BAMIN promove oficina sobre uso de plantas medicinais com povos originários

Iniciativa valoriza saberes ancestrais, fortalecendo a troca de saberes sobre o uso de ervas e práticas naturais de cuidado com a saúde

A valorização dos conhecimentos tradicionais ganhou espaço em mais uma ação do Programa de Comunicação e Interação Social do Porto Sul, com a realização da oficina de saberes ancestrais voltada ao uso de plantas medicinais. A atividade reuniu nesta quinta (15), 25 participantes no laboratório Luz da Lua em Serra Grande, Uruçuca.  A iniciativa da BAMIN, que tem como eixo a “Farmácia Viva”, promoveu um ambiente de troca entre o conhecimento dos povos originários e práticas orientadas pelo saber científico, reforçando a importância da preservação cultural e do cuidado integral com a saúde.

Durante a atividade, os participantes tiveram acesso a conteúdos que vão desde o cultivo e a colheita das plantas até o processamento, armazenamento e uso adequado dos fitoterápicos. A condução da oficina ficou a cargo da espagirista e herbalista Jean Carla, que destacou a importância do uso responsável das plantas medicinais, considerando aspectos como identificação correta, dosagem e possíveis contraindicações. A abordagem também integrou técnicas agroecológicas e evidências científicas, ampliando a segurança e a eficácia no uso desses recursos naturais.

A ação também se consolida como um espaço de fortalecimento da identidade cultural, ao reconhecer o valor dos saberes ancestrais como fundamentais para a conservação da biodiversidade e para o desenvolvimento sustentável. Além disso, iniciativas como essa contribuem para a geração de renda e para a continuidade de práticas tradicionais nas comunidades.

A oficina foi recebida com entusiasmo pela comunidade indígena tupinambá, que participou ativamente das atividades e destacou a importância de compartilhar os aprendizados com outras aldeias, ampliando o alcance da iniciativa e fortalecendo a rede de conhecimento tradicional.

Para a analista de relacionamento com comunidades da BAMIN, Sandra Argolo, a ação reforça o compromisso da empresa com o respeito às culturas tradicionais e o desenvolvimento sustentável. “A iniciativa da Farmácia Viva foi pensada como um espaço de diálogo entre o conhecimento ancestral dos povos originários e o saber científico, promovendo a valorização de saberes muitas vezes esquecidos e o uso seguro de plantas medicinais”, destaca a profissional, reforçando ainda, que ao incentivar essa troca, a companhia contribui para a preservação desses conhecimentos entre gerações e para o fortalecimento da autonomia das comunidades no cuidado com a própria saúde. “Integrar práticas tradicionais ao contexto atual é fundamental para promover o bem-estar de forma mais humana, respeitando adiversidade cultural e ampliando o acesso ao cuidado, especialmente em áreas rurais”, finaliza Sandra.

Compartilhe

Pular para o conteúdo