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Retrospectiva BAMIN 2025: um ano de entregas consistentes, diálogo com os territórios e fortalecimento da reputação

O ano de 2025 trouxe grandes desafios para a BAMIN. Mesmo em um cenário de reestruturação,  a empresa registrou resultados expressivos, mostrando que períodos de reorganização e “espera” podem se transformar em oportunidades para importantes entregas.

Enquanto o cronograma das grandes obras aguarda definições, as equipes dos três empreendimentos que compõem o Projeto Integrado — Mina Pedra de Ferro, FIOL 1 e Porto Sul — mantiveram suas atividades de forma consistente. Essas iniciativas reforçaram o compromisso da BAMIN com a segurança, a integridade, a transparência, o cuidado com o meio ambiente e, principalmente, o desenvolvimento social das comunidades onde atua.

O BAMIN em Ação desta semana apresenta a retrospectiva de 2025, lembrando que é sempre tempo de realizar. E, com esta mensagem, aproveitamos para desejar a todos boas festas e um novo ano de boas conquistas!

Confira os principais fatos que marcaram a BAMIN em 2025:

BAMIN fortalece diálogo e ações socioambientais em 2025: projetos em comunidades, educação ambiental e conservação reforçam o compromisso da BAMIN com desenvolvimento sustentável

Diálogo permanente com comunidades

As iniciativas socioambientais seguiram intensamente nas áreas próximas do Projeto Integrado ao longo de 2025:

Na Mina Pedra de Ferro, as ações de Relacionamento com Comunidades alcançaram ampla abrangência territorial e social, com 94 comunidades assistidas em Caetité, Pindaí, Guanambi e Licínio de Almeida. Ao longo do período, foram 3.830 pessoas engajadas diretamente e 13.313 alcançadas, por meio de campanhas de comunicação, prevenção e educação socioambiental. Destacam-se as ações relacionadas à venda de minério (2.468 pessoas), à prevenção de acidentes domésticos (2.692), às queimadas e à educação ambiental, além da realização de sete reuniões comunitárias, duas reuniões da Comissão de Acompanhamento do Empreendimento e atividades contínuas de porta a porta e inspeções em campo.

A equipe de Meio Ambiente da Mina Pedra de Ferro consolidou uma atuação robusta em monitoramento, conservação e recuperação ambiental. Foram realizadas duas campanhas de monitoramento de fauna, nas quais foram registrados 2.822 indivíduos e resgatados 214. Para além das campanhas, 662 indivíduos foram resgatados. Na flora, duas campanhas monitoraram 4.000 m² de área, identificando 3.378 indivíduos distribuídos em 266 espécies vegetais, além de ações contínuas de recuperação de áreas degradadas e monitoramento de áreas já recuperadas. O trabalho foi fortalecido pela manutenção do viveiro de mudas, Centro de Conservação e do Banco de Germoplasma, com a coleta de 126.381 sementes, a produção de 15.087 mudas e a expedição de 16.450 mudas para plantio e doação.

O monitoramento dos recursos hídricos na região da Mina incluiu duas campanhas, abrangendo 30 pontos de água superficial e sedimentos, cinco de água subterrânea e dois de efluentes, com centenas de coletas de dados de vazão hídrica nos vertedouros, réguas, piezômetros e poços. As ações foram complementadas por uma campanha de monitoramento de ruído ambiental, com medições diurnas e noturnas em 16 pontos, além de quatro visitas técnicas e uma vistoria ambiental, reforçando o compromisso da BAMIN com uma gestão ambiental responsável e integrada.

Já ao longo da FIOL 1, as iniciativas de engajamento social e educação ambiental abrangeram 137 comunidades, com ações permanentes de sensibilização e diálogo. Programas estruturantes impactaram públicos diversos, como o Programa de Educação Ambiental nas Escolas, que beneficiou mais de 1.000 alunos em mais de 10 escolas, e o Biomas da Nossa Terra, com cerca de 120 crianças participantes. O Trilhos do Desenvolvimento promoveu quatro seminários temáticos, mobilizando aproximadamente 80 lideranças comunitárias, enquanto o Programa de Educação Ambiental com Trabalhadores abordou 12 temas ao longo do ano, apoiado pela produção e distribuição de 12 vídeos e 12 materiais educativos. A RIOLESC (Rede de Integração Oeste-Leste de Economia Solidária e Circular) envolveu 60 empreendedores, fortalecendo a inclusão, a geração de renda e o desenvolvimento local.

Dentro das ações de Meio Ambiente da BAMIN na região da FIOL 1, foram resgatados 64 animais, incluindo o tiriba-de-orelha-branca (Pyrrhura leucotis), espécie vulnerável segundo a International Union for Conservation of Nature (IUCN). Na flora, a gestão florestal resultou na geração de 48,74 m³ de toras e 6,38 m³ de lenha, além do resgate de 1.408 indivíduos entre plântulas, sementes, epífitas e hemiepífitas. O monitoramento da qualidade da água somou 32 coletas em oito pontos ao longo do trecho em obra. As ações incluíram ainda 18 vistorias ambientais, reforçando o compromisso da BAMIN com a gestão ambiental responsável na FIOL 1.

O Porto Sul também apresentou resultados expressivos em suas ações socioambientais, com destaque para os programas de Educação Ambiental, Comunicação e Desenvolvimento Local. Foram realizadas 18 reuniões com comunidades pesqueiras, entregues 40 embarcações e retirados cerca de 700 kg de resíduos do oceano. As ações educativas alcançaram diretamente 725 estudantes da rede pública e resultaram na coleta de 1.735 kg de resíduos em praias e rios. No eixo de geração de renda, a Incubadora Social Porto Sul completou um ano apoiando 14 empreendedores comunitários, com oficinas que impactaram 196 pessoas e a participação de 19 mulheres nas Feirinhas do Empreendedor, além da elaboração de um Roteiro Turístico para o Litoral Norte de Ilhéus a partir de mais de 10 campanhas de pesquisa.

