A BAMIN recebeu representantes da Secretaria Nacional de Portos e Aeroportos do Ministério de Portos e Aeroportos e da Companhia das Docas do Estado da Bahia (Codeba) para uma visita institucional ao Projeto Porto Sul, em Ilhéus. A comitiva foi liderada pelo coordenador-geral de Autorizações Portuárias, Pedro Pena, e contou ainda com a participação do gerente do Porto de Ilhéus, João Batista dos Santos, e do chefe da Área do Porto de Ilhéus, Gilberto Rodrigues de Oliveira.
Os visitantes foram recepcionados pelo diretor de Sustentabilidade da BAMIN, Marcelo Dultra, e acompanharam uma apresentação sobre as obras de engenharia já executadas, além das iniciativas socioambientais implementadas pela empresa.
Para a gerente de Relações Institucionais e Governamentais da BAMIN, Larissa Souza, a agenda evidencia a importância do diálogo permanente com instituições estratégicas para o desenvolvimento do empreendimento. “Receber representantes do Ministério de Portos e Aeroportos e da Codeba é uma oportunidade de apresentar, com transparência, os avanços do Projeto Porto Sul e fortalecer uma parceria construída com base no diálogo, na confiança e no compromisso com o desenvolvimento sustentável da região”, destacou.
A empreendedora Cleide Santos, da comunidade do Valão, marcou presença no Festival do Chocolat Bahia 2026, um dos maiores eventos dedicados ao setor de cacau e chocolate do país. Com um estande próprio, ela apresentou e comercializou os produtos da Cleidelícias, empreendimento fortalecido por meio da Incubadora Social, iniciativa apoiada pela BAMIN, em Ilhéus, que promove o desenvolvimento do empreendedorismo local.
A participação no festival é mais um resultado das ações desenvolvidas pela iniciativa, que oferece capacitações, orientação técnica e acompanhamento aos empreendedores da região, contribuindo para o fortalecimento dos negócios e a ampliação das oportunidades de mercado.
Integrante da Incubadora Social há cerca de dois anos, Cleide destaca que o apoio recebido foi fundamental para a evolução do empreendimento. Nesse período, ela aprimorou a gestão do negócio, investiu no fortalecimento da marca e aperfeiçoou a apresentação dos produtos, conquistando mais segurança para participar de eventos de grande porte.
Durante o festival, a empreendedora levou ao público geleias artesanais nos sabores cacau, araçá-roxo, cupuaçu e manga com maracujá e pimenta, além de cocadas de cacau, banana e maracujá, jenipapo cristalizado e chocolate artesanal. Entre os produtos, a geleia de cacau foi o grande destaque, recebendo elogios dos visitantes pelo sabor diferenciado e pela valorização da produção regional.
Além das vendas, a participação no evento possibilitou novos contatos, a troca de experiências com outros empreendedores e a ampliação da visibilidade da marca, abrindo perspectivas para futuras parcerias e oportunidades de negócios. “Participar do Festival do Chocolat Bahia 2026 foi uma experiência muito especial e enriquecedora. Estar em um dos maiores eventos do setor representou um importante reconhecimento do trabalho que venho
Desenvolvendo, além da oportunidade de apresentar a nova identidade da Cleidelícias. A Incubadora Social Porto Sul foi fundamental para essa trajetória, pois me ajudou a fortalecer a gestão do negócio, a marca e a apresentação dos produtos. Saio desse evento ainda mais motivada, com novas perspectivas de crescimento e de valorização dos ingredientes da nossa região”, afirma Cleide Santos.
A Associação de Mulheres de João Barroca, apoiada pela BAMIN por meio de ações voltadas ao fortalecimento do empreendedorismo comunitário, foi um dos destaques da Vila Gastronômica da Festa de Senhora Santana 2026, em Caetité. A participação da entidade no evento representa mais um resultado das iniciativas desenvolvidas para impulsionar negócios locais liderados por mulheres e promover o desenvolvimento socioeconômico das comunidades.
