMIN e representantes da sociedade civil, com foco na transparência e no acompanhamento das atividades do Projeto Pedra de Ferro. Participaram 11 entidades com 18 representantes, além de convidados.
A abertura foi realizada pelo presidente da CAE, Alex Ramos Pereira, da Bioconsultoria. Logo em seguida, o diretor de Sustentabilidade, Marcelo Dultra, iniciou o evento dando um panorama geral sobre a situação da BAMIN atualmente, contextualizando o cenário geopolítico e eleitoral, além de trazer uma série de dados e números relacionados às ações executadas pela empresa, como a manutenção dos ativos e a execução das atividades socioambientais.
“Conseguimos levar muitas das ações já executadas e que deram certo aqui na Mina para Ilhéus e para o trecho da ferrovia. A partir do Diálogo Social Participativo, mapeamos tudo de acordo com as singularidades de cada região, para a implementação de ações que efetivamente farão diferença na vida das pessoas”, detalhou. Ele também informou que o INEMA está devidamente alinhado sobre a questão da redução das atividades na região a Mina Pedra de Ferro, em função do cenário de manutenção.
Ainda assim, o diretor detalhou que a empresa executou mais de R$ 47 milhões em ações socioambientais, entre 2020 e 2026. “A BAMIN é citada pelos órgãos ambientais como exemplo a ser seguido na mineração da Bahia. Isso traz um orgulho enorme para a gente e mostra como estamos sempre comprometidos com as nossas ações com as comunidades e com o meio ambiente”, destaca Dultra.
Durante o evento, a coordenadora de meio ambiente Marcela Dias, mostrou o quadro com 28 licenças, autorizações, certificações, declarações, dentre outros, para a implantação do projeto da BAMIN e destacou que todas, sem exceção, estão vigentes ou em renovação. Ela também trouxe diversos indicadores da mina que destacaram grandes números da área de meio ambiente como, por exemplo, mais de 4,5 milhões de sementes coletadas, mais de 2 mil animais resgatados e mais de 130 mil mudas produzidas, dentre diversos outros. “Esses dados são cumulativos e nós continuamos monitorando e fazendo controle sempre, da melhor forma possível”, detalha.
Um dos participantes do encontro, o historiador e jornalista José Carlos Lelis, presidente do Instituto Prisma, destacou a importância de encontros como a CAE, para se compartilhar o conhecimento sobre as riquezas que há na região. “Eu acompanho a CAE e comissões de outras empresas há 15 anos porque entendo a importância de estar próximo de empreendimentos que podem mudar a nossa terra. Estou feliz em estar aqui”, conclui.
Ana Paula Dias, coordenadora de relacionamento com comunidades, mostrou como a BAMIN conseguiu construir essa relação de confiança com as comunidades, com o passar dos anos. “A BAMIN honra com os nossos compromissos. Quando eu vejo essas fotos das ações que executamos, me dá um calor no coração”, emociona-se. Ela explicou que a empresa trabalha atualmente com 94 comunidades na região da Mina, mas esse número já chegou a 108.
Reassentamento Humano Sustentável
O encontro também trouxe um compilado histórico do reassentamento humano sustentável realizado com as comunidades de Antas e de Palmito. Dultra explicou que esse trabalho envolveu 18 famílias dessas comunidades, onde a BAMIN fez a aquisição da terra e montou uma estrutura na Fazenda Lapa para que os reassentados pudessem manter o vínculo de convivência e a agricultura familiar. Ele trouxe números e dados sobre as ações e o desenvolvimento das atividades que estão sendo realizadas pelos reassentados, além de informar uma série de investimentos e capacitações técnicas realizadas pela BAMIN, bem como as assistências social e médica. Um relatório compilado sobre o assunto foi entregue junto ao material distribuídos aos participantes da CAE.
Por fim, o evento foi finalizado com uma bela homenagem à Ana Paula Dias, com destaque para as ações que ela desenvolveu com as comunidades, sempre demonstrando um carinho enorme por todos, muita competência e força de vontade para entregar, não deixando, em nenhum momento, que os desafios pessoais e profissionais impactassem a qualidade do seu trabalho.
A próxima reunião deve ser convocada nos próximos meses, conforme o calendário acordado entre os membros.
A CAE faz parte de condicionantes ambientais estabelecidos pelo INEMA da LI – Portaria nº 17.973/2019 – LXVII/LXXII e LO – Portaria nº 22.057/2020 – I, na área de abrangência do Projeto Pedra de Ferro.