A atuação comunitária, social e cultural também foi marcada por ampla mobilização. Ao longo do ano, foram realizadas mais de 40 ações porta a porta, quatro rodas de conversa temáticas e dois Fóruns de Acompanhamento Social, além do acompanhamento contínuo de 25 famílias reassentadas. No campo cultural, o Programa de Valorização da Cultura distribuiu 737 livros, jogos e materiais escolares, beneficiando mais de 400 pessoas, e promoveu 14 ações de apoio a grupos culturais, culminando no II Encontro de Bumbas, em Ilhéus, fortalecendo o diálogo comunitário e o protagonismo local.

Na área ambiental, o Porto Sul manteve em execução 29 dos 31 programas previstos em licença, além de uma rotina de inspeções ambientais semanais e 12 campanhas de monitoramento da qualidade do ar, das águas e dos sedimentos. Foram acompanhados cerca de 29 hectares de áreas reflorestadas e registrados indicadores relevantes de biodiversidade, como mais de 25,4 mil indivíduos de entomofauna, 11,5 mil aves de 245 espécies — o maior índice da série histórica — e cerca de 330 primatas de 23 espécies endêmicas da Mata Atlântica. O CETRAS BAMIN/Porto Sul atendeu 253 animais silvestres ao longo do ano, com taxa de reabilitação e alta clínica de 71,5%, reforçando o compromisso com a proteção ambiental e a transparência institucional.

Resgate micos-leões-da-cara-dourada

Em 2025, a BAMIN também reforçou sua atuação ambiental com o resgate, reabilitação e integração de três micos-leões-da-cara-dourada, espécie símbolo de Ilhéus e ameaçada de extinção, ao programa nacional de conservação genética do Zoológico de São Paulo.

Os animais foram recuperados pelo CETRAS BAMIN, em parceria com o INEMA, ICMBio e AZAB, e transferidos com apoio logístico da LATAM. A iniciativa evidenciou a importância da cooperação institucional e reafirmou o compromisso da empresa com a preservação da biodiversidade da Mata Atlântica na região do Porto Sul.

Da Comunicação ao fortalecimento da Governança: empresa consolidou integridade, inovação e eficiência em todas as frentes do Projeto Integrado

Comunicação ativa

Em 2025 a BAMIN foi destaque na mídia. Até novembro, foram registradas 1.051 matérias positivas citando diretamente a empresa, sendo 296 provocadas pela própria área de Comunicação, por meio da assessoria de imprensa. Um dos projetos da BAMIN, a RIOLESC, chegou a ser página inteira no Caderno de Economia de domingo do jornal A Tarde, destacando a importância da ação para o desenvolvimento do empreendedorismo ao longo da FIOL 1.

A atuação estratégica da Comunicação também se refletiu na participação da BAMIN na Exposibram 2025, no mês de outubro, com um estande que recebeu milhares de visitantes. Mais de 600 pessoas responderam aos questionários institucionais, e a empresa marcou presença em três painéis oficiais: com o CEO da companhia, Eduardo Ledsham, na abertura, com o diretor técnico, estratégia e planejamento integrado, Lucas Araújo debatendo inovação e a gerente de comunicação corporativa, Sandra Barroca abordando reputação. O evento também rendeu entrevistas para a Reuters, Bloomberg e Brasil Mineral, ampliando a visibilidade internacional do Projeto Integrado.

Venda de minério

Na Mina Pedra de Ferro, o ano de 2025 foi marcado pela comercialização dos estoques remanescentes de minério, com a venda de quase 100 mil toneladas estocadas no terminal de Licínio de Almeida e na Mina Pedra de Ferro. A operação da mina trouxe um desafio inédito: a abertura de uma nova rota logística, utilizando a “Estrada da Renova”, uma via não pavimentada com 22 quilômetros de extensão, localizada na região de Caetité.

Foi a primeira vez que esse trecho foi utilizado para o transporte de minério, o que exigiu articulação com as autoridades locais, além de uma revitalização completa da estrada para torná-la apta ao tráfego de carretas.

As operações de venda do estoque demandaram alto nível de engajamento em etapas críticas como a blendagem do minério, a pesagem, manutenções na via,  e o monitoramento logístico. O êxito da operação refletiu a atuação integrada de várias áreas da empresa.

Paralelamente, a Mina encerra o ano com cerca de 400 ações de manutenção e preservação do ativo, incluindo 95 iniciativas voltadas ao plano de drenagem — fundamental para o período chuvoso —, além da entrega de documentos mandatórios para o atendimento aos quesitos legais e regulatórios.

Racional da repactuação da FIOL1

Em 2025, a BAMIN apresentou à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) a necessidade de repactuação da FIOL 1, com base no reconhecimento de um desequilíbrio contratual comprovado por dados objetivos e análises técnicas. O processo foi conduzido com transparência junto à Agência e ao Governo, preservando a credibilidade da empresa.

Sustentada por indicadores econômicos, cotações e projeções de mercado de instituições especializadas, a iniciativa foi bem recebida pelas autoridades e possibilitou o ajuste de prazos, obrigações e responsabilidades à realidade do projeto. Com isso, a repactuação fortaleceu a segurança jurídica, aumentou a previsibilidade para investidores e criou as condições para a retomada sustentável das obras e a integração da ferrovia ao corredor logístico da BAMIN.

Conclusão das Medidas Protetivas da Pedreira Aninga – área fundamental para o empreendimento em Ilhéus

As intervenções garantiram segurança e estabilidade estrutural, com zero acidentes registrados e uma otimização de 32% nos custos. Executado dentro do prazo, o trabalho envolveu melhorias de sinalização, implantação de bacias de contenção, leiras de proteção e adequações gerais que permitiram manter a área temporariamente inativa de forma segura. A ação foi marcada pela forte integração entre equipes da Mina e do Porto, consolidando aprendizados importantes em gestão, colaboração técnica e eficiência operacional.

