O encontro contou com a participação da comunidade e trouxe grandes números das ações socioambientais realizadas pela BAMIN
Ocorreu na manhã do dia 15 de setembro a 40ª reunião ordinária da Comissão de Acompanhamento do Empreendimento (CAE) da Mina Pedra de Ferro, na Casa Anísio Teixeira, em Caetité. A CAE é um espaço permanente de diálogo entre a BAMIN e representantes da sociedade civil, com foco na transparência e no acompanhamento das atividades do Projeto Pedra de Ferro. Participaram 11 entidades com 18 representantes, além de convidados.
A abertura foi realizada pelo presidente da CAE, Alex Ramos Pereira, da Bioconsultoria. Logo em seguida, o diretor de Sustentabilidade, Marcelo Dultra, iniciou o evento dando um panorama geral sobre a situação da BAMIN atualmente, contextualizando o cenário geopolítico e eleitoral, além de trazer uma série de dados e números relacionados às ações executadas pela empresa, como a manutenção dos ativos e a execução das atividades socioambientais.

Ainda assim, o diretor detalhou que a empresa executou mais de R$ 47 milhões em ações socioambientais, entre 2020 e 2026. “A BAMIN é citada pelos órgãos ambientais como exemplo a ser seguido na mineração da Bahia. Isso traz um orgulho enorme para a gente e mostra como estamos sempre comprometidos com as nossas ações com as comunidades e com o meio ambiente”, destaca Dultra.
Durante o evento, a coordenadora de meio ambiente Marcela Dias, mostrou o quadro com 28 licenças, autorizações, certificações, declarações, dentre outros, para a implantação do projeto da BAMIN e destacou que todas, sem exceção, estão vigentes ou em renovação. Ela também trouxe diversos indicadores da mina que destacaram grandes números da área de meio ambiente como, por exemplo, mais de 4,5 milhões de sementes coletadas, mais de 2 mil animais resgatados e mais de 130 mil mudas produzidas, dentre diversos outros. “Esses dados são cumulativos e nós continuamos monitorando e fazendo controle sempre, da melhor forma possível”, detalha.
Um dos participantes do encontro, o historiador e jornalista José Carlos Lelis, presidente do Instituto Prisma, destacou a importância de encontros como a CAE, para se compartilhar o conhecimento sobre as riquezas que há na região. “Eu acompanho a CAE e comissões de outras empresas há 15 anos porque entendo a importância de estar próximo de empreendimentos que podem mudar a nossa terra. Estou feliz em estar aqui”, conclui.
Ana Paula Dias, coordenadora de relacionamento com comunidades, mostrou como a BAMIN conseguiu construir essa relação de confiança com as comunidades, com o passar dos anos. “A BAMIN honra com os nossos compromissos. Quando eu vejo essas fotos das ações que executamos, me dá um calor no coração”, emociona-se. Ela explicou que a empresa trabalha atualmente com 94 comunidades na região da Mina, mas esse número já chegou a 108.
Reassentamento Humano Sustentável
O encontro também trouxe um compilado histórico do reassentamento humano sustentável realizado com as comunidades de Antas e de Palmito. Dultra explicou que esse trabalho envolveu 18 famílias dessas comunidades, onde a BAMIN fez a aquisição da terra e montou uma estrutura na Fazenda Lapa para que os reassentados pudessem manter o vínculo de convivência e a agricultura familiar. Ele trouxe números e dados sobre as ações e o desenvolvimento das atividades que estão sendo realizadas pelos reassentados, além de informar uma série de investimentos e capacitações técnicas realizadas pela BAMIN, bem como as assistências social e médica. Um relatório compilado sobre o assunto foi entregue junto ao material distribuídos aos participantes da CAE.
Por fim, o evento foi finalizado com uma bela homenagem à Ana Paula Dias, com destaque para as ações que ela desenvolveu com as comunidades, sempre demonstrando um carinho enorme por todos, muita competência e força de vontade para entregar, não deixando, em nenhum momento, que os desafios pessoais e profissionais impactassem a qualidade do seu trabalho.
A próxima reunião deve ser convocada nos próximos meses, conforme o calendário acordado entre os membros.
A CAE faz parte de condicionantes ambientais estabelecidos pelo INEMA da LI – Portaria nº 17.973/2019 – LXVII/LXXII e LO – Portaria nº 22.057/2020 – I, na área de abrangência do Projeto Pedra de Ferro.