Projeto Trilhos do Desenvolvimento integra ações e estimula novas práticas no ambiente escolar
A BAMIN promoveu, no dia 14 de setembro, uma formação continuada sobre Educação Ambiental e Sustentabilidade para 57 professores da rede municipal de Aiquara. A atividade foi realizada no Colégio Estadual de Tempo Integral de Aiquara e integra o projeto Trilhos do Desenvolvimento, desenvolvido pelo Programa de Educação Ambiental da FIOL 1.
A formação teve o objetivo de ampliar o repertório dos educadores e estimular práticas relacionadas à sustentabilidade que possam ser incorporadas ao cotidiano escolar. A iniciativa contou com a participação da professora-doutoura Cláudia Coelho, docente da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB) e especialista em Ecologia, com experiência nas áreas de Educação e Meio Ambiente, Ecologia Humana e Gestão e Política Ambiental.
Durante o encontro, Cláudia Coelho promoveu uma reflexão sobre os desafios de trabalhar questões ambientais de forma contínua nas escolas. A professora destacou a importância de superar ações pontuais, como campanhas de plantio de mudas ou atividades de coleta seletiva, para desenvolver projetos permanentes, conectados ao cotidiano dos estudantes e às características de cada comunidade.
A discussão também abordou a importância de integrar o tema a diferentes áreas do conhecimento e aproximar os conteúdos escolares das questões socioambientais presentes no território.
Na etapa final, os educadores participaram de um momento de escuta e troca de experiências, compartilhando desafios encontrados no cotidiano das salas de aula. A dinâmica permitiu identificar oportunidades de melhoria e reforçou a importância da continuidade dos processos formativos, ampliando os espaços para compartilhamento de saberes e experimentação de novas metodologias.
O coordenador de Relacionamento com as Comunidades da BAMIN, Ramon Chalhoub, destacou a importância da iniciativa: “A formação continuada cria oportunidades para que os professores ampliem seus conhecimentos e encontrem novas formas de trabalhar as questões ambientais a partir da realidade dos estudantes. Ao promover esse diálogo, o Trilhos do Desenvolvimento contribui para fortalecer práticas que podem ser incorporadas ao cotidiano escolar e gerar reflexões que ultrapassam os limites da sala de aula”, afirmou.
O que hoje cabe em um documento representa, para 15 famílias de Uruçuca, a possibilidade de construir um novo amanhã. Nesta quinta-feira (10), agricultores que até então trabalhavam na condição de meeiros receberam a documentação que formaliza a propriedade de suas áreas na Fazenda Luz Brasileira, no município do sul da Bahia. O momento marca uma etapa importante de um processo de transição econômica conduzido pela BAMIN, que passa pela mudança da condição de trabalhador para a de proprietário de terra.
A ação integra o Programa de Desapropriação e Reassentamento Involuntário, por meio do Subprograma de Reassentamento Rural, e foi realizada pela BAMIN. Os 15 meeiros beneficiados e suas respectivas famílias passam, a partir da formalização, a ter segurança jurídica e autonomia sobre as áreas que poderão utilizar para viver, produzir e construir novas possibilidades de geração de renda.
O processo teve início a partir da aquisição das áreas e considerou indicadores sociais de vulnerabilidade das famílias envolvidas. Após essa ação, foram desenvolvidas etapas de regularização e individualização das terras até chegar ao momento da entrega dos documentos. A trajetória representa uma mudança profunda: famílias que tinham na terra o local de trabalho passam a ter nela também um patrimônio próprio e uma base para seus projetos de futuro.
“Esse é um marco muito especial dentro de um processo que foi construído ao longo do tempo. Nós olhamos para as famílias que estavam nessas terras e que viviam do trabalho que realizavam nelas. A partir do processo de deslocamento econômico, foi possível criar as condições para que essas pessoas deixassem a condição de meeiros e passassem à condição de proprietários. Hoje, elas não recebem apenas uma documentação. Recebem segurança, autonomia e a possibilidade de olhar para aquela terra como algo que é delas e sobre o qual podem construir seu futuro”, destaca Ramon Chalhoub, coordenador de Relacionamento com Comunidades da BAMIN.