Escuta, segurança e integridade

Internamente, 2025 foi marcado pela execução do Plano de Estabilização, após período de ajuste operacional. A retomada do Integra e as rodadas de conversa com lideranças em todos os sites reforçaram o diálogo, a escuta ativa e a coesão organizacional em um período sensível. Até novembro, o canal Alô BAMIN registrou 560 manifestações atendidas, todas dentro do prazo, com um SLA médio de 7,8 dias, mesmo diante da redução de equipes.

Na área de Saúde e Segurança Operacional, a aderência aos desvios críticos identificados em inspeções se manteve em 100%, resultado que contribuiu diretamente para um ambiente mais seguro, sem registro de acidentes com ou sem afastamento. Ao longo do ano, foram realizadas 50 campanhas de SSO, além de treinamentos com foco comportamental e no protagonismo de cada colaborador como líder em segurança.

Ética, compliance e governança fortalecidas

O ano também foi significativo para a agenda de integridade e compliance. Foram realizadas três rodadas de treinamentos, totalizando 12 encontros presenciais, com 818 participações entre empregados próprios e terceiros. No período, 31 denúncias foram recebidas e tratadas.

O grande marco foi a adesão ao Pacto Brasil pela Integridade Empresarial, em setembro de 2025, reforçando publicamente o compromisso da BAMIN com ética, transparência e boas práticas.

CAPEX 2025

Em 2025, a BAMIN realizou a atualização do Capex do Projeto Integrado como um movimento estratégico essencial para garantir um planejamento mais seguro, eficiente e alinhado às expectativas de investidores e acionistas. Ao revisar a estimativa de investimentos ao longo do ano, a empresa não apenas converteu todos os trabalhos realizados em valores monetários, mas traduziu os montantes necessários para a materialização do empreendimento em uma linguagem universal, clara e compreensível para todos os envolvidos.

Mais do que um exercício numérico, o processo exigiu esforço coletivo, compromisso e rigor técnico para assegurar que a proposição do projeto permanecesse consistente, sustentável, defensável e permanentemente apta à auditoria. Mesmo sem o avanço físico das obras, manter uma base de valores atualizada gerou ganhos institucionais relevantes, reforçando a transparência da companhia e oferecendo uma base realista e confiável que orienta decisões estratégicas futuras de acionistas e potenciais investidores.

Reconhecimento
Em agosto, a empresa recebeu o Selo Pacto pela Mulher, concedido pela Prefeitura de Salvador, em reconhecimento às práticas de equidade de gênero e inclusão, com destaque para programas como Laço Materno, Espaço Mãe e Elas por Elas. Em dezembro, pela sexta vez consecutiva, a BAMIN conquistou a certificação Great Place to Work (GPTW), reforçando uma cultura organizacional baseada em confiança, respeito e valorização das pessoas.

A retrospectiva de 2025 mostra que, mesmo em um contexto desafiador, a BAMIN manteve-se presente, ativa e conectada aos seus públicos. Entre segurança, integridade, meio ambiente, pessoas e comunidades, o ano reafirmou que o Projeto Integrado seguiu vivo no território e nas relações, preparado para avançar quando o próximo ciclo se iniciar.

BAMIN reforça compromisso socioambiental com entrega de Lixeira Rural e equipamentos para artesãs indígenas em comunidades de Ilhéus

Em dezembro, a BAMIN avança em mais um ciclo de ações dedicadas ao fortalecimento socioambiental de comunidades indígenas de Ilhéus. As entregas, acompanhadas pelo Programa de Educação Ambiental com Comunidades, contemplam a instalação de uma Lixeira Rural na Aldeia Igalha e o fornecimento de equipamentos para o grupo de artesãs locais, em iniciativas planejadas a partir de demandas identificadas junto às lideranças tradicionais.

A implantação da Lixeira Rural na Aldeia Igalha tem como propósito contribuir para a gestão adequada de resíduos, reforçando uma cultura de educação ambiental alinhada às práticas e valores da própria comunidade. Fruto de um processo construído coletivamente, a estrutura, formada por três lixeiras de 2,20 m de comprimento, 1,5 m de largura e 1 m de altura cada, foi posicionada a partir de diálogo direto com as lideranças, que revisitaram, junto à equipe da BAMIN, os resultados do Diagnóstico Rápido Participativo realizado em 2023. As ações foram organizadas respeitando a disponibilidade e o interesse das famílias envolvidas. A entrega aconteceu na tarde do dia 2.

Com essa iniciativa, a BAMIN espera gerar benefícios imediatos e duradouros. A Lixeira Rural contribui para ampliar a conscientização sobre separação e descarte adequado de resíduos, estimular o consumo consciente, fortalecer práticas de reaproveitamento de materiais e consolidar uma cultura de responsabilidade socioambiental. A integração entre desenvolvimento comunitário e preservação ambiental é um dos pilares centrais da ação.

Além da instalação da estrutura, a Aldeia Igalha também foi beneficiada com a entrega de equipamentos destinados às artesãs da comunidade, na tarde do dia 5. A iniciativa foi estruturada após escuta ativa das necessidades locais, seguida do planejamento de um workshop sobre o uso de materiais naturais e recicláveis na produção artesanal. A proposta busca incentivar práticas sustentáveis, promover a inovação criativa e fortalecer a geração de renda por meio do artesanato, garantindo melhores condições de trabalho e ampliando a qualidade e a diversidade das peças produzidas.

“A cada etapa desse processo, reafirmamos nosso compromisso em atuar de forma respeitosa, participativa e alinhada às tradições das comunidades indígenas”, destaca Sandra Argolo, analista de Relacionamento com Comunidades da BAMIN. “As entregas representam não apenas apoio estrutural, mas oportunidades de promover educação ambiental, valorizar saberes ancestrais e contribuir para o fortalecimento produtivo e cultural das famílias da região”, afirma.

