BAMIN inicia nova campanha de monitoramento de fauna na Mina Pedra de Ferro

Pesquisa iniciada em maio acompanha anfíbios, répteis, mamíferos e aves em área de transição de biomas

 A BAMIN iniciou, em maio, a primeira campanha de monitoramento de fauna de 2026 nas proximidades da Mina Pedra de Ferro, localizada no município de Caetité. A ação dá continuidade a um programa executado desde o início da operação da mina e integra as condicionantes previstas no processo de licenciamento ambiental, reforçando o compromisso da empresa com a gestão responsável da biodiversidade.

O trabalho é conduzido por uma equipe multidisciplinar formada por biólogos, veterinários, engenheiros e auxiliares de campo. O monitoramento contempla diferentes grupos da fauna nativa, incluindo anfíbios, répteis, mamíferos e aves, por meio de metodologias específicas, como buscas ativas em campo, instalação de armadilhas e registros fotográficos e acústicos.

Segundo dados acumulados ao longo das campanhas já realizadas, o programa registrou 30 espécies de anfíbios, 52 espécies de répteis, 43 espécies de mamíferos e 198 espécies de aves. O levantamento evidencia a diversidade biológica da região, situada em uma área de transição entre biomas, característica que favorece a ocorrência de diferentes espécies.

Além das atividades de campo, o programa inclui entrevistas estruturadas com moradores de 12 comunidades próximas à mina. As conversas são realizadas em conjunto com a equipe de Relacionamento com Comunidades da BAMIN e buscam integrar o conhecimento local às informações técnicas levantadas pelos especialistas.

Do ponto de vista técnico, é importante destacar que os resultados refletem o esforço amostral acumulado ao longo dos anos, não representando necessariamente variações populacionais diretas, mas sim o avanço contínuo do conhecimento sobre a fauna local.

Desde o início do monitoramento, mais de 14 mil indivíduos da fauna nativa já foram registrados, considerando todos os grupos amostrados. As informações reunidas ao longo dos anos ajudam a consolidar uma base de dados sobre a biodiversidade local e subsidiam o acompanhamento ambiental das atividades minerárias.

“A continuidade das campanhas ao longo de 2026 permitirá aprofundar esse diagnóstico, identificar tendências ecológicas e subsidiar medidas de conservação, garantindo que a operação siga alinhada às melhores práticas ambientais e a uma atuação cada vez mais sustentável”, afirma a coordenadora de Meio Ambiente da BAMIN, Marcela Dias.

 

Compartilhe

Pular para o conteúdo