
Como convidada, a companhia contribuiu com uma oficina temática de abordagem educativa e prática, conduzida pela assistente social Adriana Paula Montenegro Cintra, especialista em Saúde Pública e Direito Previdenciário. A programação incluiu exposições dialogadas e orientações sobre identificação de sinais de violência, prevenção de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) e HIV/aids, além de caminhos adequados para acolhimento e denúncia. A ação integra o compromisso da BAMIN com o desenvolvimento social nas comunidades do entorno de suas operações, por meio da promoção de informação qualificada, acessível e segura.
A iniciativa foi articulada de forma integrada entre os programas de Educação Ambiental com as Comunidades, de Reorientação da Atividade Turística do Litoral Norte de Ilhéus, de Prevenção à Exploração Sexual do Porto Sul e de Comunicação e Interação Social, que atuam no fortalecimento comunitário, educação ambiental e promoção de direitos. A parceria potencializa o alcance das ações e contribui diretamente para o fortalecimento das redes de proteção a crianças e adolescentes, ao incentivar a conscientização, o autocuidado e a identificação de situações de risco.
Por meio de iniciativas como essa a BAMIN chama a atenção para a importância da formação integral dos estudantes, estimulando autonomia, senso crítico e ambientes escolares mais seguros e acolhedores. A expectativa é que a atividade contribua para ampliar o acesso à informação, fortalecer a rede de proteção local e gerar impactos positivos não apenas na escola, mas também nas famílias e na comunidade de Sambaituba.
“Acreditamos que a informação é uma ferramenta essencial de proteção. Ao participar de espaços como o Seminário de Sexualidade, conseguimos contribuir para o fortalecimento das redes de cuidado e proteção no território, levando orientações que ajudam a identificar situações de risco e a promover o autocuidado. Nosso objetivo é apoiar iniciativas que gerem impacto positivo duradouro, especialmente na vida de crianças e adolescentes, fortalecendo a atuação conjunta entre escola, comunidade e instituições”, explica a analista de relacionamento com a comunidade da BAMIN, Sandra Argolo.