 

Esta ação é exigida como condicionante do licenciamento ambiental do Projeto Integrado da BAMIN, conforme regulamentação ambiental vigente. Porto Sul, registro nº 02001.003031/2009-84 | Licença de Instalação n.º 1362/2020, gerenciado pelo IBAMA e registro nº 2020.001.004926/LIC-04926 – portaria Nº 22.102/2021 /ANO BASE 2023, registrado pelo INEMA. Ferrovia de Integração Oeste-Leste registro nº 02001.021803/2021-56, gerenciado pelo IBAMA. 

 

Estudantes de Geologia do IFBA realizam visita técnica à Mina Pedra de Ferro

A Mina Pedra de Ferro recebeu, no dia 4 de dezembro, a visita de 13 estudantes do último semestre do curso Técnico Integrado em Geologia do Instituto Federal da Bahia (IFBA), campus Salvador. A atividade teve como objetivo aproximar os futuros profissionais do ambiente da mineração, permitindo que conhecessem de perto todas as etapas das operações — da exploração ao beneficiamento do minério —, além das práticas de controle ambiental que integram o processo.

Ao longo de um dia de imersão, os visitantes, acompanhados da professora Renilda Fátima de Lima e com o apoio da monitora docente Flávia Mendes, percorreram a mina, a usina, o Centro de Conservação Socioambiental e o Galpão de Testemunhos Paulo Varella. Na ocasião, foram recepcionados pelos gerentes da Mina, Ana Paula Moreira e João Soares, e contaram com o acompanhamento em campo do coordenador de Pesquisa Mineral, Firmino Lima, do técnico de Controle e Processos, Lindomar Junqueira, e do técnico especializado em Mineração, Saulo Cota.

Renilda Fátima ressaltou a importância da atividade para a formação da turma. “Estar na BAMIN com os formandos do curso Técnico em Geologia do IFBA garantiu uma experiência única, que uniu profissionalismo, competência e cuidado com o meio ambiente. Ficamos muito satisfeitos com toda a atenção dispensada”, comentou a professora.

Para Ana Paula Moreira, a participação dos alunos demonstrou maturidade e interesse. “Foi um grupo muito atento e detalhista. Eles queriam ter uma visão clara da atuação técnica, estavam bem preparados na parte teórica e conseguiram compreender todo o fluxo operacional. Mostraram grande empenho e aproveitaram ao máximo a experiência”, afirmou.

Com iniciativas como essa, a BAMIN reforça seu compromisso com a formação de novos profissionais e com o desenvolvimento do setor mineral, promovendo a integração entre estudantes e especialistas e incentivando uma mineração responsável, sustentável e alinhada às melhores práticas do mercado.

Instituições de ensino da região podem agendar visitas à Mina Pedra de Ferro através do telefone (77) 3454–8542 ou do e-mail visitas@bamin.com.br.

BAMIN promove campanha de prevenção e combate a queimadas em escolas de Pindaí, Licínio de Almeida e Caetité

A BAMIN realizou uma campanha educativa voltada à prevenção e ao combate de queimadas, envolvendo 144 estudantes e educadores de três escolas da região da Mina Pedra de Ferro. As ações aconteceram nas escolas Francisco Teixeira Cotrim, em Guirapá (Pindaí); Waldeck Ornelas, em Licínio de Almeida; e Clemente de Castro, em Brejinho das Ametistas (Caetité). A iniciativa integra o Programa de Comunicação Social da empresa, reforçando o compromisso institucional com a conscientização ambiental junto às comunidades do entorno.

As atividades foram conduzidas por Arlen Tavares, engenheiro de Segurança especializado em Combate a Incêndio Estrutural e Florestal, representante  da Arcadis — empresa contratada pela BAMIN para a execução das iniciativas de saúde e segurança operacional. Atuando como líder de Emergência na unidade de Caetité, Arlen levou aos participantes informações técnicas, exemplos reais e recomendações práticas sobre como prevenir queimadas e minimizar riscos, destacando a importância da participação comunitária nesse processo.

Durante os encontros, o especialista explicou o que caracteriza um incêndio florestal, abordando suas principais causas e os impactos negativos provocados por esse tipo de ocorrência. Entre os prejuízos citados, estão a destruição de remanescentes florestais, a morte de animais silvestres, a intensificação da poluição do ar e o aumento de acidentes com queimaduras, além do agravamento do efeito estufa devido à liberação de gases poluentes. Arlen ressaltou que atitudes simples, como evitar o uso indevido do fogo e denunciar práticas suspeitas, podem fazer grande diferença na redução desses sinistros.

As apresentações também incluíram imagens de animais feridos e áreas de vegetação devastadas por incêndios motivados principalmente pela ação humana nas comunidades próximas à Mina Pedra de Ferro. O engenheiro alertou ainda que fatores climáticos característicos da região, como ventos fortes, aceleram a propagação das chamas, ampliando os danos ambientais e colocando vidas em risco.

“Ações educativas como essa da BAMIN reforçam uma cultura de prevenção que ultrapassa as fronteiras da operação minerária, estimulando um ambiente de conscientização coletiva para a proteção do meio ambiente e a redução de queimadas na região”, afirmou a coordenadora de Relacionamento com as Comunidades da BAMIN, Ana Paula Dias.

 

 

Esta ação é exigida como condicionante do licenciamento ambiental do Projeto Integrado da BAMIN, conforme regulamentação ambiental vigente. Porto Sul, registro nº 02001.003031/2009-84 | Licença de Instalação n.º 1362/2020, gerenciado pelo IBAMA e registro nº 2020.001.004926/LIC-04926 – portaria Nº 22.102/2021 /ANO BASE 2023, registrado pelo INEMA. Ferrovia de Integração Oeste-Leste registro nº 02001.021803/2021-56, gerenciado pelo IBAMA. 

 

 

 

 

BAMIN realiza ciclo de benchmarking em portos do Brasil e do Uruguai para fortalecer desenvolvimento do Porto Sul

A BAMIN avançou em mais uma etapa estratégica para o desenvolvimento do Porto Sul ao realizar, nas últimas semanas, um ciclo de visitas de benchmarking em três operações portuárias: o Porto de Imetame, em Aracruz (ES); o Porto de Capuaba, administrado pela VPorts, em Vitória (ES); e uma operação de transhipment em alto mar na região de Montevidéu, no Uruguai. A agenda foi conduzida por Fernando Machado, Gerente de Desenvolvimento e Planejamento Integrado da BAMIN, e contou com a participação de equipes técnicas da empresa.

