BAMIN inicia oficinas do projeto Biomas da Nossa Terra em escolas da região da FIOL 1

Com o tema “Poesia Trilhada”, iniciativa utiliza a literatura de cordel para abordar educação ambiental com estudantes de 11 a 15 anos

 Com uma proposta que une educação ambiental, cultura popular e produção literária, a BAMIN iniciou as oficinas do projeto Biomas da Nossa Terra em escolas localizadas na região dos quatro lotes do trecho 1 da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL 1). Em 2026, o projeto chega à terceira edição com o tema “Poesia Trilhada”, utilizando a literatura de cordel para estimular estudantes de 11 a 15 anos a refletirem sobre a preservação da Caatinga, Mata Atlântica e Cerrado.

A iniciativa propõe atividades educativas voltadas à relação entre os biomas brasileiros presentes na Bahia e as manifestações culturais das cidades ligadas à FIOL 1. As oficinas abordam meio ambiente, paisagem, fauna, flora, modos de vida e tradições culturais, com foco na produção de cordéis.

As oficinas já foram realizadas no município de Japumirim, no Lote 1, com atividades na Escola Antônio Imbassahy; em Lagoa Real, no Lote 4, na Escola Municipal Natalino de Oliveira Lima; na Escola Municipal Ana Silva, em Itagi, no Lote 2; e na Escola Municipal de Santa Luzia, em Contendas do Sincorá, localizada no Lote 3 da ferrovia.

Ao longo de maio, serão realizadas mais três oficinas em cada lote da ferrovia. Os estudantes vão participar de rodas de conversa, atividades de escuta, apresentações sobre os biomas e introdução à literatura de cordel. Ao final das atividades, os jovens produzirão textos autorais com apoio técnico e pedagógico.

O encerramento do projeto vai ser no início de junho com o “Sarau dos Biomas” e apresentações das produções literárias dos participantes das oficinas. Os textos também integrarão a coletânea “Poesia Trilhada”.

“A iniciativa mostra como a literatura pode estimular participação, criatividade e interesse pelos temas ambientais. É uma oportunidade de dar visibilidade às produções dos jovens e incentivar a expressão cultural dentro das escolas”, destacou o coordenador de Relacionamento com Comunidades da BAMIN, Ramon Chalhoub.

 

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