Foi lançada, na noite da última segunda-feira (27), em formato online, a edição 2026 da Rede de Integração Oeste-Leste de Economia Solidária e Circular (RIOLESC). Neste ano, o programa conta com 46 empreendedores inscritos, que participarão de uma jornada de formação voltada ao desenvolvimento e fortalecimento de iniciativas produtivas em seus territórios.
A RIOLESC é um projeto criado em 2023 pela BAMIN em parceria com o CIEDS, com foco no apoio a pequenos empreendedores nas regiões por onde passa a Ferrovia de Integração Oeste-Leste. A iniciativa oferece capacitação em gestão, apoio técnico e incentivo à comercialização, além de promover feiras regionais, com o objetivo de gerar renda e impulsionar o desenvolvimento econômico local. Desde a sua criação, já beneficiou mais de 150 empreendedores em diferentes municípios da Bahia.
A edição 2026 foi estruturada a partir de um processo de escuta ativa com os participantes. O levantamento identificou desafios, expectativas e oportunidades nos territórios. Com base nesse diagnóstico, foi definida uma trilha formativa alinhada às demandas dos empreendedores, com foco na aplicação prática dos conteúdos.
Os encontros formativos serão às segundas-feiras de maio e junho, das 18h30 às 20h30. As atividades incluem conteúdos voltados ao desenvolvimento de competências empreendedoras, espaços de troca de experiências e estímulo à construção coletiva de soluções aplicáveis aos negócios dos participantes.
A conclusão está prevista para 10 de julho, com a Feira RIOLESC, no município de Caetité. A etapa vai reunir os participantes que concluírem a formação, apresentando as iniciativas desenvolvidas ao longo do ciclo. Para o diretor de Sustentabilidade da BAMIN, Marcelo Dultra, a iniciativa reforça o papel da empresa no desenvolvimento regional. “A RIOLESC consolida o apoio à agricultura familiar, pesca, cultura popular e inovação, contribuindo para uma economia mais justa, circular e conectada aos territórios”, afirmou.
A Cooperativa dos Apicultores e Produtores Apícolas e Derivados da Agricultura Familiar e Economia Solidária da Região do Rio Gavião e Serra Geral (COOPMEL), vem registrando um crescimento expressivo na produção de mel de abelhas nativas da espécie Jataí na Bahia e no Nordeste. Esse resultado tem sido alcançado com o apoio da BAMIN por meio do Projeto Transformar, iniciativa de fortalecimento de associações e cooperativas nas proximidades da Mina Pedra de Ferro e que é executada pela empresa 3º Setor.
Com 43 beneficiários diretos no eixo de meliponicultura, a COOPMEL vem ampliando a geração de renda e o desenvolvimento produtivo no território. Atualmente no terceiro ciclo do Projeto Transformar, o avanço é significativo, com a expansão das colônias ativas de 796 para 2.840.
O fortalecimento da produção também é resultado da ampliação da capacidade instalada. Nesse sentido, a BAMIN contribuiu de forma decisiva ao viabilizar a aquisição de 1.200 caixas para manejo das colmeias, o que permitiu aumentar o potencial produtivo e oferecer melhores condições para o trabalho dos apicultores locais.
Os resultados são expressivos. Na safra atual, a produção já ultrapassa 700 quilos de mel de abelha Jataí, um salto em relação aos 180 quilos registrados em 2022. No mesmo período, o faturamento bruto do meliponário mais que quintuplicou, evidenciando o fortalecimento da atividade e a ampliação das oportunidades econômicas para as famílias envolvidas.
Com estrutura fortalecida e produção em expansão, a COOPMEL amplia sua presença no mercado nacional, levando seu mel para diferentes regiões do país e consolidando o trabalho desenvolvido no âmbito do Projeto Transformar, como explica a coordenadora de Relacionamento com Comunidades da BAMIN, Ana Paula Dias. “Nos orgulhamos em fazer parte dessa história de crescimento, contribuindo para fortalecer a produção local, ampliar oportunidades e construir um legado para as comunidades envolvidas”, completou a gestora.
Outro avanço importante está na qualificação do processo produtivo. O Projeto Transformar apoiou a cooperativa com a entrega de 50 bombonas destinadas à maturação do mel. O processo garante controle de umidade, estabilização do produto após a colheita e melhora da conservação, assegurando padrão de qualidade e ampliando a capacidade de processamento.