Cada visita teve um objetivo específico, alinhado às necessidades atuais do projeto. No Porto de Imetame, que está em fase avançada de construção, o foco foi observar soluções adotadas em atividades offshore, como dragagem, obras de cais, quebra-mar e retroárea. Participaram dessa agenda: o gerente técnico de estimativas de Engenharia Econômica, Gunter Nothling; o engenheiro de Projetos Sênior, Jutaí Santos e a gerente de Projetos e Manutenção, Patricia Albuquerque.

No Porto de Capuaba (VPorts), a equipe ampliou o conhecimento sobre a operação de um terminal multipropósito, com atenção especial às operações de grãos e fertilizantes. Destacaram-se tecnologias como galpões equipados com sistemas de correias transportadoras para manuseio de grãos e a operação de fertilizantes, que utiliza grabs acoplados a guindastes e carregamento por moegas. Os mesmos representantes do encontro na Imetame acompanharam essa etapa.

Já na operação de transhipment em Montevidéu, acompanhada pelo diretor Técnico e Planejamento Integrado, Lucas Araújo e o especialista em Construção Offshore, Leonardo Conceição, o objetivo foi aprofundar o entendimento sobre o carregamento de granéis sólidos em mar aberto, observando limitações técnicas, desafios, produtividade, planejamento, inovação e organização operacional. A visita trouxe um importante diferencial: permitiu materializar a possibilidade real de implementar esse tipo de operação em águas não protegidas, realidade semelhante à de Ilhéus, onde está sendo implantado o Porto Sul.

 

Divulgação BAMIN

Entre os aprendizados mais relevantes, Fernando Machado destaca lições práticas que podem ser aplicadas ao projeto baiano. No Imetame, chamou atenção a gestão integrada da pedreira e o lançamento do grande volume de material para construção do quebra-mar. Na VPorts, além das soluções tecnológicas de movimentação de cargas, a organização operacional dos terminais se mostrou exemplar. No transhipment, as boas práticas observadas, o alto nível de planejamento e a quebra de paradigmas sobre transbordos ship-to-ship em águas abertas reforçaram o potencial dessa solução logística.

As visitas também evidenciaram oportunidades de inovação e sustentabilidade. A operação de transhipment, por exemplo, foi destacada como um case pioneiro, por demonstrar que o carregamento de granéis sólidos em mar aberto é possível, seguro e eficiente, um conhecimento essencial para o futuro do Porto Sul.

Segundo Fernando, esse intercâmbio internacional reforça a visão de longo prazo da BAMIN para a implantação de um modelo portuário competitivo, moderno e sustentável na Bahia. “Ao aprender com experiências bem-sucedidas, ampliamos nossa capacidade de planejar e operar um porto mais eficiente e alinhado às exigências ambientais e sociais atuais. Esse benchmarking foi extremamente positivo, pois ampliou nossa visão sobre padrões de excelência e revelou caminhos para avançarmos em eficiência e inovação”, afirma.

Divulgação BAMIN

Os próximos passos incluem a consolidação dos aprendizados para orientar práticas mais eficientes e sustentáveis, fomentar a geração de empregos, fortalecer a economia local e promover um desenvolvimento regional equilibrado. Além disso, os insights obtidos vão contribuir para antecipar necessidades e estruturar programas de formação e capacitação alinhados às tecnologias que serão adotadas no Porto Sul.

Para Fernando, o legado dessas visitas ultrapassa o aspecto técnico e se conecta diretamente ao futuro da Bahia. “Essa etapa reforça que aprender é essencial para construir um projeto portuário sólido e competitivo. Mais do que uma troca de experiências, esse processo representa um investimento no futuro da BAMIN e do Porto Sul, garantindo que ambos evoluam alinhados às melhores práticas”, conclui.

Gerente de Comunicação Corporativa da BAMIN é homenageada como Profissional de RP do Ano de 2025, na PUC Minas

No último dia 2 de dezembro, data em que se celebra o Dia das Relações Públicas, a gerente de Comunicação Corporativa da BAMIN, Sandra Barroca, foi homenageada como Profissional de RP do Ano de 2025, pelo Conselho Regional de Relações Públicas – 3ª região – e pelo Conselho Federal de Relações Públicas. A cerimônia aconteceu na PUC Minas (Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais), em Belo Horizonte, instituição onde a profissional se formou e atua como professora em disciplinas de pós-graduação voltadas para Gestão e Imagem, Reputação e Comunicação de Crise.

O evento reuniu nomes de destaque da área, instituições parceiras e profissionais que, ao longo dos anos, têm contribuído para o fortalecimento da atuação em Relações Públicas, destacando a relevância da ética, da reputação e do papel estratégico da comunicação na sociedade contemporânea e, principalmente, a atuação relacional com os diversos stakeholders.

Com mais de 15 anos de experiência em comunicação corporativa, Sandra é formada em Jornalismo e Publicidade e Propaganda, mestre em Comunicação e Relações Midiáticas e especialista em Teorias da Comunicação de Crise. Durante sua fala, ressaltou a relevância da comunicação corporativa em sua trajetória e o caráter multidisciplinar que molda o trabalho das Relações Públicas. “Na comunicação corporativa eu aprendi a importância de um jornalista questionador, de um publicitário criativo, da gestão estratégica, da relação com investidores, da atuação institucional, com as comunidades e com os diversos públicos pelos quais o profissional de Relações Públicas é responsável. Esses profissionais devem ter o compromisso com a boa gestão da reputação, o diálogo transparente e a construção de relacionamentos sólidos entre organizações e sociedade”, destacou.

