BAMIN promove diálogo entre saberes tradicionais e novas tecnologias

Cerca de 120 estudantes de Barra do Rocha e Aurelino Leal participaram de atividades sobre cultura, conhecimentos locais, sustentabilidade e tecnologia

Estudantes do 9º ano do Ensino Fundamental e do 3º ano do Ensino Médio participaram de atividades do Programa de Educação Ambiental (PEA) desenvolvidos em Barra do Rocha e Aurelino Leal, na região da FIOL 1. A ação, promovida pela BAMIN, ocorreu no Colégio Estadual Antônio Mota Bittencourt, em Barra do Rocha, no dia 25, e na Escola Agrupada Luis Mendes Ferreira, no distrito de Laje do Banco, em Aurelino Leal, em 27 de agosto. Nos dois encontros, os estudantes participaram de uma oficina com o tema “Múltiplos saberes, Cultura Ancestral e Novas Tecnologias: quando diferentes formas de conhecimento se encontram”.

A programação incluiu uma dinâmica de resgate de memórias, na qual os estudantes foram convidados a conversar sobre as raízes e os conhecimentos presentes em suas famílias e comunidades. Nas duas escolas, a atividade abordou práticas agrícolas tradicionais, uso racional dos recursos naturais e tecnologias sociais transmitidas entre gerações. A proposta foi aproximar os jovens dos saberes presentes em seus territórios e estimular a troca entre diferentes formas de aprendizado.

A oficina também discutiu a relação entre conhecimentos tradicionais e novas tecnologias digitais e de informação. A partir dessa conexão, os estudantes refletiram sobre o papel da juventude no desenvolvimento territorial, na preservação dos conhecimentos locais e na construção de soluções sustentáveis para o campo e para a vida em comunidade. A abordagem mostrou que diferentes formas de conhecimento podem dialogar e se complementar diante dos desafios atuais.

O PEA nas Escolas integra o Programa de Educação Ambiental da BAMIN e promove diversas atividades com as comunidades. Para o coordenador de Relacionamento com as Comunidades da BAMIN, Ramon Chalhoub, ações realizadas nas instituições de ensino contribuem para aproximar os jovens das discussões sobre o território e valorizar os conhecimentos presentes nas comunidades. “É uma forma de os estudantes também ampliarem suas possibilidades de pensar e transformar a realidade ao seu redor”, declarou.

 

 

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