Para o diretor de Sustentabilidade da BAMIN, Marcelo Dultra, a mudança também transforma a perspectiva de geração de renda das famílias. “Quando falamos em propriedade, estamos falando também em possibilidade de escolha. O agricultor passa a decidir o que plantar, como produzir e como planejar sua atividade. A terra deixa de ser apenas o lugar onde ele trabalhava e passa a ser uma base para a construção de renda, de patrimônio e de novos projetos para sua família. É uma transformação que tem uma dimensão econômica, mas também profundamente humana”, afirma.
A propriedade passa, assim, a representar uma nova relação das famílias com a terra. É o espaço onde se desenvolvem as atividades produtivas, mas também onde estão as relações familiares, a rotina e os projetos para o futuro. Para os agricultores, a conquista significa poder tomar decisões sobre o próprio território e pensar na continuidade desse patrimônio para as próximas gerações.
A emoção do momento foi compartilhada pelos próprios agricultores. Para José Lopes Cardoso, a entrega representa uma conquista que será celebrada por toda a família. “Hoje foi um dia de grande emoção, que até fiquei sem voz, ao receber esse benefício que a BAMIN está proporcionando. Agora temos nossa terra e vamos cuidar dela, vamos plantar para multiplicar. Eu e minha família estamos muito felizes com essa conquista”, afirma.
Conhecimento e mudas para produzir de forma sustentável
Além da entrega da documentação, o encontro contou com uma palestra sobre agricultura sustentável, conduzida por Giselle da Hora, integrante do Programa de Comunicação e Interação Social da BAMIN. A atividade apresentou aos proprietários conceitos relacionados à agricultura sustentável, com orientações sobre a utilização de adubos orgânicos e os impactos do uso em larga escala de defensivos agrícolas sobre os alimentos, a terra e a água.
Como parte da ação, cada novo proprietário recebeu 10 mudas de espécies de mata nativa, totalizando 150 mudas, entre elas Canela, Biriba, Pau-de-jangada, Camboatã, Murta de bico e Gindiba. Produzidas pelo Viveiro da BAMIN, vinculado ao Programa de Resgate de Flora e em atendimento ao Programa de Compensação Florestal, as mudas têm o objetivo de incentivar os proprietários a preservar suas áreas de mata, valorizar os recursos naturais locais e adotar práticas sustentáveis no uso e manejo da terra.
A equipe também distribuiu material informativo aos participantes. A iniciativa busca ampliar a conscientização dos agricultores sobre práticas sustentáveis, especialmente neste novo momento, em que passam a ter suas próprias áreas e podem planejar a atividade produtiva de acordo com seus projetos e possibilidades.
A BAMIN está promovendo, ao longo deste mês, uma programação especial dedicada à valorização da vida, ao cuidado com a saúde mental e ao fortalecimento do bem-estar dos colaboradores da empresa e dos moradores das cidades próximas ao Projeto Integrado. As iniciativas fazem parte da campanha nacional Setembro Amarelo e incluem ações de porta a porta, rodas de conversa, Diálogos Diários de Saúde e Segurança (DSS) e palestra online conduzidas por equipes técnicas e especialistas convidados.
Nesta semana, a equipe da BAMIN realizou ações de porta a porta em cidades próximas à FIOL1 para levar informações sobre o Setembro Amarelo a cerca de 360 pessoas. Na terça-feira (9), as atividades ocorreram em Ilhéus e Uruçuca, no Lote 1. Na quarta-feira (10), foi a vez das comunidades Tamarindo e Assentamento Flor da Terra, em Jequié, no Lote 2. A programação deve continuar até o fim de setembro, com novas ações previstas em outras cidades da região da ferrovia.
Programação interna
Para o público interno, os primeiros DSSs foram realizados no dia 1º, em Uruçuca, na região do trecho 1 da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL1), com 26 colaboradores, e em Ilhéus, na região do Porto Sul, no dia 4, reunindo 33 participantes. A programação segue em Brumado e Belo Horizonte, na próxima terça-feira (15), e em Salvador, no dia 23, mesma data em que também será realizada uma live com transmissão online sobre saúde mental, produtividade saudável, equilíbrio emocional e a importância do descanso, com a médica psiquiatra Flora Rodrigues Ferreira.
“Falar sobre o Setembro Amarelo nos convida a repensar nossas práticas e valores, promovendo o cuidado com a saúde mental como parte essencial da vida e do trabalho”, explica a médica. A especialista alerta que fomentar ambientes de trabalho mais saudáveis é uma responsabilidade coletiva, que exige compromisso e ações concretas. “Cuidar da saúde mental também significa reconhecer a importância do equilíbrio, do descanso e do autocuidado”, afirma.