Para Eduardo Ledsham, CEO da BAMIN e gestor da profissional, a Comunicação desempenha um papel fundamental no sucesso organizacional, atuando como elemento integrador entre os objetivos do negócio e a percepção de todos os púbicos de interesse. Nesse sentido, ele destaca a importância desse tipo de reconhecimento e o papel estratégico da Comunicação nos negócios. “Os profissionais desta área são responsáveis por construir e preservar a identidade corporativa, garantindo coerência entre discurso e práticas em todos os pontos de contato da empresa”. Para Ledsham, a Comunicação se consolida como pilar estratégico que impulsiona resultados, diferenciação competitiva e sustentabilidade nos negócios.

Fórum de Acompanhamento Social da FIOL 1 promove diálogo com comunidades em Caetité

O Fórum de Acompanhamento Social da FIOL 1 – Lote 4 realizou, no dia 13 de novembro, uma reunião em Caetité, com a participação de 23 lideranças comunitárias, além de autoridades locais e equipes técnicas da BAMIN. O encontro teve como objetivo apresentar o andamento das ações nas áreas de relacionamento com comunidades, meio ambiente, fundiária e implantação das obras, assim como elucidar dúvidas relacionadas à Ferrovia e ao Projeto Pedra de Ferro, promovendo transparência e diálogo entre os diversos atores envolvidos na construção da ferrovia.

Durante a reunião, os participantes de municípios como Caetité, Ibiassucê, Lagoa Real e Brumado receberam explicações técnicas sobre o projeto da FIOL 1, com destaque para o traçado da linha férrea, a manutenção das obras, bem como os limites da faixa de domínio. Representantes da BAMIN também detalharam iniciativas voltadas à gestão ambiental e ao relacionamento com as comunidades locais, reforçando o compromisso da empresa com a participação social e o desenvolvimento sustentável nas áreas de influência do empreendimento.

O fórum faz parte do Programa de Comunicação Social da BAMIN, que tem como foco estimular o diálogo permanente com as comunidades e esclarecer dúvidas sobre as etapas de implantação da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL). A iniciativa busca aproximar a população do processo de construção e garantir que as informações sobre o projeto circulem de forma clara e acessível.

 

 

 

Esta ação é exigida como condicionante do licenciamento ambiental do Projeto Integrado da BAMIN, conforme regulamentação ambiental vigente. Porto Sul, registro nº 02001.003031/2009-84 | Licença de Instalação n.º 1362/2020, gerenciado pelo IBAMA e registro nº 2020.001.004926/LIC-04926 – portaria Nº 22.102/2021 /ANO BASE 2023, registrado pelo INEMA. Ferrovia de Integração Oeste-Leste registro nº 02001.021803/2021-56, gerenciado pelo IBAMA. 

Racismo e saúde mental pautam roda de conversa da BAMIN com comunidade quilombola do Morro do Miriqui

A BAMIN realizou na última semana, uma roda de conversa com a comunidade quilombola do Morro do Miriqui, com o objetivo central de debater os impactos do racismo na saúde mental das populações negra e quilombola. Além dessa pauta principal, o encontro trouxe discussões sobre prevenção ao suicídio e a importância do fortalecimento da identidade como instrumento de proteção e suporte emocional.

Durante a roda de conversa, diversos temas foram levantados pelos moradores e discutidos coletivamente, como a estruturação da horta comunitária, a ampliação desse espaço, a implantação de uma área de lazer para as crianças e a busca por parcerias com empresas e instituições para a oferta de capacitações em empreendedorismo e agricultura familiar sustentável. A participação foi intensa e reafirmou o peso da marginalização e da exclusão social no cotidiano da população quilombola.

A ação demonstra, na prática, como o Programa de Comunicação e Interação Social contribui para o fortalecimento do relacionamento comunitário promovendo o diálogo transparente, valorizando a identidade cultural e atuando preventivamente na mitigação de impactos psicossociais. Ao abordar temas sensíveis e diretamente ligados ao bem-estar, a BAMIN reafirma seu compromisso com a construção de confiança, o desenvolvimento social e a promoção da dignidade das comunidades tradicionais com as quais se relaciona.

De acordo com a analista de relacionamento com comunidades da BAMIN, Sandra Argolo, a roda de conversa no Morro do Miriqui foi essencial para ampliar a escuta sobre temas profundos, como o racismo e seus efeitos sobre a saúde mental. “Esses encontros fortalecem nossa relação com a comunidade, geram confiança e mostram que estamos atentos às realidades e necessidades locais. É por meio desse diálogo contínuo que construímos relações legítimas e contribuímos para melhorias reais no território”, celebra.

A escolha do Morro do Miriqui para essa escuta comunitária está diretamente relacionada à sua proximidade com o empreendimento e ao cumprimento das condicionantes voltadas às comunidades tradicionais. Reconhecida pela Fundação Palmares, essa é a comunidade quilombola mais próxima da área de implantação do Porto Sul, o que reforça a necessidade de diálogo contínuo, respeito cultural e atenção às suas demandas prioritárias.

A iniciativa faz parte das ações previstas no licenciamento do Porto Sul e está inserida no subprograma de Comunicação e Interação Social com Comunidades Tradicionais, dentro do Programa de Comunicação e Interação Social.

 

Esta ação é exigida como condicionante do licenciamento ambiental do Projeto Integrado da BAMIN, conforme regulamentação ambiental vigente. Porto Sul, registro nº 02001.003031/2009-84 | Licença de Instalação n.º 1362/2020, gerenciado pelo IBAMA e registro nº 2020.001.004926/LIC-04926 – portaria Nº 22.102/2021 /ANO BASE 2023, registrado pelo INEMA. Ferrovia de Integração Oeste-Leste registro nº 02001.021803/2021-56, gerenciado pelo IBAMA. 

Turismo Comunitário ganha força na Vila Mamoan

A Vila Mamoan, na região do Porto Sul, em Ilhéus, recebeu uma Oficina de Turismo Comunitário realizada como parte do Programa de Reorientação da Atividade Turística do Litoral Norte, iniciativa apoiada pela BAMIN. A ação teve como ponto de partida a necessidade identificada no processo que mapeia os atrativos turísticos de base comunitária e a construção de estratégias para fortalecer o turismo local.

