

A ação também se consolida como um espaço de fortalecimento da identidade cultural, ao reconhecer o valor dos saberes ancestrais como fundamentais para a conservação da biodiversidade e para o desenvolvimento sustentável. Além disso, iniciativas como essa contribuem para a geração de renda e para a continuidade de práticas tradicionais nas comunidades.
A oficina foi recebida com entusiasmo pela comunidade indígena tupinambá, que participou ativamente das atividades e destacou a importância de compartilhar os aprendizados com outras aldeias, ampliando o alcance da iniciativa e fortalecendo a rede de conhecimento tradicional.
Para a analista de relacionamento com comunidades da BAMIN, Sandra Argolo, a ação reforça o compromisso da empresa com o respeito às culturas tradicionais e o desenvolvimento sustentável. “A iniciativa da Farmácia Viva foi pensada como um espaço de diálogo entre o conhecimento ancestral dos povos originários e o saber científico, promovendo a valorização de saberes muitas vezes esquecidos e o uso seguro de plantas medicinais”, destaca a profissional, reforçando ainda, que ao incentivar essa troca, a companhia contribui para a preservação desses conhecimentos entre gerações e para o fortalecimento da autonomia das comunidades no cuidado com a própria saúde. “Integrar práticas tradicionais ao contexto atual é fundamental para promover o bem-estar de forma mais humana, respeitando adiversidade cultural e ampliando o acesso ao cuidado, especialmente em áreas rurais”, finaliza Sandra.