Para o gerente de Saúde e Segurança Ocupacional da BAMIN, Alexandre Umemura, a programação do Setembro Amarelo busca estimular a procura por apoio, reduzir preconceitos relacionados às questões emocionais e psicológicas e fortalecer relações baseadas em escuta e respeito. “A saúde mental é um fator essencial para a qualidade de vida, a segurança e o desempenho das pessoas. Ao promover espaços de diálogo e conscientização, a BAMIN reforça seu compromisso com o cuidado integral dos trabalhadores, contribuindo para ambientes de trabalho mais saudáveis, seguros e acolhedores”, conclui.
O CEO da BAMIN, Eduardo Ledsham, participou do Fórum de Entidades do Setor Mineral, realizado na abertura da Expo & Congresso Brasileiro de Mineração (EXPOSIBRAM 2026), no dia 24 de agosto, em Belo Horizonte. O encontro reuniu as 30 principais lideranças da indústria mineral brasileira para discutir os desafios e oportunidades para a atividade nos próximos anos.
O fórum colocou em discussão os caminhos para ampliar a competitividade do Brasil e fortalecer a contribuição da mineração para o desenvolvimento nacional. A reunião também tratou da necessidade de ampliar a articulação entre os diferentes segmentos da indústria e de fortalecer a representação do setor nas discussões com os poderes Legislativo e Executivo.
A agenda prevê novos encontros nos próximos meses, nos quais os participantes deverão apresentar propostas de ações institucionais conjuntas. A iniciativa busca ampliar a articulação entre empresas e entidades que integram a cadeia mineral em torno de temas de interesse comum.
Um dos maiores eventos de mineração da América Latina, a Exposibram é promovida pelo Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM). A próxima edição será de 20 a 23 de setembro de 2027, em Belém (PA).
Importância do Projeto Integrado para o setor
A Bahia ocupa a terceira posição entre os estados brasileiros com maior expansão da atividade mineral e como destino de investimentos no setor, atrás de Minas Gerais e Pará, segundo o IBRAM. Nesse cenário, as discussões sobre competitividade também se relacionam com o Projeto Integrado da BAMIN, formado pela Mina Pedra de Ferro, em Caetité, pelo Porto Sul, em Ilhéus, e pelo trecho 1 da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL 1), que ligará os dois empreendimentos.
A mina da BAMIN tem capacidade projetada para produzir até 26 milhões de toneladas de minério de ferro por ano, com teor de ferro entre 67% e 68,5%, classificado como premium. A FIOL 1 – trecho ferroviário de 537 quilômetros que passa por 19 municípios baianos – terá capacidade de 60 milhões de toneladas por ano. O Porto Sul poderá movimentar até 42 milhões de toneladas anuais e receber navios de até 250 mil toneladas.
A logística é uma etapa determinante para a competitividade da mineração, principalmente em operações que movimentam grandes volumes por longas distâncias. Em plena operação, o corredor logístico do projeto integrado vai poder movimentar não apenas a produção da Mina Pedra de Ferro, como outras cargas, a exemplo de grãos, fertilizantes e combustíveis. Uma importante alternativa de escoamento que vai conectar a Bahia a outros mercados nacionais e internacionais.
Cerca de 300 pessoas participaram, na última terça-feira (1º), de uma ação social promovida pela BAMIN no distrito de Guirapá, em Pindaí, nas proximidades da Mina Pedra de Ferro. Realizada na Rua do Mercado, a iniciativa reuniu crianças, jovens, adultos e idosos em uma programação voltada à promoção da saúde, à prevenção e ao bem-estar, com serviços gratuitos, lazer e orientações para as famílias participantes do Plano de Desenvolvimento Social da empresa e os demais moradores da região.
A programação incluiu aferição de pressão arterial, teste de glicemia, tipagem sanguínea, atendimentos fisioterapêutico e nutricional, além de orientações psicológicas, palestra sobre saúde mental e atividades físicas abertas ao público. “Foi um prazer fazer parte desse momento, um evento bem planejado e organizado”, afirmou a psicóloga Jéssica Milena Fernandes, palestrante na ação.
As crianças e os jovens também participaram de atividades recreativas durante a programação. “Foi um evento muito produtivo, acolhedor e de descontração, que trouxe momentos de interação e de saúde para toda a comunidade, além de levar alegria para as crianças”, avaliou Kaique Samuel Teixeira, da Subprefeitura de Guirapá, parceria da BAMIN na organização do evento.
