Em alusão ao Dia Nacional de Luta dos Povos Indígenas, celebrado em 7 de fevereiro, a BAMIN destaca o conjunto de ações desenvolvidas para valorizar, respeitar e fortalecer os povos originários na região de influência do Porto Sul. Por meio dos Programas de Educação Ambiental com Comunidades, de Educação Ambiental com Trabalhadores e de Valorização da Cultura, a empresa tem investido em iniciativas que promovem inclusão, diálogo intercultural e reconhecimento dos saberes tradicionais.
Desde 2023, as ações dos programas vêm sendo realizadas junto à comunidade indígena Tupinambá de Olivença, localizada nas proximidades do Porto Sul. Ao todo, já foram cerca de 80 iniciativas entre mobilizações, atividades educativas e ações de promoção cultural, envolvendo mais de mil participantes.
Para o coordenador de Relacionamento com Comunidades da BAMIN, Ramon Chalhoub, fortalecer os povos indígenas é parte essencial de uma atuação responsável no território. “O diálogo permanente com as comunidades indígenas é fundamental para promover inclusão, respeito à diversidade e valorização dos saberes tradicionais. Quando escutamos e respeitamos cada grupo, construímos relações de confiança que contribuem para o desenvolvimento sustentável do território e para o protagonismo das comunidades”, afirma.
Somente em 2025, o Programa de Educação Ambiental com as Comunidades realizou 12 ações com aproximadamente 300 pessoas da comunidade, incluindo a construção e entrega de lixeiras rurais e kits de composteiras, implantação de hortas com plantas medicinais e dinâmicas de educação ambiental em escolas indígenas. As atividades aliam preservação ambiental, segurança alimentar e valorização do conhecimento tradicional sobre o uso de plantas.
No âmbito do Programa de Educação Ambiental com Trabalhadores, foi promovido um Diálogo Diário de Segurança (DSS) com a temática do Dia Nacional de Luta dos Povos Indígenas, reunindo trabalhadores da BAMIN e de empresas terceirizadas. A atividade contou com a participação de Cláudio Magalhães, representante da comunidade Tupinambá de Olivença e primeiro vereador indígena eleito em Ilhéus, que ressaltou a contribuição histórica e social dos povos originários para a sociedade brasileira.
Já pelo Programa de Valorização da Cultura, foram entregues Armários Culturais Coletivos nas aldeias de Abaeté e Itapuã, com mais de 200 itens entre livros, jogos e materiais escolares, destinados às escolas indígenas Tupinambá Abaeté e Tupinambá Amotara. O programa também promoveu uma Oficina de Captação de Recursos para Iniciativas Indígenas durante o Seminário Indígena na Aldeia Igalha, incentivando a autonomia e fortalecimento institucional das comunidades.
As iniciativas envolvem apoio social, educacional, cultural e ambiental, sempre construídas em conjunto com as lideranças locais. A metodologia prioriza linguagem inclusiva, respeito aos tempos culturais e às formas de organização social de cada povo, garantindo que as ações estejam alinhadas às tradições e modos de vida das comunidades.
A escuta ativa é outro pilar central das ações. A partir do diálogo contínuo, a empresa busca compreender demandas, expectativas e prioridades das comunidades, ampliando a participação e a mobilização em torno dos projetos.
Estas ações são exigidas como condicionante do licenciamento ambiental do Projeto Integrado da BAMIN, conforme regulamentação ambiental vigente. Porto Sul, registro nº 02001.003031/2009-84 | Licença de Instalação n.º 1362/2020, gerenciado pelo IBAMA e registro nº 2020.001.004926/LIC-04926 – portaria Nº 22.102/2021 /ANO BASE 2023, registrado pelo INEMA. Ferrovia de Integração Oeste-Leste registro nº 02001.021803/2021-56, gerenciado pelo IBAMA.