A oficina reuniu moradores, empreendedores e representantes comunitários que atuam direta ou indiretamente com turismo na região. Embora o foco principal tenha sido preparar micro e pequenos empreendedores para novas oportunidades de negócio, o encontro também avançou na construção coletiva de uma relação dos atrativos já consolidados no Litoral Norte, material que servirá de base para divulgação junto às agências parceiras.

O conteúdo programático abordou temas fundamentais para a estruturação do turismo comunitário, como a elaboração de um plano de trabalho, os desafios de implementação e, principalmente, o papel da própria comunidade na gestão das atividades turísticas. Toda a capacitação foi conduzida pela facilitadora Heilane Lopes, que trouxe orientações práticas adaptadas à realidade de Mamoan e ao perfil dos participantes.

Entre os conhecimentos fortalecidos ao longo da oficina estão aspectos de hospitalidade, gestão, organização comunitária e valorização dos atrativos locais (elementos essenciais para consolidar experiências autênticas e sustentáveis no território).

A iniciativa também representa um passo importante dentro de um ciclo mais amplo de atividades formativas. Com base nos resultados obtidos, os próximos passos incluem a elaboração de um Plano de Ação Estratégico para o turismo comunitário, transformando o mapeamento inicial em ações concretas de fortalecimento da atividade turística. A agenda prevê ainda a promoção e a comercialização dos atrativos identificados, etapa que será desenvolvida em parceria com agências do setor.

Para a Analista de Relacionamento com Comunidade da BAMIN, Sandra Argolo, a oficina reforça o compromisso com o desenvolvimento sustentável do território. “A formação em Mamoan consolida uma construção coletiva que valoriza o protagonismo local. Nosso objetivo é apoiar a comunidade para que ela fortaleça suas vocações naturais, amplie oportunidades de renda e participe ativamente da gestão do turismo no Litoral Norte”, destaca.

 

Esta ação é exigida como condicionante do licenciamento ambiental do Projeto Integrado da BAMIN, conforme regulamentação ambiental vigente. Porto Sul, registro nº 02001.003031/2009-84 | Licença de Instalação n.º 1362/2020, gerenciado pelo IBAMA e registro nº 2020.001.004926/LIC-04926 – portaria Nº 22.102/2021 /ANO BASE 2023, registrado pelo INEMA. Ferrovia de Integração Oeste-Leste registro nº 02001.021803/2021-56, gerenciado pelo IBAMA. 

Confeitaria Natalina fortalece empreendedorismo local em Ilhéus

O Programa de Apoio ao Empreendedorismo da BAMIN, realizou, nos dias 13 e 14 de novembro, a 1ª e 2ª Etapas da Oficina de Capacitação em Confeitaria Natalina no Colégio Estadual de Tempo Integral Professor Carlos Roberto Arleo Barbosa, em Ilhéus. A atividade reuniu empreendedores da Área de Entorno do Empreendimento interessados em aprimorar seus conhecimentos e ampliar oportunidades de geração de renda com produtos temáticos de fim de ano.

A primeira etapa trouxe técnicas, receitas e práticas voltadas à produção de itens tradicionais, como brownie e bolo inglês, destacando orientações sobre preparo, apresentação e potencial de venda. No dia seguinte, os participantes concluíram a capacitação com uma etapa prática, dedicada ao aperfeiçoamento de bolos temáticos e panetones, aplicando de forma colaborativa os conteúdos aprendidos.

Com foco no fortalecimento da capacidade produtiva e no incentivo à comercialização durante o período natalino, a oficina reforçou o compromisso da BAMIN com o desenvolvimento socioeconômico das comunidades do entorno. Para o coordenador de Relacionamento com Comunidades da BAMIN, Ramon Chalhoub, a iniciativa consolida um importante caminho de autonomia e oportunidade. “A capacitação em confeitaria natalina oferece ferramentas práticas para que empreendedores locais ampliem sua produção, diversifiquem seus produtos e fortaleçam suas vendas em uma época estratégica. Nossa missão é apoiar o desenvolvimento de negócios que gerem renda e valorizem os talentos da comunidade.”

 

Esta ação é exigida como condicionante do licenciamento ambiental do Projeto Integrado da BAMIN, conforme regulamentação ambiental vigente. Porto Sul, registro nº 02001.003031/2009-84 | Licença de Instalação n.º 1362/2020, gerenciado pelo IBAMA e registro nº 2020.001.004926/LIC-04926 – portaria Nº 22.102/2021 /ANO BASE 2023, registrado pelo INEMA. Ferrovia de Integração Oeste-Leste registro nº 02001.021803/2021-56, gerenciado pelo IBAMA. 

Trilhos do Desenvolvimento: BAMIN promove seminário sobre reaproveitamento de resíduos sólidos em Ibitira

A BAMIN realizou na última terça-feira (11) um seminário sobre reaproveitamento de resíduos sólidos no Colégio Maria Guimarães, em Ibitira, distrito de Rio do Antônio (LOTE 4F). O encontro reuniu 30 participantes, entre representantes do poder público, instituições públicas, organizações da sociedade civil e lideranças comunitárias locais. O objetivo foi promover o diálogo e a troca de experiências sobre a gestão de resíduos na região, como parte do projeto Trilhos do Desenvolvimento.

A palestra foi conduzida por Lázaro Santos, da Cooperativa de Catadores Verdecicle. Ele destacou os benefícios ambientais da reciclagem, como a redução do lixo em aterros e lixões, e os impactos sociais, como geração de renda, inclusão social e formalização do trabalho dos catadores. Segundo Santos, a parceria entre poder público e cooperativas é essencial para implementar políticas eficazes de coleta seletiva e gestão de resíduos.