A associação conquistou uma vaga na Vila Gastronômica após participar de um processo seletivo que reuniu mais de 100 empreendimentos culinários da região. Entre os diferenciais que garantiram sua seleção estiveram a qualidade dos produtos oferecidos e o fato de ser formada exclusivamente por mulheres, promovendo o protagonismo feminino, a economia solidária e a valorização da produção local.
Realizada entre os dias 19 e 26 de julho, a Vila Gastronômica se firmou como um dos espaços mais movimentados da programação da Festa de Senhora Santana, recebendo cerca de 10 mil visitantes ao longo dos sete dias de funcionamento. Na barraca da associação, o público encontrou um cardápio variado, com caldos, mini pizzas, salgados, tortas, chocolates quentes e outras receitas preparadas artesanalmente.
Ao longo da programação, a barraca recebeu centenas de visitantes, entre eles o prefeito de Caetité, Valtécio Aguiar, que esteve acompanhado da família para prestigiar o espaço e experimentar os produtos comercializados pela associação.
A receptividade do público foi um dos pontos altos da participação. A aposentada Dona Luci destacou a qualidade dos alimentos e a organização da barraca. “Parei aqui na barraca e adorei. Encontrei algo que gosto muito, que é o caldo, acompanhado de um pão delicioso. O que mais me chamou atenção foi a higienização, a organização e a limpeza da barraca. As meninas estão todas uniformizadas e oferecem um atendimento excelente. Estão de parabéns. Voltarei nos próximos dias.”
A cliente Mariane Vilane também elogiou os produtos e o atendimento. “Adorei o pastel. Já vim aqui três vezes e estou retornando pela quarta. O pastel é delicioso, servido quentinho na hora, e o atendimento é maravilhoso. Sem dúvidas estarei por aqui nos próximos dias.”
Além do reconhecimento do público, a participação na Vila Gastronômica trouxe resultados concretos para a associação. Em sua primeira participação no evento, o empreendimento registrou um bom desempenho no faturamento, o que demonstra o potencial da iniciativa para ampliar a geração de renda, fortalecer o empreendedorismo feminino e incentivar a comercialização da produção local.
A trajetória da Associação de Mulheres de João Barroca destaca o impacto do apoio da BAMIN ao fortalecimento de empreendimentos comunitários. Ao incentivar iniciativas lideradas por mulheres, a empresa contribui para ampliar oportunidades de trabalho e renda, fortalecer a economia local e promover o desenvolvimento sustentável nas comunidades onde atua.
Os integrantes do Fórum de Acompanhamento Social do Porto Sul participaram, na última quarta, dia 15, de uma visita técnica ao Observatório Social do Parque Científico Tecnológico do Sul da Bahia (PCTSul), instalado na Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), em Ilhéus. A atividade integra as ações do Programa de Comunicação e Interação Social, condicionante ambiental conduzida pela BAMIN e executada pelo CIEDS. A visita foi escolhida pelos próprios membros do Fórum como tema prioritário para 2026, durante votação realizada no primeiro semestre, reforçando o caráter participativo da iniciativa.
Criado a partir do Termo de Compromisso Socioambiental (TCSA), firmado em 2019 entre o Ministério Público da Bahia, o Ministério Público Federal, o Governo da Bahia, por meio da Secretaria do Meio Ambiente (SEMA) e do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (INEMA), a BAMIN e a Prefeitura de Ilhéus, o Observatório Social tem como objetivo acompanhar os resultados dos monitoramentos ambientais, apoiar pesquisas e estudos acadêmicos e disponibilizar informações de interesse público.
Durante a visita, os participantes conheceram a estrutura física do Observatório, seus sistemas de organização de dados e as ferramentas utilizadas para armazenar e disponibilizar informações ambientais de forma acessível e transparente. A programação também permitiu compreender como a iniciativa aproxima a produção científica da sociedade, fortalecendo o acompanhamento social e o diálogo entre o empreendimento, instituições de pesquisa, órgãos públicos e comunidades.
