

Mais do que uma ação ambiental, a iniciativa promoveu o resgate de conhecimentos tradicionais relacionados ao uso medicinal e fitoterápico das plantas, conectando a prática da espagiria aos saberes ancestrais indígenas. O sistema agroflorestal implantado busca ampliar a segurança alimentar da comunidade, contribuir para a regeneração do solo e fortalecer a autonomia do povo Tupinambá por meio de práticas sustentáveis e alinhadas à preservação cultural.
Após a implantação, a própria comunidade ficará responsável pelo cuidado da estrutura verde, que deverá produzir frutos nos próximos meses e se consolidar como um espaço permanente de aprendizado sobre cultivo, manejo agrícola e preservação ambiental.
De acordo com o coordenador de relacionamento com comunidades da BAMIN, Ramon Chalhoub, essa ação representa o compromisso da BAMIN e do Programa de Comunicação e Interação Social do Porto Sul com a valorização dos saberes tradicionais e o fortalecimento das comunidades do território. “O intercâmbio de conhecimentos realizado na Aldeia Abaeté une sustentabilidade, segurança alimentar e preservação cultural, respeitando a autonomia do povo Tupinambá e incentivando práticas que promovem regeneração ambiental e desenvolvimento social”, afirma.