O crescimento também se reflete na diversificação das espécies manejadas, que além da Jataí incluem Mandaguari, Mandaçaia, Mocinha Preta, Iraí e Mirim, agregando valor à produção.
Mulheres da comunidade de Aritaguá estão ampliando suas possibilidades de geração de renda a partir do cacau. A Oficina Produtiva de Geração de Renda com Derivados de Cacau, promovida pela BAMIN, nesta segunda, 27, reuniu participantes do Subprograma de Reassentamento Rural em uma iniciativa voltada ao protagonismo feminino e ao fortalecimento da autonomia econômica no contexto rural.
A ação teve como principal objetivo capacitar mulheres para o beneficiamento do cacau, agregando valor à produção agrícola das famílias reassentadas e criando oportunidades de renda. A iniciativa surgiu a partir da escuta ativa das demandas das próprias comunidades, que apontaram a necessidade de diversificar as fontes de sustento e potencializar o uso do cacau produzido na região. Nesse contexto, a oficina também integra estratégias mais amplas de recomposição dos meios de subsistência de produtores reassentados e economicamente deslocados.
Na prática, a oficina foi estruturada de forma integrada, combinando conteúdos teóricos e atividades práticas, além da valorização dos saberes tradicionais das participantes. Inicialmente, foram abordados aspectos sobre a origem do cacau e as diferenças entre o cacau comum e o cacau fino de aroma, destacando as diferenças de valor de mercado. Em seguida, houve uma reflexão sobre o papel das mulheres na cadeia produtiva, reconhecendo sua atuação desde o cultivo até a comercialização.
A etapa de transformação apresentou técnicas de beneficiamento e a produção de derivados com alto valor agregado, como nibs, geleias e licores. As participantes também acompanharam uma aula prática de produção de chocolate caseiro, com demonstração detalhada e orientações sobre custos, precificação e margem de lucro, aproximando o conhecimento técnico da realidade econômica local. A oficina incluiu ainda orientações sobre acesso ao mercado, estratégias de comercialização e fortalecimento da identidade dos produtos.
O público-alvo da ação foi composto por mulheres direta e indiretamente beneficiadas pelo Subprograma de Reassentamento Rural, incluindo pescadoras e marisqueiras, fortalecendo a inclusão produtiva em diferentes frentes da economia local.
De acordo com a analista de relacionamento com comunidades da BAMIN, Sandra Argolo, a iniciativa representa um passo importante para a autonomia das participantes. “Ao investir na capacitação das mulheres e no beneficiamento do cacau, conseguimos ampliar as possibilidades de geração de renda e fortalecer o protagonismo feminino. É uma ação que conecta o conhecimento técnico com a realidade das comunidades, criando caminhos concretos para o desenvolvimento sustentável”, destaca.
A capacitação em derivados de cacau contribui diretamente para o fortalecimento da economia local ao transformar a matéria-prima em produtos com maior valor de mercado, ampliando a margem de lucro das famílias e incentivando o empreendedorismo.
A ação foi realizada pelo Subprograma de Reassentamento Rural, em articulação com o Programa de Apoio ao Empreendedorismo, que apresentou a Incubadora Social do Porto Sul como uma oportunidade para as participantes interessadas em desenvolver produtos e estruturar seus próprios negócios no futuro. A iniciativa também contou com a interface do Programa de Comunicação e Interação Social, que abordou a temática da violência contra a mulher, ampliando o alcance social da atividade e promovendo um espaço de diálogo e conscientização.
A BAMIN lançou, no dia 17, em Barra do Rocha, a terceira edição do Trilhos do Desenvolvimento. A iniciativa é voltada ao fortalecimento das comunidades ao longo do trecho 1 da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL 1) e reúne ações de educação, diálogo e mobilização social. O lançamento contou com 50 estudantes do Ensino Médio e do curso técnico de Agroecologia do Colégio Estadual Antônio Mota Bittencourt.
A ação integra o Programa de Educação Ambiental da FIOL 1 e prevê uma série de encontros com especialistas. A proposta é levar temas ligados à realidade local para estudantes do ensino médio em municípios dos quatro lotes da ferrovia.