Para o diretor de Sustentabilidade da BAMIN, Marcelo Dultra, iniciativas como essa fortalecem a transparência e ampliam o acesso da sociedade às informações relacionadas ao empreendimento. “O Observatório Social representa um importante legado para o território, pois transforma informações técnicas em conhecimento acessível para a sociedade. Apoiar a ida dos membros do Fórum a este espaço reforça nosso compromisso com a transparência, com o diálogo e com a participação social no acompanhamento das ações ambientais relacionadas ao Porto Sul.”
A experiência também foi destacada pelos representantes da sociedade civil e do poder público que integram o Fórum. Para Juvenal Alberto Santos Oliveira Júnior, representante da Aliança LGBTI+ da Bahia, a visita proporcionou uma compreensão mais ampla sobre o trabalho desenvolvido pelo Observatório. “A visita ao Observatório foi muito boa, pois conhecemos a importância das informações que a equipe vem produzindo por meio das pesquisas sobre o ecossistema da região cacaueira. Também foi apresentado o Termo de Compromisso Socioambiental de monitoramento de dados, reforçando o compromisso do Observatório com a sociedade civil organizada, as empresas e o poder público”, destacou.
Já Jonaldo Goes, representante do Poder Público de Uruçuca, ressaltou o papel da iniciativa na promoção da transparência e no acompanhamento das ações relacionadas ao Porto Sul. “Conhecer o Observatório Social do Sul da Bahia é compreender como ciência, inovação e transparência podem caminhar juntas para promover o desenvolvimento sustentável da nossa região. O Observatório é um importante legado do Termo de Compromisso Socioambiental do Porto Sul e fortalece o controle social, a pesquisa científica e o planejamento territorial. Essa ligação com o empreendimento demonstra que sua gestão busca conciliar o desenvolvimento econômico com a preservação ambiental e o bem-estar das comunidades.”
O Fórum de Acompanhamento Social integra o Programa de Comunicação e Interação Social (PCIS) e tem como objetivo promover o diálogo permanente entre a BAMIN e representantes da sociedade civil, incentivando a participação social e o acesso qualificado às informações sobre o empreendimento e suas condicionantes ambientais.
A BAMIN realizou, no último dia 17, uma roda de conversa com famílias reassentadas para apresentar e esclarecer as etapas do processo de regularização documental dos lotes. A iniciativa proporcionou um espaço de diálogo para que os participantes compreendessem a importância da organização fundiária e os benefícios que a documentação definitiva trará para cada família.
Durante o encontro, conduzido por uma técnica agrícola do município com apoio técnico da Marrikah Consultoria e Gestão Social, foram apresentados os principais documentos que integram o processo de regularização dos imóveis rurais, entre eles a Matrícula Individual, que formaliza juridicamente a propriedade do lote; o Cadastro Ambiental Rural (CAR), essencial para a regularização ambiental e o acesso a políticas públicas; o Certificado de Cadastro de Imóvel Rural (CCIR), emitido pelo INCRA; e o Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR), que comprova a regularidade fiscal do imóvel perante a Receita Federal.
Além das orientações sobre cada documento, os participantes puderam esclarecer dúvidas e compreender como a regularização fortalece a segurança jurídica das propriedades e amplia o acesso a direitos e oportunidades. Também foram repassadas informações sobre o Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF), cuja realização ocorrerá em uma etapa posterior, após a conclusão da regularização e a entrega da documentação definitiva dos lotes.
Para a diretora técnica da Marrikah Consultoria e Gestão Social, Lorena Ramos, iniciativas como essa fortalecem a relação de confiança entre a empresa e as comunidades. “A regularização documental vai muito além da entrega de documentos. Ela representa segurança, autonomia e reconhecimento dos direitos das famílias. Ao promover espaços permanentes de diálogo, garantimos uma comunicação transparente, valorizamos as vivências dos reassentados e fortalecemos o protagonismo das comunidades em cada etapa do processo.”