O tema do seminário foi definido com base no Diagnóstico Rápido Participativo (DRP) realizado pela equipe de Relacionamento com Comunidades da BAMIN, que identificou a gestão de resíduos sólidos como um dos principais desafios de Rio do Antônio. Após a palestra, os participantes se engajaram em uma dinâmica colaborativa, propondo soluções a partir das perspectivas do poder público, das cooperativas e da própria comunidade.

A fase II do projeto, atualmente em definição de data, vai levar o conhecimento adquirido para escolas municipais e estaduais da região. A equipe do Programa de Educação Ambiental (PEA) da BAMIN, em parceria com lideranças locais, será responsável por compartilhar esses aprendizados com os estudantes, reforçando a cultura de gestão sustentável de resíduos.

Com o projeto Trilhos do Desenvolvimento, a BAMIN amplia o diálogo com as comunidades próximas ao trecho 1 da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL 1). “A iniciativa busca conectar desenvolvimento econômico, responsabilidade socioambiental e participação local, fortalecendo ações que beneficiam tanto a população quanto o meio ambiente”, explicou a coordenadora de Relacionamento com Comunidades da BAMIN, Ana Paula Dias.

 

Esta ação é exigida como condicionante do licenciamento ambiental do Projeto Integrado da BAMIN, conforme regulamentação ambiental vigente. Porto Sul, registro nº 02001.003031/2009-84 | Licença de Instalação n.º 1362/2020, gerenciado pelo IBAMA e registro nº 2020.001.004926/LIC-04926 – portaria Nº 22.102/2021 /ANO BASE 2023, registrado pelo INEMA. Ferrovia de Integração Oeste-Leste registro nº 02001.021803/2021-56, gerenciado pelo IBAMA. 

Trilhos do Desenvolvimento leva debates sobre agricultura familiar e identidade quilombola para comunidades próximas à FIOL

A BAMIN segue fortalecendo o diálogo com comunidades vizinhas ao trecho 1 da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL) por meio do projeto Trilhos do Desenvolvimento, que em sua edição 2025 vem promovendo seminários com temáticas socioambientais adaptadas às realidades locais de cada trecho da ferrovia. Em outubro e novembro, as ações aconteceram nas regiões de Porto Alegre, em Maracás (Lote 3) e Jequié (Lote 2F), reunindo lideranças comunitárias, representantes do poder público e organizações da sociedade civil para trocar experiências e construir soluções de desenvolvimento sustentável e valorização cultural.

No final de outubro, o município de Porto Alegre, em Maracás, recebeu o seminário “Agricultura Familiar – Caatinga Produtiva: Desenvolvimento, Sustentabilidade e Saúde”, conduzido pelo biólogo e mestre em Agronomia Elzivan Ferreira. O encontro teve como base as demandas identificadas no Diagnóstico Rápido Participativo (DRP), realizado pelo Programa de Educação Ambiental da BAMIN, que apontou o uso de defensivos agrícolas como uma preocupação central da região.

Durante o seminário, Elzivan destacou alternativas para o cultivo sustentável da terra, apresentando práticas voltadas à redução de defensivos e ao fortalecimento da agricultura familiar na caatinga. Os participantes também discutiram estratégias de comercialização de produtos orgânicos e agroecológicos, de maior valor agregado, e refletiram sobre como tornar a caatinga uma fonte de produtividade e renda, sem comprometer o meio ambiente.

A atividade teve início com uma dinâmica participativa, em que os presentes registraram, em cartolinas, os principais desafios e expectativas em torno da agricultura familiar local.

Quilombo do Barro Preto

Já no início de novembro, o bairro Barro Preto, em Jequié, recebeu o seminário “Comunidade Remanescente de Quilombola do Barro Preto: história, memória, resistências entre desafios e possibilidades contemporâneas”, conduzido pela pesquisadora Ariadini Dócio, mestra em Relações Étnicas.

A atividade, voltada a lideranças locais, representantes públicos e instituições, foi marcada por dois momentos complementares. O primeiro promoveu uma dinâmica de integração, na qual os participantes registraram palavras e expressões relacionadas às lutas históricas quilombolas e indígenas. Esse momento simbólico reforçou a troca de saberes e a valorização da memória coletiva.

Em seguida, Ariadini apresentou um panorama histórico e conceitual sobre as comunidades quilombolas, abordando aspectos legais e socioculturais do reconhecimento dessas populações. O seminário também abriu espaço para um debate profundo sobre pertencimento e identidade, destacando desafios como a invisibilidade da comunidade, o estigma social e a falta de políticas públicas específicas.

O encontro representou um importante passo para o fortalecimento da autoestima e do senso de pertencimento dos moradores do Barro Preto, reafirmando a importância de preservar e reconhecer as trajetórias de luta que moldaram a região.

Para o Coordenador de Relacionamento com Comunidades da BAMIN, Ramon Chalhoub, o Trilhos do Desenvolvimento é uma oportunidade de construir pontes entre o conhecimento técnico e os saberes locais. “Ao abordar temas como agricultura familiar e identidade quilombola, buscamos fortalecer o diálogo com as comunidades e contribuir para que o desenvolvimento da FIOL ocorra de forma integrada, respeitosa e sustentável. Esses encontros mostram que o crescimento só é verdadeiro quando caminha junto com as pessoas e suas histórias”, afirma.

Como desdobramento, a Fase II do projeto prevê o compartilhamento dos saberes adquiridos nas palestras em escolas municipais e estaduais, promovendo a educação ambiental e o engajamento de novas gerações.

 

Esta ação é exigida como condicionante do licenciamento ambiental do Projeto Integrado da BAMIN, conforme regulamentação ambiental vigente. Porto Sul, registro nº 02001.003031/2009-84 | Licença de Instalação n.º 1362/2020, gerenciado pelo IBAMA e registro nº 2020.001.004926/LIC-04926 – portaria Nº 22.102/2021 /ANO BASE 2023, registrado pelo INEMA. Ferrovia de Integração Oeste-Leste registro nº 02001.021803/2021-56, gerenciado pelo IBAMA. 

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