Em Barra do Rocha, a temática foi Agroecologia, em função da atividade agrícola do município. A condução ficou a cargo de Luciano Souza, graduando na área e agente cultural. Ele já integrou iniciativas da empresa, como o RIOLESC e o próprio Trilhos, e, nesta edição, retornou como facilitador, para contar a sua experiência no Sítio Véi Chico.
Na apresentação, foram abordados conceitos da agroecologia e a relação entre produção rural, aspectos sociais, econômicos e ambientais. Os alunos levantaram questões sobre mercado de trabalho, atuação na região, técnicas de plantio e produção de alimentos orgânicos.
“Participar do Trilhos em 2024 foi um marco na minha trajetória, com atuação na criação do projeto Primeira Arroba, em Uruçuca”, afirmou Luciano Souza sobre a vivência no projeto. “Voltar em 2026, agora como palestrante, tratando da agroecologia a partir da minha vivência no Sítio Véi Chico, tem um significado especial. É uma forma de compartilhar um modelo de produção de alimentos, geração de renda e preservação cultural ligado ao modo de vida no campo”, complementou.
O próximo encontro do Trilhos do Desenvolvimento será em maio, em Jequié, no Colégio Navarro de Britto, com alunos do curso técnico de Mineração e a temática escolhida é sobre os processos técnicos e operacionais de uma mina.
Para o coordenador de Relacionamento com Comunidades da BAMIN, Ramon Chalhoub, levar o diálogo para as escolas integra o compromisso da empresa com as comunidades ao longo da FIOL 1. “O Trilhos do Desenvolvimento é importante por conectar conhecimento e território, aproximando os estudantes de temas ligados à realidade local e às oportunidades da região”, concluiu.
A BAMIN lançou no último dia 17 a programação da terceira edição do Projeto Biomas da Nossa Terra, que em 2026 tem como tema “Poesia Trilhada”. O encontro foi em formato online e marcou o início de um novo ciclo de atividades voltadas à educação ambiental e à valorização cultural nos municípios ao longo do trecho 1 da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL 1).
Durante o lançamento, foram apresentadas as diretrizes institucionais e pedagógicas do projeto, além de uma introdução aos biomas brasileiros e à literatura de cordel, que orienta a proposta deste ano. Na ocasião, também foi realizada a Formação de Professores e Oficineiros, etapa essencial para preparar os facilitadores que irão conduzir as atividades nos territórios.
Desenvolvido no âmbito do Programa de Educação Ambiental da ferrovia, o Biomas da Nossa Terra promove a integração entre educação, meio ambiente e cultura, com foco em estudantes de 11 a 15 anos. A iniciativa busca sensibilizar os participantes sobre a preservação dos biomas Caatinga, Mata Atlântica e Cerrado, ao mesmo tempo em que valoriza a cultura local, fortalecendo o senso de pertencimento e a construção coletiva do conhecimento.
Neste ano, o projeto ganha uma nova abordagem ao utilizar a poesia, especialmente a literatura de cordel, como ferramenta de aprendizagem e engajamento. A proposta é estimular a criatividade dos estudantes e ampliar a conexão entre os conteúdos ambientais e a cultura regional, tornando o processo educativo mais dinâmico e significativo.
A programação segue ao longo do mês de maio com oficinas presenciais em escolas públicas de quatro municípios. Em Itagi, as atividades acontecem nos dias 5, 12 e 19; em Contendas do Sincorá, nos dias 7, 14 e 21; em Itagibá, no distrito de Japumirim, nos dias 8, 15 e 22; e em Caetité, nos dias 9, 16 e 23. Ao todo, a expectativa é atender cerca de 120 estudantes, que participarão de etapas que vão desde o aprendizado sobre os biomas até a produção de poesias autorais, culminando no Sarau dos Biomas.
Na última semana, a BAMIN participou do 8º Seminário de Sexualidade da Escola Municipal de Sambaituba, com a realização de uma palestra pedagógica voltada à prevenção e ao combate à exploração sexual de crianças e adolescentes. A atividade reuniu cerca de 50 participantes, entre estudantes adolescentes e profissionais da escola, incluindo direção, professores, monitores, merendeiras, equipe administrativa, porteiros e colaboradores da limpeza, fortalecendo o diálogo coletivo sobre a proteção de crianças e jovens nos mais diversos espaços.