A iniciativa integra as ações desenvolvidas pela BAMIN para garantir que as famílias reassentadas tenham acesso às informações necessárias sobre o processo de regularização fundiária, promovendo um diálogo contínuo e o acompanhamento das etapas que envolvem a formalização dos imóveis.
A manhã da última quinta, 16, foi marcada por um momento de integração, aprendizado e compartilhamento de experiências entre as equipes envolvidas no Projeto Integrado Pedra de Ferro. Realizado em formato on-line, o encontro do Comitê Interno de Comunicação Social se reuniu com o objetivo de fortalecer a comunicação entre as áreas, alinhar informações sobre o projeto e promover a atuação integrada das equipes, em atendimento às condicionantes ambientais.
Na abertura do encontro, o coordenador de Relacionamento com Comunidades da BAMIN, Ramon Chalhoub, destacou a importância do espaço para ampliar o diálogo entre os profissionais e aperfeiçoar, de forma coletiva, as entregas desenvolvidas no território. “Esse é um momento importante para que as áreas compartilhem suas experiências, identifiquem oportunidades de apoio mútuo e fortaleçam a atuação integrada do projeto. É um espaço de amadurecimento, troca e construção coletiva”, ressaltou.
Workshop aborda estratégias para fortalecer a relação com as comunidades
Um dos destaques do encontro foi o workshop “Boas Práticas de Relacionamento com Comunidades”, conduzido por José Cláudio, profissional formado em Comunicação Social, mestre em Ciência da Informação e com mais de 33 anos de experiência no terceiro setor, sendo 11 deles no CIEDS.
Durante a apresentação, José Cláudio destacou que o relacionamento comunitário vai além de ações pontuais ou de caráter assistencialista. Segundo ele, trata-se de uma estratégia estruturada para construir vínculos de confiança, diálogo permanente e benefícios mútuos entre empresa e comunidades.
O especialista abordou ferramentas essenciais para uma atuação consistente, como diálogo social estruturado, transparência, mapeamento de percepções, canais de escuta e ouvidoria, parcerias intersetoriais e investimento social privado. Também chamou atenção para fatores críticos de sucesso, entre eles a continuidade das ações, a escuta ativa, a governança clara e o alinhamento estratégico entre as equipes.
Durante o debate, Ramon Chalhoub compartilhou a experiência da BAMIN na construção dessa relação com os territórios. “A forma transparente e respeitosa como a BAMIN atua nos territórios gera confiança das comunidades vizinhas no projeto. Muitas vezes encontramos pessoas que tinham uma visão contrária ao empreendimento, mas, ao estarmos presentes no dia a dia, compartilhando os avanços, os desafios e mantendo o diálogo aberto, conseguimos construir confiança e transformar percepções”, afirmou.
Para José, a experiência apresentada evidencia dois pilares fundamentais do relacionamento comunitário: a construção da confiança como propósito estratégico e a presença constante da empresa junto às comunidades.
Escuta ativa fortalece o diálogo
A importância da escuta ativa também foi reforçada durante o encontro pela analista de Relacionamento com Comunidades da BAMIN, Sandra Argolo. Segundo ela, ouvir as comunidades com atenção, respeito e empatia tem sido fundamental para fortalecer o diálogo e construir projetos alinhados às necessidades locais. “Todos os projetos desenvolvidos foram construídos junto com as comunidades. Nada foi criado sem ouvir as pessoas. A escuta ativa, a transparência e o diálogo permanente são fundamentais para esclarecer dúvidas, antecipar informações e fortalecer a relação de confiança com as lideranças e moradores”, destacou.
