BAMIN lança RIOLESC 2026 para fortalecimento de empreendedores nas proximidades da FIOL1

Nova edição reúne 46 participantes em jornada formativa de dois meses, com foco no desenvolvimento de negócios locai

Foi lançada, na noite da última segunda-feira (27), em formato online, a edição 2026 da Rede de Integração Oeste-Leste de Economia Solidária e Circular (RIOLESC). Neste ano, o programa conta com 46 empreendedores inscritos, que participarão de uma jornada de formação voltada ao desenvolvimento e fortalecimento de iniciativas produtivas em seus territórios.

A RIOLESC é um projeto criado em 2023 pela BAMIN em parceria com o CIEDS, com foco no apoio a pequenos empreendedores nas regiões por onde passa a Ferrovia de Integração Oeste-Leste. A iniciativa oferece capacitação em gestão, apoio técnico e incentivo à comercialização, além de promover feiras regionais, com o objetivo de gerar renda e impulsionar o desenvolvimento econômico local. Desde a sua criação, já beneficiou mais de 150 empreendedores em diferentes municípios da Bahia.

A edição 2026 foi estruturada a partir de um processo de escuta ativa com os participantes. O levantamento identificou desafios, expectativas e oportunidades nos territórios. Com base nesse diagnóstico, foi definida uma trilha formativa alinhada às demandas dos empreendedores, com foco na aplicação prática dos conteúdos.

Os encontros formativos serão às segundas-feiras de maio e junho, das 18h30 às 20h30. As atividades incluem conteúdos voltados ao desenvolvimento de competências empreendedoras, espaços de troca de experiências e estímulo à construção coletiva de soluções aplicáveis aos negócios dos participantes.

A conclusão está prevista para 10 de julho, com a Feira RIOLESC, no município de Caetité. A etapa vai reunir os participantes que concluírem a formação, apresentando as iniciativas desenvolvidas ao longo do ciclo. Para o diretor de Sustentabilidade da BAMIN, Marcelo Dultra, a iniciativa reforça o papel da empresa no desenvolvimento regional. “A RIOLESC consolida o apoio à agricultura familiar, pesca, cultura popular e inovação, contribuindo para uma economia mais justa, circular e conectada aos territórios”, afirmou.

 

 

 

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