Como convidada, a companhia contribuiu com uma oficina temática de abordagem educativa e prática, conduzida pela assistente social Adriana Paula Montenegro Cintra, especialista em Saúde Pública e Direito Previdenciário. A programação incluiu exposições dialogadas e orientações sobre identificação de sinais de violência, prevenção de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) e HIV/aids, além de caminhos adequados para acolhimento e denúncia. A ação integra o compromisso da BAMIN com o desenvolvimento social nas comunidades do entorno de suas operações, por meio da promoção de informação qualificada, acessível e segura.
A iniciativa foi articulada de forma integrada entre os programas de Educação Ambiental com as Comunidades, de Reorientação da Atividade Turística do Litoral Norte de Ilhéus, de Prevenção à Exploração Sexual do Porto Sul e de Comunicação e Interação Social, que atuam no fortalecimento comunitário, educação ambiental e promoção de direitos. A parceria potencializa o alcance das ações e contribui diretamente para o fortalecimento das redes de proteção a crianças e adolescentes, ao incentivar a conscientização, o autocuidado e a identificação de situações de risco.
Por meio de iniciativas como essa a BAMIN chama a atenção para a importância da formação integral dos estudantes, estimulando autonomia, senso crítico e ambientes escolares mais seguros e acolhedores. A expectativa é que a atividade contribua para ampliar o acesso à informação, fortalecer a rede de proteção local e gerar impactos positivos não apenas na escola, mas também nas famílias e na comunidade de Sambaituba.
“Acreditamos que a informação é uma ferramenta essencial de proteção. Ao participar de espaços como o Seminário de Sexualidade, conseguimos contribuir para o fortalecimento das redes de cuidado e proteção no território, levando orientações que ajudam a identificar situações de risco e a promover o autocuidado. Nosso objetivo é apoiar iniciativas que gerem impacto positivo duradouro, especialmente na vida de crianças e adolescentes, fortalecendo a atuação conjunta entre escola, comunidade e instituições”, explica a analista de relacionamento com a comunidade da BAMIN, Sandra Argolo.
A valorização dos conhecimentos tradicionais ganhou espaço em mais uma ação do Programa de Comunicação e Interação Social do Porto Sul, com a realização da oficina de saberes ancestrais voltada ao uso de plantas medicinais. A atividade reuniu nesta quinta (15), 25 participantes no laboratório Luz da Lua em Serra Grande, Uruçuca. A iniciativa da BAMIN, que tem como eixo a “Farmácia Viva”, promoveu um ambiente de troca entre o conhecimento dos povos originários e práticas orientadas pelo saber científico, reforçando a importância da preservação cultural e do cuidado integral com a saúde.
Durante a atividade, os participantes tiveram acesso a conteúdos que vão desde o cultivo e a colheita das plantas até o processamento, armazenamento e uso adequado dos fitoterápicos. A condução da oficina ficou a cargo da espagirista e herbalista Jean Carla, que destacou a importância do uso responsável das plantas medicinais, considerando aspectos como identificação correta, dosagem e possíveis contraindicações. A abordagem também integrou técnicas agroecológicas e evidências científicas, ampliando a segurança e a eficácia no uso desses recursos naturais.
A ação também se consolida como um espaço de fortalecimento da identidade cultural, ao reconhecer o valor dos saberes ancestrais como fundamentais para a conservação da biodiversidade e para o desenvolvimento sustentável. Além disso, iniciativas como essa contribuem para a geração de renda e para a continuidade de práticas tradicionais nas comunidades.
A oficina foi recebida com entusiasmo pela comunidade indígena tupinambá, que participou ativamente das atividades e destacou a importância de compartilhar os aprendizados com outras aldeias, ampliando o alcance da iniciativa e fortalecendo a rede de conhecimento tradicional.