Representante da UniCesumar, Juliana Onzola destacou a experiência de participar da programação. “Ficamos muito satisfeitos em estar presentes e esperamos participar mais vezes”, afirmou.
A iniciativa ampliou o acesso a informações e serviços que podem contribuir para os cuidados do dia a dia, segundo a diretora da Escola Bernardina de Castro, Sirlene Borges. “É uma oportunidade de acesso a serviços, informações e momentos de integração”, declarou.
A ação social em Guirapá integrou o Plano de Desenvolvimento Social, que faz parte do Programa de Reassentamento Humano Sustentável da BAMIN. “A iniciativa reforça a importância da atuação conjunta entre empresas, poder público, instituições de ensino e comunidade na construção de iniciativas que promovam saúde, informação e prevenção. Além disso, vale ressaltar que a ação contemplou a comunidade como um todo, proporcionando uma vivência diferente para as famílias da região, uma vez que os serviços foram levados até eles e não o contrário”, concluiu a coordenadora de Relacionamento com Comunidades da BAMIN, Ana Paula Dias.
Estudantes do 9º ano do Ensino Fundamental e do 3º ano do Ensino Médio participaram de atividades do Programa de Educação Ambiental (PEA) desenvolvidos em Barra do Rocha e Aurelino Leal, na região da FIOL 1. A ação, promovida pela BAMIN, ocorreu no Colégio Estadual Antônio Mota Bittencourt, em Barra do Rocha, no dia 25, e na Escola Agrupada Luis Mendes Ferreira, no distrito de Laje do Banco, em Aurelino Leal, em 27 de agosto. Nos dois encontros, os estudantes participaram de uma oficina com o tema “Múltiplos saberes, Cultura Ancestral e Novas Tecnologias: quando diferentes formas de conhecimento se encontram”.
A programação incluiu uma dinâmica de resgate de memórias, na qual os estudantes foram convidados a conversar sobre as raízes e os conhecimentos presentes em suas famílias e comunidades. Nas duas escolas, a atividade abordou práticas agrícolas tradicionais, uso racional dos recursos naturais e tecnologias sociais transmitidas entre gerações. A proposta foi aproximar os jovens dos saberes presentes em seus territórios e estimular a troca entre diferentes formas de aprendizado.
A oficina também discutiu a relação entre conhecimentos tradicionais e novas tecnologias digitais e de informação. A partir dessa conexão, os estudantes refletiram sobre o papel da juventude no desenvolvimento territorial, na preservação dos conhecimentos locais e na construção de soluções sustentáveis para o campo e para a vida em comunidade. A abordagem mostrou que diferentes formas de conhecimento podem dialogar e se complementar diante dos desafios atuais.
O PEA nas Escolas integra o Programa de Educação Ambiental da BAMIN e promove diversas atividades com as comunidades. Para o coordenador de Relacionamento com as Comunidades da BAMIN, Ramon Chalhoub, ações realizadas nas instituições de ensino contribuem para aproximar os jovens das discussões sobre o território e valorizar os conhecimentos presentes nas comunidades. “É uma forma de os estudantes também ampliarem suas possibilidades de pensar e transformar a realidade ao seu redor”, declarou.
A BAMIN promoveu, nesta semana, ações de prevenção e combate a queimadas em duas escolas da região da Mina Pedra de Ferro. As atividades ocorreram na quarta-feira (26), no Colégio Dom Manoel Raimundo de Melo, em Santa Luzia, e na manhã desta sexta-feira (28), na Escola Municipal Antero Alves de Oliveira, em Guirapá. Ao todo, mais de 200 estudantes, entre 12 e 16 anos, e colaboradores participaram da programação.
Nas duas ações, os estudantes receberam panfletos informativos e participaram de demonstrações práticas sobre prevenção e combate a princípios de incêndio. A equipe da BAMIN explicou como fazer a limpeza de terrenos sem recorrer às coivaras, prática de limpeza de terrenos que consiste na queima de folhas secas, galhos e outros resíduos acumulados no local. Durante a estiagem, quando há ventos fortes, altas temperaturas e baixa umidade, as chamas podem se espalhar rapidamente e sair do controle, aumentando o risco de queimadas. O período do ano mais crítico para incêndios na região é entre agosto e novembro.