Ao longo da programação, representantes das diferentes áreas e parceiros da BAMIN apresentaram suas frentes de atuação no Projeto Integrado Pedra de Ferro, compartilhando resultados alcançados no primeiro semestre de 2026, desafios enfrentados e oportunidades identificadas para fortalecer as ações desenvolvidas nos territórios. Ao final do encontro, os participantes reforçaram a importância do Comitê Interno de Comunicação Social como um espaço permanente de integração entre as áreas, troca de conhecimentos e alinhamento de estratégias, contribuindo para fortalecer a comunicação e o relacionamento da BAMIN com os territórios onde atua.
A Praça da Juventude, em Caetité, sediou mais uma edição da Feira RIOLESC (Rede de Integração Oeste-Leste de Economia Solidária e Circular), iniciativa promovida pela BAMIN, por meio do Programa de Educação Ambiental da FIOL 1. O evento reuniu 21 microempreendedores dos municípios que integram as áreas próximas da ferrovia, fortalecendo a comercialização de produtos regionais e estimulando o empreendedorismo local.
Ao longo da feira, os visitantes encontraram uma ampla variedade de produtos desenvolvidos por empreendedores capacitados pela RIOLESC, entre eles alimentos típicos, chocolates artesanais, geleias, produtos orgânicos, artesanato e itens de limpeza ecoeficientes. A programação também contou com apresentações culturais e espaço de convivência para toda a comunidade.
Criada em 2023, a RIOLESC promove capacitação, assistência técnica e acompanhamento aos pequenos negócios, incentivando práticas de economia solidária e circular. A iniciativa reforça o compromisso da BAMIN com o desenvolvimento socioeconômico das comunidades situadas ao longo da FIOL 1.
A terceira edição da Feira RIOLESC foi marcada por histórias de transformação vividas pelos empreendedores que participaram do projeto desde sua criação. Além da oportunidade de comercializar produtos, o evento proporcionou o reencontro entre participantes das etapas realizadas em Jequié e Ilhéus, fortalecendo vínculos e ampliando as possibilidades de colaboração entre os pequenos negócios.
O produtor de licores artesanais José Rômulo da Silva Santos destacou que a capacitação oferecida pela RIOLESC mudou a forma como administra seu empreendimento. Segundo ele, os cursos trouxeram novos conhecimentos sobre exposição, divul
gação e comercialização dos produtos, permitindo aplicar estratégias que fortalecem o crescimento do negócio.
A personal organizer Guiomar Vieira também ressaltou o impacto da iniciativa. Para ela, o principal legado da feira está nas conexões criadas, nas experiências compartilhadas e no aprendizado construído coletivamente. Esses resultados demonstram como o fortalecimento das redes de colaboração contribui para o desenvolvimento dos empreendedores e das comunidades.
Desde sua criação, a RIOLESC vem promovendo ações voltadas ao fortalecimento da economia solidária nos municípios que integram a área de proximidade da FIOL 1, incentivando o empreendedorismo, a geração de renda e o desenvolvimento sustentável.
A terceira edição do evento reuniu representantes de municípios dos quatro lotes da ferrovia, promovendo a integração entre diferentes territórios e valorizando a diversidade da produção regional. A variedade de produtos expostos evidenciou o potencial econômico das comunidades e a importância da economia circular como ferramenta para impulsionar pequenos empreendimentos.
Para Alex Ramos, presidente da Comissão de Acompanhamento do Projeto Pedra de Ferro e empreendedor da região, a feira evidencia a qualidade da produção local e fortalece a economia solidária. A percepção também é compartilhada pelo gerente de Operações da Mina Pedra de Ferro, João Soares, que destacou a organização do evento, a receptividade dos expositores e a qualidade dos produtos, reforçando o impacto positivo da iniciativa para a comunidade.
Ação da BAMIN levou conhecimento, diálogo e reflexão a mais de 15 escolas no primeiro semestre de 2026, incentivando a formação de jovens multiplicadores de boas práticas socioambientais
Promover o diálogo e estimular mudanças de comportamento em relação às questões socioambientais tem sido um dos pilares das ações de Educação Ambiental desenvolvidas pela BAMIN nos territórios de proximidade da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL). No primeiro semestre de 2026, a companhia realizou uma série de rodas de conversa em mais de 15 escolas das redes municipal e estadual de ensino, através do Projeto PEA nas Escolas, alcançando mais de mil estudantes dos ensinos Fundamental, Médio e Técnico.