Para a analista de relacionamento com comunidades da BAMIN, Sandra Argolo, a ação reforça o compromisso da empresa com o respeito às culturas tradicionais e o desenvolvimento sustentável. “A iniciativa da Farmácia Viva foi pensada como um espaço de diálogo entre o conhecimento ancestral dos povos originários e o saber científico, promovendo a valorização de saberes muitas vezes esquecidos e o uso seguro de plantas medicinais”, destaca a profissional, reforçando ainda, que ao incentivar essa troca, a companhia contribui para a preservação desses conhecimentos entre gerações e para o fortalecimento da autonomia das comunidades no cuidado com a própria saúde. “Integrar práticas tradicionais ao contexto atual é fundamental para promover o bem-estar de forma mais humana, respeitando adiversidade cultural e ampliando o acesso ao cuidado, especialmente em áreas rurais”, finaliza Sandra.
Reforçando o compromisso com a saúde, a segurança e o bem-estar das comunidades vizinhas, a BAMIN retomou, no mês de abril, a campanha de prevenção a acidentes domésticos nas zonas rurais de Pindaí e Caetité. A ação, conduzida pela equipe de Relacionamento com Comunidades do Programa de Comunicação Social, integra as iniciativas do Abril Verde e deve alcançar aproximadamente mil moradores em 11 comunidades da região.
A estratégia de mobilização porta a porta tem como foco orientar a população sobre riscos comuns dentro de casa, muitas vezes subestimados, mas que podem provocar consequências graves. Durante as visitas, são abordados temas como quedas, queimaduras, intoxicações e choques elétricos, ocorrências frequentes, sobretudo entre crianças e idosos.
Com uma linguagem acessível e próxima da realidade das famílias, a equipe destaca que a maioria desses acidentes pode ser evitada por meio de medidas simples no dia a dia. Entre as recomendações estão manter produtos de limpeza e medicamentos fora do alcance das crianças, instalar protetores em tomadas, fixar tapetes e redobrar a atenção ao manusear objetos cortantes ou quentes. Também são reforçadas orientações sobre a importância de ter um kit de primeiros socorros disponível e manter à mão contatos de emergência, como SAMU e Corpo de Bombeiros.
A iniciativa tem sido bem recebida pelas comunidades. A agente comunitária de saúde da localidade de Novo Horizonte e adjacências, Jilene Aparecida Coelho destacou a relevância da campanha e a necessidade de sua continuidade. “Ações como essa contribuem diretamente para ampliar a conscientização e fortalecer a cultura de prevenção entre os moradores”, afirmou.
Ao levar informação e incentivar práticas seguras, a campanha reafirma que investir em prevenção é cuidar da vida. Afinal, promover um ambiente doméstico mais seguro é também garantir mais tranquilidade e qualidade de vida para toda a família.
Ilhéus, cidade do Porto Sul da BAMIN, se prepara para uma de suas celebrações mais tradicionais: a Festa de São Jorge, padroeiro do município. Celebrado em 23 de abril, o dia é feriado municipal e altera a rotina local, com comércio e serviços adaptados à agenda festiva. A data mobiliza moradores e visitantes em torno da manifestação, um convite a conhecer um patrimônio cultural da cidade.
A programação tem início às 7h do próprio dia 23, com a missa das intenções na Igreja Matriz de São Jorge. Em 2026, a celebração marca também os 470 anos da paróquia dedicada ao padroeiro, uma das mais antigas do Brasil. Ao longo do dia, momentos de oração e a tradicional procissão pelas ruas do Centro Histórico reúnem fiéis. As celebrações integram um ciclo que começa no dia 14, com novenas que preparam a comunidade para a data principal.
A festa em honra a São Jorge, conhecido como o “Santo Guerreiro”, tem origem na tradição portuguesa do período colonial, quando localidades eram nomeadas sob a proteção de santos. Em Ilhéus, essa devoção remonta à fundação da cidade e à formação da capitania hereditária, consolidando São Jorge como referência religiosa e histórica.
A celebração reúne diferentes grupos sociais e mantém práticas religiosas e culturais no centro da cidade. A imagem antiga do santo, esculpida em madeira, segue como ponto de devoção, atraindo fiéis de diversas regiões.
A festa também incorpora elementos de matriz africana. No sincretismo religioso, São Jorge é associado a Ogum, ou, em tradições baianas, a Oxóssi, orixás ligados à guerra, à proteção e aos caminhos. Essa relação se expressa na presença de diferentes práticas durante a celebração.