Como alternativa às coivaras, os alunos aprenderam sobre a compostagem, que permite aproveitar os resíduos orgânicos da limpeza do terreno para produzir adubo para o solo. Os participantes também receberam orientações sobre como agir diante de um princípio de incêndio, incluindo o uso correto de extintores e quais tipos são indicados para cada classe de fogo. A equipe da BAMIN reforçou ainda a importância de acionar o Corpo de Bombeiros, pelo 193, em caso de emergência.
O professor Maikon Roberto Santos, do Colégio Dom Manoel Raimundo de Melo, avaliou a iniciativa como importante e proveitosa, principalmente para os alunos da zona rural, contribuindo para a conscientização sobre prevenção e segurança. “A palestra abordou de forma clara e dinâmica o tema dos incêndios, explicando a diferença entre fogo e incêndio e os impactos do fenômeno climático El Niño, especialmente na ocorrência e agravamento de queimadas. Os alunos também foram orientados sobre medidas de prevenção e cuidados para evitar incêndios. Para finalizar, uma atividade prática sobre o uso do extintor foi realizada, despertando bastante interesse e participação dos estudantes”, relatou o educador.
Engenheiro de Segurança especializado em Combate a Incêndio Estrutural e Florestal da Arcadis – empresa contratada pela BAMIN para a execução das iniciativas de saúde e segurança ocupacional – Arlen Tavares atua como coordenador de Prevenção e Emergência do Projeto Integrado (Mina Pedra de Ferro, Porto Sul e FIOL1) e conduziu a ação nas duas escolas.
Segundo Arlen, o intuito principal foi conscientizar o público jovem, para que os estudantes sejam multiplicadores, ajudando a educar e a transmitir as informações aprendidas para as próximas gerações. “A ideia é que eles levem esse conhecimento para casa e saibam como prevenir e agir diante de um princípio de incêndio. O objetivo é preparar para uma situação que esperamos que nunca aconteça”, explicou.
Para a coordenadora de Relacionamento com Comunidades da BAMIN, Ana Paula Dias, a conscientização é uma ferramenta importante para reduzir os riscos durante a estiagem. “A prevenção depende da participação de todos. Orientar as comunidades ajuda a proteger as pessoas, a fauna, a vegetação e o meio ambiente”.
A BAMIN promoveu nesta quinta-feira (27), em parceria com a Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC) e a Escola Manoel Malaquias Reis, em Serra Grande, uma atividade educativa voltada à conservação da fauna silvestre. A iniciativa, intitulada Dinâmica da Fauna Silvestre, buscou aproximar estudantes e comunidade escolar do conhecimento científico por meio de atividades lúdicas e interativas sobre animais terrestres e aquáticos.
Durante a programação, foram apresentadas coleções dos projetos de extensão da UESC, incluindo a Coleção de Mamíferos Alexandre Rodrigues Ferreira, a Coleção de Invertebrados Aquáticos e a Coleção Herpetológica/Mastozoologia. O contato direto com exemplares da fauna da Mata Atlântica possibilitou aos participantes conhecer características morfológicas, fisiológicas e comportamentais dos animais, além de informações sobre seus habitats.
Para Sandra Argolo, analista de Relacionamento com Comunidades da BAMIN, iniciativas como essa fortalecem a educação ambiental e ampliam o acesso ao conhecimento sobre a biodiversidade local. “Levar esse conhecimento para dentro das escolas é uma forma de aproximar os estudantes da fauna que faz parte do território onde vivem. A educação ambiental contribui para despertar o cuidado com o meio ambiente, a valorização da biodiversidade e também para orientar sobre a importância desses animais e a prevenção de acidentes”, afirma.
Além de estimular a conscientização sobre a importância ecológica da fauna, a ação promoveu a aproximação entre o conhecimento produzido no ambiente
acadêmico e as comunidades do território. A proposta também contribui para a construção de um ambiente de aprendizado científico e interativo, especialmente entre o público infantojuvenil.
A participação da BAMIN ocorreu por meio do Programa de Educação Ambiental com Comunidades, em sinergia com o Programa de Compensação para a Atividade Pesqueira. A atuação conjunta com a UESC e a comunidade escolar reforça o compromisso da empresa com a democratização do acesso ao conhecimento e com a valorização da educação e da conservação ambiental no território.
“Quando universidade, escola, comunidade e empresa atuam de forma integrada, conseguimos transformar o conhecimento em uma ferramenta de diálogo e sensibilização. É uma parceria que contribui para fortalecer a relação das novas gerações com a biodiversidade e com a conservação do meio ambiente”, destaca Sandra.
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