As atividades fazem parte do Programa de Educação Ambiental, previsto no Plano Básico Ambiental (PBA) do empreendimento, e têm como objetivo aproximar temas ambientais e sociais da realidade vivida pelas comunidades, incentivando a reflexão sobre práticas cotidianas que impactam diretamente a qualidade de vida e a preservação dos recursos naturais.
Durante os encontros, os estudantes participaram de dinâmicas interativas e debates sobre temas como resíduos sólidos, prevenção ao uso de álcool e drogas, empoderamento feminino, segurança no dia a dia e uso excessivo de telas. Os assuntos foram definidos a partir das demandas identificadas pelas equipes de campo e pelas próprias lideranças comunitárias, tornando as discussões ainda mais conectadas ao cotidiano das comunidades.
A metodologia adotada priorizou um ambiente participativo, acolhedor e colaborativo, estimulando a troca de experiências e a construção coletiva do conhecimento. Além de ampliar o acesso à informação, as rodas de conversa reforçaram o papel das crianças e dos adolescentes como agentes multiplicadores, capazes de levar os aprendizados para dentro de casa e contribuir para a formação de uma cultura de preservação ambiental em suas comunidades.
Segundo as equipes envolvidas, a iniciativa tem recebido avaliações positivas tanto dos estudantes quanto das gestões escolares, que destacam a relevância das atividades e demonstram interesse na continuidade das ações. O reconhecimento também tem sido percebido entre as lideranças comunitárias, que valorizam a presença da educação ambiental nos territórios e ressaltam a importância desse trabalho para o fortalecimento das comunidades.
Para a BAMIN, iniciativas como essa reforçam o compromisso da empresa com o desenvolvimento sustentável, promovendo a sensibilização ambiental e incentivando atitudes que contribuam para a conservação dos recursos naturais e para a melhoria da qualidade de vida das populações do entorno da FIOL.
De acordo com o coordenador de Relacionamento com Comunidades da BAMIN, Ramon Chalhoub, a educação ambiental é uma ferramenta essencial para fortalecer o vínculo entre as comunidades e o território onde vivem. “Ao proporcionar espaços de diálogo dentro das escolas, conseguimos estimular a reflexão sobre temas que fazem parte da realidade dessas famílias e incentivar mudanças de comportamento que geram impactos positivos para o meio ambiente e para a qualidade de vida”, afirma.
Segunda etapa da formação reuniu mulheres da Associação de João Barroca e Adjacências para aprimorar técnicas de vendas, atendimento e relacionamento com clientes, ampliando oportunidades de geração de renda
A BAMIN deu continuidade às ações do Projeto Transformar com a realização da segunda etapa da capacitação na Associação de Mulheres de João Barroca e Adjacências, em Caetité. O encontro, realizado nesta terça, dia 7, teve como tema “Técnicas de Vendas, Atendimento e Encantamento” e reuniu oito participantes da comunidade para fortalecer competências essenciais à comercialização dos produtos desenvolvidos pelo grupo.
A formação faz parte de um processo iniciado em junho e foi estruturada em dois momentos complementares. Na primeira etapa, realizada no início de junho, foram trabalhados temas relacionados ao empreendedorismo, autoestima e coragem para vender. Já nesta segunda fase, as participantes aprofundaram conhecimentos práticos sobre atendimento ao cliente, comunicação, estratégias de vendas, técnicas para lidar com objeções, ações de encantamento e a importância do pós-venda para fidelização dos clientes.
As participantes, com idades entre 30 e 60 anos, conciliam as atividades domésticas com a produção de alimentos, como sequilhos e outros produtos da culinária local, elaborados na cozinha industrial da associação. A capacitação buscou fortalecer as habilidades comerciais do grupo, ampliando as possibilidades de comercialização e geração de renda.