A festa do padroeiro mantém viva a tradição cultural de Ilhéus e é um convite a acompanhar de perto uma das riquezas do calendário local. Salve Jorge!
A BAMIN promoveu, nesta terça, 7, mais uma edição da ação Cultura Oceânica, desta vez, na comunidade de Ponta da Tulha, reunindo cerca de 33 estudantes do Ensino Fundamental II da Escola Municipal local em uma programação voltada à educação ambiental e à valorização dos recursos marinhos. Realizada em parceria com o projeto de extensão “Ciência é Minha Praia”, da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), e com o Programa de Educação Ambiental com Comunidades, a iniciativa teve como foco despertar o interesse de alunos, professores e moradores para a biologia marinha e a importância dos oceanos para a manutenção da vida no planeta.
Durante a atividade, os estudantes participaram de palestras, apresentações sobre a biodiversidade local, contato com organismos vivos, experiências em realidade virtual e dinâmicas lúdicas, como o jogo “Pescaria Legal”, que aborda práticas de pesca sustentável e a problemática do lixo no mar. A programação também incluiu a dinâmica da Fauna Silvestre Aquática, voltada à conscientização sobre o uso responsável dos recursos pesqueiros e a preservação da vida marinha.
A ação integra o Programa de Compensação para Atividade Pesqueira e reforça a estratégia da BAMIN de promover o diálogo com comunidades pesqueiras, incentivando práticas sustentáveis e o manejo consciente dos recursos naturais. A expectativa é ampliar a iniciativa para outras localidades da região, adaptando as atividades às realidades de cada território e fortalecendo o engajamento comunitário.
De acordo com o coordenador de relacionamento com comunidades da BAMIN, Ramon Chalhoub, a ação de Cultura Oceânica é uma oportunidade de aproximar os estudantes da realidade dos oceanos e do papel fundamental que eles desempenham para a vida e para a economia das comunidades costeiras. “Ao estimular o conhecimento e a reflexão sobre práticas sustentáveis, contribuímos para a formação de jovens mais conscientes e engajados com a preservação ambiental, ao mesmo tempo em que fortalecemos nossa relação de confiança com as comunidades”.
O primeiro trimestre de 2026 foi marcado por uma série de entregas estratégicas no Projeto Integrado Pedra de Ferro, da BAMIN, que engloba a Mina Pedra de Ferro, a Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL1) e o Porto Sul. As ações realizadas demonstram o avanço consistente na preservação dos ativos, na segurança operacional e na preparação do empreendimento para uma futura retomada.
Na Mina Pedra de Ferro, o período foi desafiador, especialmente em função do volume de chuvas superior ao registrado em anos anteriores. Desse modo, a equipe intensificou as atividades de manutenção, com aumento de 40% nas ações em comparação ao mesmo período de 2025, totalizando 138 intervenções, todas realizadas sem registro de acidentes. “Houve uma atuação intensa para garantir a segurança operacional, com correções imediatas e intervenções que asseguraram a integridade das estruturas durante todo o período chuvoso”, detalha o gerente de Operação de Mina, João Soares.
Mesmo com a suspensão da lavra, a mina segue em condições adequadas para um retorno imediato das operações. Entre as iniciativas, destacam-se revitalização de acessos, leiras, bermas, taludes, sinalizações, limpezas de caixas de contenção de sedimentos, e eliminação de desvios de segurança, além do desenvolvimento de um plano de drenagem mais robusto para a pilha de estéril. “Seguimos com ações que vão desde manutenções imediatas até intervenções estruturantes, sempre com foco na segurança e na conformidade com as normas vigentes”, afirma João Soares.
Na FIOL1, as atividades foram fundamentais para preservar a infraestrutura já implantada. De acordo com o gerente de Manutenção e Implantação da ferrovia, Rodolpho Neri, foram realizados 16 tratamentos de processos erosivos em taludes, além da desobstrução de 108 bueiros e de mais de 15 quilômetros de valetas de drenagem. Também foi realizada a manutenção de 52,2 quilômetros de acessos e serviços de limpeza em 13,4 quilômetros da plataforma ferroviária. “As ações de manutenção evitam retrabalhos onerosos e garantem a integridade dos ativos executados”, destaca.
