
Conduzida pela especialista em políticas públicas Marcella Gavinho, a oficina proporcionou um espaço de diálogo e troca de experiências, abordando temas relacionados às áreas de educação, saúde, assistência social, infraestrutura e demais políticas essenciais para a garantia de direitos e o fortalecimento da cidadania. Ao reunir participantes de diferentes contextos, a iniciativa também contribuiu para ampliar o conhecimento sobre os canais de participação cidadã, incentivando uma atuação mais qualificada em conselhos, fóruns, audiências públicas e outros espaços de decisão.
A ação integra a estratégia de relacionamento da BAMIN com as comunidades do território, que busca compartilhar conhecimento, fortalecer o desenvolvimento local e ampliar o acesso à informação. Durante o encontro, os participantes tiveram a oportunidade de conhecer melhor os serviços públicos disponíveis, compreender o papel do Estado na garantia de direitos e refletir sobre formas de atuação coletiva para atender às demandas das comunidades.
Participaram da oficina dez pessoas, entre estudantes e representantes dos Comitês Comunitários, além de integrantes da BAMIN, do CIEDS e do ISUS. Entre as principais contribuições apresentadas pelos participantes, destacou-se a necessidade de dar continuidade às ações formativas sobre políticas públicas, fortalecendo o conhecimento das lideranças locais sobre direitos, serviços e canais institucionais para encaminhamento de demandas comunitárias.
As percepções e demandas levantadas durante a atividade também servirão de referência para aprimorar as ações do Programa de Comunicação e Interação Social (PCIS), orientando futuras iniciativas de relacionamento e ampliando a disseminação de informações de interesse público para outras lideranças e comunidades do território.
De acordo com a analista de Relacionamento com Comunidades da BAMIN, Sandra Argolo, iniciativas como essa fortalecem o protagonismo comunitário e contribuem para o desenvolvimento local. “Ao ampliar o acesso à informação sobre direitos, políticas públicas e mecanismos de participação social, fortalecemos a autonomia das lideranças e criamos condições para que as comunidades participem de forma mais ativa e qualificada das discussões sobre o desenvolvimento do território. Esse processo contribui para a construção de relações mais transparentes, colaborativas e sustentáveis entre todos os atores envolvidos”, destaca.