O treinamento foi conduzido pelo consultor e palestrante Rodrigo Leão Brasileiro, especialista em comportamento humano, comunicação e marketing, com 18 anos de experiência no desenvolvimento de líderes e equipes. A escolha do profissional considerou sua atuação na formação de competências comportamentais e comerciais, alinhadas às demandas identificadas pela equipe técnica do Projeto Transformar.
Durante o encontro, as mulheres participaram de atividades práticas e dinâmicas, incluindo simulações de atendimento e situações reais de venda. As atividades permitiram exercitar a apresentação dos produtos, desenvolver técnicas de negociação e aumentar a confiança durante o contato com os clientes. O grupo participou de forma ativa, compartilhando experiências e demonstrando interesse em aplicar os novos conhecimentos na rotina da associação.
A capacitação integra as ações do Projeto Transformar, iniciativa da BAMIN voltada ao fortalecimento de associações, cooperativas e grupos produtivos nas comunidades da área de influência da empresa. A proposta é promover o desenvolvimento socioeconômico por meio da qualificação profissional, do fortalecimento das capacidades locais, do empreendedorismo e da geração de trabalho e renda.
A realização desta segunda etapa consolida um processo de formação construído a partir do acompanhamento técnico realizado pela 3º Setor Consultoria e Projetos Socioambientais, responsável pela assessoria do projeto. O diagnóstico identificou a necessidade de desenvolver competências relacionadas à comunicação, comercialização e atendimento ao cliente entre as mulheres da associação. Ao integrar diagnóstico, assessoria técnica e capacitação, o Projeto Transformar fortalece a autonomia das participantes, impulsiona o empreendedorismo feminino e contribui para a sustentabilidade dos empreendimentos comunitários.
Ação reuniu 42 estudantes do curso técnico em Meio Ambiente para discutir desenvolvimento regional, sustentabilidade e protagonismo juvenil no âmbito do Programa de Educação Ambiental da FIOL 1
O projeto Trilhos do Desenvolvimento concluiu, nesta quarta, 8, o ciclo de atividades de 2026 no município de Lagoa Real (Lote 4). A última ação reuniu 42 estudantes do curso técnico em Meio Ambiente da Escola Estadual Luiz Prisco Viana em uma palestra voltada à educação ambiental e ao fortalecimento do diálogo entre os jovens e os temas que impactam diretamente o território onde vivem.
A atividade foi conduzida pelo biólogo Lander Alves, profissional com experiência em licenciamento ambiental, que abordou o tema “Impactos de grandes empreendimentos na região”. Durante o encontro, os participantes discutiram os desafios, as oportunidades e as responsabilidades relacionadas à implantação de grandes projetos, além da importância do equilíbrio entre desenvolvimento econômico e preservação ambiental.
O assunto foi definido pelos próprios estudantes, a partir de uma consulta realizada em maio deste ano. A escolha evidencia o protagonismo juvenil na construção da programação do projeto, garantindo que as atividades dialoguem com os interesses e as demandas das comunidades atendidas.
Desenvolvido desde 2024, o Trilhos do Desenvolvimento promove espaços de formação e diálogo com estudantes, incentivando o pensamento crítico e ampliando o acesso à informação sobre sustentabilidade, desenvolvimento regional e cidadania.
Para a coordenadora de Relacionamento com Comunidades da BAMIN, Ana Paula Dias, a iniciativa contribui para fortalecer o protagonismo das novas gerações na construção de um futuro mais sustentável. “Acreditamos que investir na formação dos jovens é investir no desenvolvimento dos territórios. Ao promover espaços de diálogo e aprendizado sobre temas que fazem parte da realidade dessas comunidades, contribuímos para formar cidadãos mais conscientes, preparados para participar das decisões que impactam seu presente e seu futuro”, destaca a profissional.
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