As condições climáticas também exigiram atuação na ferrovia, especialmente em trechos mais críticos, demandando planejamento e priorização das frentes de trabalho. Todas as metas estabelecidas para o período foram alcançadas. “Com planejamento antecipado, conseguimos superar os desafios e manter a funcionalidade dos ativos, evitando penalidades contratuais e mitigando riscos ambientais”, acrescenta Rodolpho Neri.
No Porto Sul, as ações seguiram voltadas à manutenção da integridade dos ativos e à continuidade operacional. Entre as principais atividades estão a recuperação de acessos, roçagem de áreas, limpeza e melhorias nos sistemas de drenagem, aplicação de hidrossemeadura, além de reparos em cercas e sinalização. Segundo a gerente de Projetos e Manutenção da BAMIN, Patrícia Albuquerque, houve avanços importantes na melhoria da trafegabilidade, na estabilidade das estruturas e na padronização das rotinas de inspeção. Ela acrescenta que a atuação no Porto também evidenciou ganhos em eficiência e gestão. “O período reforçou uma mudança de abordagem, com foco em gestão de ativos, maior integração entre equipes e melhor capacidade de priorização técnica”, explica Patrícia Albuquerque. Esse conjunto de ações contribui para a preservação dos investimentos já realizados, redução de custos futuros e aumento da prontidão para a retomada das obras.
Além das frentes operacionais, áreas como Suprimentos, Saúde, Segurança Ocupacional, Facilities, Jurídico e Regulatório tiveram papel estratégico no período, com revisão de processos, simplificação de fluxos e ganhos de eficiência. A atuação integrada entre as equipes fortaleceu a resiliência do projeto. O resultado é um balanço positivo, que evidencia a capacidade do Projeto Integrado Pedra de Ferro de avançar com consistência, mantendo segurança, sustentabilidade e preparação para as próximas etapas.
Pequenas mudanças na rotina podem gerar grandes impactos na saúde e no bem-estar. Em meio à correria do dia a dia, adotar hábitos simples como manter uma alimentação equilibrada, praticar atividades físicas e cuidar da saúde mental faz toda a diferença para garantir mais disposição, qualidade de vida e até melhor desempenho nas atividades diárias.
Celebrado na última terça, 7 de abril, o Dia Mundial da Saúde reforça justamente essa mensagem: a importância de cuidar da saúde de forma contínua e acessível. Criada para ampliar a conscientização sobre temas essenciais à saúde pública, a data convida pessoas e organizações a refletirem sobre atitudes que promovam uma vida mais saudável e equilibrada.
Na BAMIN, esse compromisso se traduz em ações concretas que colocam o bem-estar no centro da rotina corporativa. A empresa investe em uma cultura de prevenção e responsabilidade compartilhada, estimulando o cuidado com a saúde física e mental por meio de programas como o Programa de Qualidade de Vida e Gestão de Riscos Psicossociais (PQV), além de iniciativas que incentivam hábitos saudáveis, acompanhamento médico e apoio psicológico.
A adoção de práticas simples, como manter uma alimentação equilibrada, praticar atividades físicas regularmente, garantir uma boa qualidade de sono e cuidar da saúde emocional, é apontada como essencial para prevenir doenças e promover mais qualidade de vida. Esses hábitos, quando incorporados ao dia a dia, também refletem diretamente no ambiente de trabalho, contribuindo para mais foco, produtividade, redução de erros e, principalmente, mais segurança nas atividades.
Para o gerente de Saúde e Segurança do Trabalho da BAMIN, Alexandre Umemura, cuidar da saúde deve ser um compromisso diário e coletivo. “A saúde física e mental impacta diretamente a forma como trabalhamos, tomamos decisões e lidamos com riscos. Por isso, mais do que um tema pontual, o cuidado com o bem-estar é uma estratégia de prevenção”, destaca o profissional, reforçando ainda, que a companhia busca fortalecer essa cultura todos os dias, oferecendo programas e iniciativas que apoiam seus colaboradores nesse processo.
Mas é importante lembrar que o autocuidado começa nas pequenas atitudes: alimentar-se bem, manter-se ativo, respeitar os limites do corpo e da mente e trabalhar com segurança. “São escolhas diárias que fazem toda a diferença ao longo do tempo”, finaliza Umemura.
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